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A partir da análise dos modelos estruturais I e II a seguir, responda:

Qual a relação comparativa dos resultados de ambos os modelos, ao analisar os momentos e cortantes finais?
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- Estruturas
- Resistência dos Materiais e Análise EstruturalEstruturas de Concreto
- Normas e Legislações

Baseando-se na NBR6118:2014 e na NBR 7480:2007, a área da seção transversal da viga (A) e a área da seção transversal da armadura longitudinal (As + As’), em cm², é, respectivamente:
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- Estruturas
- Resistência dos Materiais e Análise EstruturalEstruturas de Concreto
- Normas e Legislações
( ) O menor lado de um pilar deve possuir a dimensão mínima de 14 cm, sem a utilização de um coeficiente adicional. ( ) A máxima armadura permitida em pilares é igual a 8% da área da seção transversal, considerando inclusive a sobreposição de barras nas regiões de emenda. ( ) Em qualquer caso, não se permitem pilares com seção transversal de área inferior a 320 cm², sendo essa a menor área admitida. ( ) O diâmetro das barras longitudinais não pode ser inferior a 10,0 mm. ( ) Pilares são elementos lineares de eixo reto, usualmente dispostos na vertical, em que as forças normais de compressão são predominantes.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Elemento estrutural de uma edificação, bidimensional, caracterizado por ter a espessura muito menor do que as outras duas dimensões, com cargas transversais e submetidas à flexão. Geralmente, apoia-se em vigas que, por sua vez, apoiam-se em pilares e realizam a distribuição adequada da carga da edificação. É constituída por um conjunto de vigas que se cruzam, solidarizadas pela mesa. É moldada in loco ou com nervuras pré-moldadas, cuja zona de tração para momentos positivos esteja localizada nas nervuras entre as quais pode ser colocado material inerte.
Podemos classificar a estrutura supracitada como:
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I - Base. II - Reforço do Subleito. III - Regularização do Subleito. IV - Revestimento. V - Sub-Base VI - Subleito.
( ) É uma camada de espessura constante, posta por circunstâncias técnico-econômicas, acima da regularização, com características geotécnicas inferiores ao material usado na camada que lhe for superior, porém melhor que o material do subleito. ( ) É a camada complementar à base, quando, por circunstâncias técnicas e econômicas, não for aconselhável construir a base diretamente sobre a regularização ou reforço do subleito. ( ) Camada destinada a resistir e distribuir ao subleito, os esforços oriundos do tráfego e sobre a qual se construirá o revestimento. ( ) É o terreno de fundação onde será apoiado todo o pavimento. Deve ser considerado e estudado até as profundidades em que atuam significativamente as cargas impostas pelo tráfego. ( ) É a camada superior destinada a resistir diretamente às ações do tráfego e transmiti-las de forma atenuada às camadas inferiores, impermeabilizar o pavimento, além de melhorar as condições de rolamento. ( ) É a operação destinada a conformar o leito, transversal e longitudinalmente. Poderá ou não existir, dependendo das condições do leito.
Assinale a alternativa que contém a alternativa CORRETA, de cima para baixo.
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Calcule as quantidades e alturas das padiolas de areia úmida e brita, respectivamente, que serão utilizadas para o traço com 1 saco de cimento, levando-se em consideração as informações abaixo:
• Saco de cimento de 50 kg. • Volume do saco de cimento = 36 litros = 36000 cm3 . • Largura e comprimento da Padiola = 35 x 45 cm. • Altura máxima da padiola = 35 cm. • Inchamento da areia seca para areia úmida = 30%. • Traço (C=1; A=3; B= 4)
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O documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ressalta que a Educação Física é o componente curricular que tematiza as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social, entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história. Nessa concepção, o movimento humano está sempre inserido no âmbito da cultura e não se limita a um deslocamento espaço-temporal de um segmento corporal ou de um corpo todo. Nas aulas, as práticas corporais devem ser abordadas como fenômeno cultural dinâmico, diversificado, pluridimensional, singular e contraditório. Desse modo, é possível assegurar aos alunos a (re)construção de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros e desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal de movimento em diversas finalidades humanas, favorecendo sua participação de forma confiante e autoral na sociedade. É fundamental frisar que a Educação Física oferece uma série de possibilidades para enriquecer a experiência das crianças, jovens e adultos na Educação Básica, permitindo o acesso a um vasto universo cultural. Esse universo compreende saberes corporais, experiências estéticas, emotivas, lúdicas e agonistas, que se inscrevem, mas não se restringem, à racionalidade típica dos saberes científicos que, comumente, orienta as práticas pedagógicas na escola. Experimentar e analisar as diferentes formas de expressão que não se alicerçam apenas nessa racionalidade é uma das potencialidades desse componente na Educação Básica. Para além da vivência, a experiência efetiva das práticas corporais oportuniza aos alunos participar, de forma autônoma, em contextos de lazer e saúde. Fonte: BRASIL, 2018.
De acordo com o texto, o objetivo da educação física escolar é
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