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Foram encontradas 773 questões.

561348 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Sobre o Plano de Metas do Governo de Juscelino Kubitscheck, marque a alternativa INCORRETA.
 

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561347 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Assinale a opção que apresenta atividades econômicas complementares do Período Colonial Brasileiro.
 

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561346 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Sobre o historiador e seu ofício, analise as afirmativas a seguir.
I. Em seu ofício, o historiador busca ao mesmo tempo, pensar a sua própria prática, na medida em que opera o conhecimento histórico, e as práticas individuais e/ou coletivas consideradas relevantes e transformadoras para a vida social em determinada época. II. Há muito tempo, a História bem como outras ciências sociais abandonaram a concepção positivista de uma verdade calcada na exposição e no encadeamento dos fatos, e na mera exposição de datas, acontecimentos e heróis. III. O trabalho do historiador não é meramente técnico, não se trata de uma especialidade dissociada das tramas sociais e políticas que conferem sentido à nossa sociedade e ao tempo presente.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
 

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561345 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Em sua obra intitulada História e Memória, o historiador francês Jacques Le Goff diz-nos que a memória coletiva e a sua forma científica, a história, aplicam-se a dois tipos de materiais: os documentos e os monumentos. Sabendo disso, marque (V) para as alternativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) Segundo Le Goff, os monumentos são heranças do passado, ao passo que os documentos são uma escolha do historiador. Assim, o que sobrevive ao tempo não é conjunto daquilo que existiu no passado, mas uma escolha feita quer pelas forças que operam no desenvolvimento temporal do mundo e da humanidade, quer pelos que se dedicam à ciência do passado e dos tempos passados, os historiadores. ( ) Em fins do século XIX e início do século XX, apesar de ser compreendido como o resultado de uma escolha do historiador, o documento histórico era entendido também como o fundamento do fato histórico e, por conseguinte, como uma prova. Desse modo, o documento era visto como portador de uma objetividade que se opunha à intencionalidade do monumento. ( ) Posteriormente, em 1929, os fundadores da Revista dos Anais insistiram sobre a necessidade de alargar a noção de documento, afirmando que a história se faz, sim, com documentos escritos, quando estes existem, mas pode e deve fazer-se sem essa tipologia documental quando necessário. ( ) O alargamento das fontes pode ser compreendido como uma revolução ao mesmo tempo quantitativa e qualitativa. Assim, o interesse da História já não reside exclusivamente sobre os grandes homens e acontecimentos, mas por todos os homens e faz emergir uma nova compreensão do conceito de documento.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
 

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561344 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
O famoso slogan “Brasil: ame-o ou deixe-o” foi criado durante o governo de qual presidente da república brasileira durante a ditadura militar?
 

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561343 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
São características do sistema de Plantation adotado pelos colonizadores portugueses no Brasil Colônia.
 

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561342 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Sobre a vida dos escravos nas zonas urbanas do Brasil no século XIX, marque (V) para as alternativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) Em meados do século XIX, pouco se encontravam escravos nos centros urbanos brasileiros, especialmente em cidades como Salvador, onde o contingente de negros africanos era pífio. ( ) Nas cidades, os escravos estavam presentes em todos os lugares, desempenhando as mais variadas funções e ofícios trabalhando como carpinteiros, ferreiros, sapateiros, marceneiros etc. Eram os chamados escravos de ofício. ( ) Nos centros urbanos, os escravos que eram alugados para prestarem serviços como o transporte de mercadorias pesadas e de gente nos palanquins, ou mesmo atuarem como vendedores, eram chamados de negros de ganho. ( ) As casas mais ricas podiam possuir até setenta escravos. Uma pequena parte dos cativos cuidava dos serviços domésticos; outra ficava destinada às necessidades pessoais dos senhores e senhoras e os demais findavam trabalhando como escravos de ganho.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
 

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561341 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Sobre a formação dos quilombos e a resistência à escravidão no Brasil analise as afirmativas a seguir.
I. Os quilombos se tornariam um avanço na luta contra a escravidão, uma vez que a fuga isolada marginalizava o negro foragido, ao passo que as comunidades quilombolas facilitavam a sobrevivência de seus componentes. II. A destruição dos quilombos tornou-se uma obsessão das autoridades e dos proprietários de escravos. Era comum a organização de expedições apoiadas pela Polícia para aprisionar os escravos aquilombados. III. Muitos quilombos formavam-se próximos às cidades e vilas com as quais mantinham relações tanto com as populações livres como escravas. Podemos citar como exemplo os quilombos formados próximos a Vila Rica, Pelotas e Porto Alegre.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
 

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561340 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Analise o texto a seguir.
Não há registro no mundo de uma transformação tão drástica quanto a desencadeada pelos chineses nas últimas sete décadas. Durante boa parte do século XX, a China mal havia se industrializado, a maior parcela da população passava fome e o país era visto como exemplo de como um antigo império pode se autodestruir em consequência de sucessivos erros políticos e econômicos. Entretanto, a China promoveu um invejável plano de recuperação que a tirou do papel de polo miserável e a transformou no maior mercado consumidor do Planeta e na economia que só perde em tamanho para a dos Estados Unidos.“O futuro pertence à China”, disse Lei Jun, o carismático fundador da fabricante de celulares Xiaomi, de Pequim, em uma conferência realizada no ano passado em São Francisco, nos Estados Unidos. (Extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/como-a-china-quer-virar-a primeira-e-mais-desenvolvida-economia-do-mundo/)
Baseados no texto e nas análises socioeconômicas da China, podemos compreender entre outros motivos que
 

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561339 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Não há produção que não seja produção do espaço, não há produção do espaço que se dê sem o trabalho. Viver, para o homem, é produzir espaço. Como o homem não vive sem trabalho, o processo da vida é um processo de criação do espaço geográfico. A forma de vida do homem é o processo de criação do espaço (SANTOS, Metamorfose do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, 4ª ed. 1996, p.193).
O conceito de “espaço” de Milton Santos liga-se principalmente à
 

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