Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-RN
- Lógica ProposicionalConectivos LógicosCondicional "se....então"
- Lógica ProposicionalTabelas-verdadeTabela-verdade: Condicional
Se o valor lógico de uma proposição “p” é falso e se o valor lógico de uma proposição “q” é verdade, então é correto afirmar que:
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Texto I
Sobre a autoestrada
Durante horas, debruçado no gradil da passarela acima da autoestrada, olhava o fluxo dos carros que, como o rio da sua infância – tão distante e tão próximo – não parava de escorrer. s vezes, como então, cuspia, sem porém ouvir o leve baque que denunciaria a chegada do cuspe, abafado pelo som cavo e constante daquele avançar sem rodamoinhos.
Havia dias em que, mais cansado, sentava-se. E balançando de leve os pés pendentes no ar, desejava de forma incompleta um caniço pequeno, um fio de linha que daria outro sentido ao seu estar ali.
Também pensava, só pensava, sem se atrever, como seria libertador tirar a camisa. Sentia os dedos afastando sensualmente as beiradas da casa, passando por elas a curva do botão, forçando de leve até que deslizasse por inteiro, e logo descendo ao botão seguinte, até abrir o peito ao ar, aquele ar que subia de baixo morno como um hálito. Despido o tronco, mergulharia como tantas vezes havia feito, a pele eletrizada pelo choque frio, abrigado em eternos minutos pela escuridão da água e dos olhos fechados, e logo expulso para a luz.
Era um pensamento apaziguador, do qual emergia em braçadas, respirando fundo. O corpo continuava fechado no casulo da camisa, em alguma parte havia ainda um querer. Mas sentia-se lavado e lasso, já podia voltar para casa. De onde, no dia seguinte, tomaria outra vez o caminho da passarela.
(COLASANTI, Marina. Hora de alimentar as serpentes. São
Paulo: Global Editora, 2013, p.141)
Ao observar o predicado da oração “O corpo continuava fechado no casulo da camisa” (4º§), pode-se afirmar que tem como núcleo:
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Texto I
Sobre a autoestrada
Durante horas, debruçado no gradil da passarela acima da autoestrada, olhava o fluxo dos carros que, como o rio da sua infância – tão distante e tão próximo – não parava de escorrer. s vezes, como então, cuspia, sem porém ouvir o leve baque que denunciaria a chegada do cuspe, abafado pelo som cavo e constante daquele avançar sem rodamoinhos.
Havia dias em que, mais cansado, sentava-se. E balançando de leve os pés pendentes no ar, desejava de forma incompleta um caniço pequeno, um fio de linha que daria outro sentido ao seu estar ali.
Também pensava, só pensava, sem se atrever, como seria libertador tirar a camisa. Sentia os dedos afastando sensualmente as beiradas da casa, passando por elas a curva do botão, forçando de leve até que deslizasse por inteiro, e logo descendo ao botão seguinte, até abrir o peito ao ar, aquele ar que subia de baixo morno como um hálito. Despido o tronco, mergulharia como tantas vezes havia feito, a pele eletrizada pelo choque frio, abrigado em eternos minutos pela escuridão da água e dos olhos fechados, e logo expulso para a luz.
Era um pensamento apaziguador, do qual emergia em braçadas, respirando fundo. O corpo continuava fechado no casulo da camisa, em alguma parte havia ainda um querer. Mas sentia-se lavado e lasso, já podia voltar para casa. De onde, no dia seguinte, tomaria outra vez o caminho da passarela.
(COLASANTI, Marina. Hora de alimentar as serpentes. São
Paulo: Global Editora, 2013, p.141)
Na oração “Sentia os dedos” (3º§), caso o complemento verbal fosse substituído por uma construção pronominal, de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa, o correto seria:
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Texto I
Sobre a autoestrada
Durante horas, debruçado no gradil da passarela acima da autoestrada, olhava o fluxo dos carros que, como o rio da sua infância – tão distante e tão próximo – não parava de escorrer. s vezes, como então, cuspia, sem porém ouvir o leve baque que denunciaria a chegada do cuspe, abafado pelo som cavo e constante daquele avançar sem rodamoinhos.
Havia dias em que, mais cansado, sentava-se. E balançando de leve os pés pendentes no ar, desejava de forma incompleta um caniço pequeno, um fio de linha que daria outro sentido ao seu estar ali.
Também pensava, só pensava, sem se atrever, como seria libertador tirar a camisa. Sentia os dedos afastando sensualmente as beiradas da casa, passando por elas a curva do botão, forçando de leve até que deslizasse por inteiro, e logo descendo ao botão seguinte, até abrir o peito ao ar, aquele ar que subia de baixo morno como um hálito. Despido o tronco, mergulharia como tantas vezes havia feito, a pele eletrizada pelo choque frio, abrigado em eternos minutos pela escuridão da água e dos olhos fechados, e logo expulso para a luz.
Era um pensamento apaziguador, do qual emergia em braçadas, respirando fundo. O corpo continuava fechado no casulo da camisa, em alguma parte havia ainda um querer. Mas sentia-se lavado e lasso, já podia voltar para casa. De onde, no dia seguinte, tomaria outra vez o caminho da passarela.
(COLASANTI, Marina. Hora de alimentar as serpentes. São
Paulo: Global Editora, 2013, p.141)
Em “Era um pensamento apaziguador, do qual emergia em braçadas”(4º§), a presença da preposição destacada, embora contraída, está relacionada a uma exigência de regência em função da seguinte palavra:
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Texto I
Sobre a autoestrada
Durante horas, debruçado no gradil da passarela acima da autoestrada, olhava o fluxo dos carros que, como o rio da sua infância – tão distante e tão próximo – não parava de escorrer. s vezes, como então, cuspia, sem porém ouvir o leve baque que denunciaria a chegada do cuspe, abafado pelo som cavo e constante daquele avançar sem rodamoinhos.
Havia dias em que, mais cansado, sentava-se. E balançando de leve os pés pendentes no ar, desejava de forma incompleta um caniço pequeno, um fio de linha que daria outro sentido ao seu estar ali.
Também pensava, só pensava, sem se atrever, como seria libertador tirar a camisa. Sentia os dedos afastando sensualmente as beiradas da casa, passando por elas a curva do botão, forçando de leve até que deslizasse por inteiro, e logo descendo ao botão seguinte, até abrir o peito ao ar, aquele ar que subia de baixo morno como um hálito. Despido o tronco, mergulharia como tantas vezes havia feito, a pele eletrizada pelo choque frio, abrigado em eternos minutos pela escuridão da água e dos olhos fechados, e logo expulso para a luz.
Era um pensamento apaziguador, do qual emergia em braçadas, respirando fundo. O corpo continuava fechado no casulo da camisa, em alguma parte havia ainda um querer. Mas sentia-se lavado e lasso, já podia voltar para casa. De onde, no dia seguinte, tomaria outra vez o caminho da passarela.
(COLASANTI, Marina. Hora de alimentar as serpentes. São
Paulo: Global Editora, 2013, p.141)
Em “E balançando de leve” e “um fio de linha” (2º§), destacam-se duas expressões que são chamadas de locuções e introduzidas pela mesma preposição. Morfologicamente, é correto afirmar que são classificadas, respectivamente, como:
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Texto I
Sobre a autoestrada
Durante horas, debruçado no gradil da passarela acima da autoestrada, olhava o fluxo dos carros que, como o rio da sua infância – tão distante e tão próximo – não parava de escorrer. s vezes, como então, cuspia, sem porém ouvir o leve baque que denunciaria a chegada do cuspe, abafado pelo som cavo e constante daquele avançar sem rodamoinhos.
Havia dias em que, mais cansado, sentava-se. E balançando de leve os pés pendentes no ar, desejava de forma incompleta um caniço pequeno, um fio de linha que daria outro sentido ao seu estar ali.
Também pensava, só pensava, sem se atrever, como seria libertador tirar a camisa. Sentia os dedos afastando sensualmente as beiradas da casa, passando por elas a curva do botão, forçando de leve até que deslizasse por inteiro, e logo descendo ao botão seguinte, até abrir o peito ao ar, aquele ar que subia de baixo morno como um hálito. Despido o tronco, mergulharia como tantas vezes havia feito, a pele eletrizada pelo choque frio, abrigado em eternos minutos pela escuridão da água e dos olhos fechados, e logo expulso para a luz.
Era um pensamento apaziguador, do qual emergia em braçadas, respirando fundo. O corpo continuava fechado no casulo da camisa, em alguma parte havia ainda um querer. Mas sentia-se lavado e lasso, já podia voltar para casa. De onde, no dia seguinte, tomaria outra vez o caminho da passarela.
(COLASANTI, Marina. Hora de alimentar as serpentes. São
Paulo: Global Editora, 2013, p.141)
Considere o fragmento abaixo para responder às questões 3 e 4 seguintes.
“Despido o tronco, mergulharia como tantas vezes havia feito, a pele eletrizada pelo choque frio, abrigado em eternos minutos pela escuridão da água e dos olhos fechados, e logo expulso para a luz.”(3º§)
O emprego da forma verbal no Futuro do Pretérito do modo Indicativo, associada à oração reduzida que a antecede, contribui para que se estabeleça um sentido de:
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Texto I
Sobre a autoestrada
Durante horas, debruçado no gradil da passarela acima da autoestrada, olhava o fluxo dos carros que, como o rio da sua infância – tão distante e tão próximo – não parava de escorrer. s vezes, como então, cuspia, sem porém ouvir o leve baque que denunciaria a chegada do cuspe, abafado pelo som cavo e constante daquele avançar sem rodamoinhos.
Havia dias em que, mais cansado, sentava-se. E balançando de leve os pés pendentes no ar, desejava de forma incompleta um caniço pequeno, um fio de linha que daria outro sentido ao seu estar ali.
Também pensava, só pensava, sem se atrever, como seria libertador tirar a camisa. Sentia os dedos afastando sensualmente as beiradas da casa, passando por elas a curva do botão, forçando de leve até que deslizasse por inteiro, e logo descendo ao botão seguinte, até abrir o peito ao ar, aquele ar que subia de baixo morno como um hálito. Despido o tronco, mergulharia como tantas vezes havia feito, a pele eletrizada pelo choque frio, abrigado em eternos minutos pela escuridão da água e dos olhos fechados, e logo expulso para a luz.
Era um pensamento apaziguador, do qual emergia em braçadas, respirando fundo. O corpo continuava fechado no casulo da camisa, em alguma parte havia ainda um querer. Mas sentia-se lavado e lasso, já podia voltar para casa. De onde, no dia seguinte, tomaria outra vez o caminho da passarela.
(COLASANTI, Marina. Hora de alimentar as serpentes. São
Paulo: Global Editora, 2013, p.141)
No primeiro parágrafo do texto, nota-se a presença da oração “que denunciaria a chegada do cuspe”, que, no período em que se encontra, possui um valor:
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A Portaria nº 204/2016, define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional. Assinale a alternativa que apresenta quais dessas doenças deverão ser notificadas imediatamente (em até 24 horas):
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O Ministério da Saúde também atua ativamente na prevenção de problemas relacionados a saúde mental e dependência química, implementando, por exemplo, iniciativas para prevenção do suicídio, por meio de convênio firmado com o Centro de Valorização da Vida (CVV). É função do CVV atuar de qual maneira, exceto.
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Segundo o Calendário Nacional de Vacinação em crianças, assinale a alternativa que apresenta qual vacina tem suas doses administradas aos 2 meses, 4 meses e 6 meses.
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