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De acordo com o contexto clínico de Alberto, o diagnóstico e o tratamento mais adequado é:
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De acordo com o novo Código de Ética Médica, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É vedado ao médico do trabalho deixar de esclarecer ao trabalhador sobre as condições de trabalho que ponham em risco a sua saúde.
( ) Se o trabalhador foi bem esclarecido, não é necessário o médico do trabalho comunicar o fato aos empregadores responsáveis.
( ) é permitido ao médico revelar informações confidenciais obtidas, quando do exame médico de trabalhadores, se oficialmente solicitado por dirigentes de empresas ou de instituições.
( ) O médico do trabalho deve esclarecer ao paciente sobre as determinantes sociais, ambientais ou profissionais de sua doença.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Qual a melhor terapêutica para a cefaleia da Catarina:
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Dificuldades alimentares na infância são extremamente comuns. Estudos realizados em diferentes regiões do mundo mostram que a queixa de não comer está entre as principais situações, não apenas nos consultórios de pediatras como também na clínica de especialistas, como gastroenterologistas e fonoaudiólogos. O modo como uma mãe comunica com seu filho no momento de alimentá-lo, e a reação a cada mensagem que ele emitirá, fará a diferença no desenvolvimento da alimentação dessa criança. Para ofertar uma efetiva terapia, o fonoaudiólogo deve ter conhecimento sobre refeição e sobre a sua relação com aspectos físicos, sensoriais, de aprendizado e de comunicação. Para uma comunicação acontecer, é necessário sintonia entre os pares. Em um momento de refeição de uma criança, quando lhe é ofertado o alimento e ela chora, empurra a colher ou joga o alimento no chão, o que essa criança está querendo dizer?
I - “Doi quando eu como...” – provavelmente algumas crianças podem recusar alimentos muito específicos porque não se sentem bem fisicamente.
II - “Eu não consigo comer isso...” – isso pode ser devido a alguma alteração na motricidade orofacial.
III - Eu me sinto desconfortável com esse tipo de alimento...” – dificuldades sensoriais impactam a alimentação quando, por exemplo, a criança não processa a textura.
IV - Eu tenho medo de comer...” – nenhuma memória de desconforto vivenciada durante o ato de comer pode gerar mudança no comportamento como ansiedade e aversão àquela situação.
V - Eu não quero assim. Eu quero comer do meu jeito...” – a criança é aversa à imitação, prefere o seu jeito personalizado de ser.
Analisando a queixa da criança e a sua provável associação, podemos afirmar que estão CORRETAS as assertivas:
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( ) Para diagnosticar uma alteração miofuncional orofacial, é preciso examinar os constituintes do sistema estomatognático e as funções orofaciais, identificando não mais que as alterações morfológicas. ( ) Além do exame presencial junto ao paciente, análises mais refinadas ou detalhadas podem ser realizadas por meio de fotos, no que diz respeito às estruturas estáticas, como também por meio de filmagens, para os aspectos dinâmicos. ( ) Assimetrias musculares podem estar relacionadas principalmente à mastigação unilateral crônica, cuja possível etiologia relaciona-se à presença de mordida cruzada posterior, dor nos dentes, falhas dentárias ou contato dentário prematuro. ( ) O frênulo lingual também deve ser avaliado, podendo ser classificado quanto à sua extensão e fixação. O indivíduo com frênulo curto pode apresentar dificuldade na mobilidade de língua, dificultando a lateralidade do bolo alimentar durante a mastigação, bem como na fala, principalmente na produção do fonema /r/.
A sequência CORRETA de classificação de cima para baixo é:
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