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1428392
Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Texto
Respeito e autoridade
Certa vez, eu ia dar uma palestra sobre educação. Ainda no hotel, conversei com alguns jornalistas. O primeiro deles a falar, um rapaz simpático, perguntou qual seria o tema da minha apresentação. Respondi: “Educação e autoridade". Ele piscou os claros olhos e disse, espontaneamente: “Autoridade? Aquilo que diz isso pode, isso não pode?" Achei graça e confirmei: “Isso mesmo".
O assunto me voltou à lembrança nestes dias em que tanto se fragilizam o conceito e a instituição “autoridade" no país varado de manifestações e greves. Não quero analisar se elas são justas: geralmente têm sido. Há miséria, omissão, desencanto e injustiça demais por aqui. Mas eu falo na questão da autoridade: quando se baseia no respeito, encontra eco. Quando mal fundamentada, vem a confusão, como nesta fase em que a inquietação pipoca em tantos pontos e momentos, em toda sorte de protesto. [...]
Não sou do tipo severo, não sou rigorosa demais, porém me preocupa esse singular sentimento de mal-estar, expresso por tanta gente quando diz: “Tem algo esquisito no Brasil, algo estranho paira no ar, não consigo definir bem". Muitas coisas inquietantes acontecem, talvez tantas que não se possam qualificar com uma expressão só. Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista. Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione: tem a ver com hierarquia, com cuidados, como na família – organização em que tudo começa. Quem ama cuida e, em certos momentos, precisa exercer autoridade, sobretudo com relação a crianças e adolescentes. Pois, se os adultos não conseguem ter, e impor, um mínimo de ordem no ambiente familiar, na compostura dos filhos (e de si próprios), não haverá uma família, mas um grupo desordenado, possivelmente belicoso, e de pouca ajuda na preparação para os embates da vida lá fora. Talvez, nesse território pessoal, fosse bom deixar um pouco de lado os psicologismos (não falo da verdadeira psicologia, que pode ajudar a minimizar graves problemas individuais ou de convivência), que nos sugerem exercer quase zero de autoridade, e nada de severidade, tentando sempre “o diálogo". Nem sempre é possível dialogar com uma criança enfurecida ou um adolescente confuso, e uma dose amorosa de rigor pode pôr as coisas de novo em ordem, aliviando a situação. [...]
Se não somos iguais – nem devemos ser, pois cada indivíduo é único, cada grupo, região, país e cultura são únicos – o essencial é que todos tenham a máxima dignidade para se sentir respeitados, e as melhores condições para que possam se desenvolver. Segurança, tranquilidade, educação, saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa. Copa ou não Copa, é bom rever nossos valores em todos os níveis. Pois, se continuar a generalizada inquietação social cada dia mais grave, desmoronam as instituições que nos orientam, amparam e nos tornam (ainda) uma democracia.
(Lya Luft, Revista Veja. Junho de 2014. Adaptado.)
Respeito e autoridade
Certa vez, eu ia dar uma palestra sobre educação. Ainda no hotel, conversei com alguns jornalistas. O primeiro deles a falar, um rapaz simpático, perguntou qual seria o tema da minha apresentação. Respondi: “Educação e autoridade". Ele piscou os claros olhos e disse, espontaneamente: “Autoridade? Aquilo que diz isso pode, isso não pode?" Achei graça e confirmei: “Isso mesmo".
O assunto me voltou à lembrança nestes dias em que tanto se fragilizam o conceito e a instituição “autoridade" no país varado de manifestações e greves. Não quero analisar se elas são justas: geralmente têm sido. Há miséria, omissão, desencanto e injustiça demais por aqui. Mas eu falo na questão da autoridade: quando se baseia no respeito, encontra eco. Quando mal fundamentada, vem a confusão, como nesta fase em que a inquietação pipoca em tantos pontos e momentos, em toda sorte de protesto. [...]
Não sou do tipo severo, não sou rigorosa demais, porém me preocupa esse singular sentimento de mal-estar, expresso por tanta gente quando diz: “Tem algo esquisito no Brasil, algo estranho paira no ar, não consigo definir bem". Muitas coisas inquietantes acontecem, talvez tantas que não se possam qualificar com uma expressão só. Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista. Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione: tem a ver com hierarquia, com cuidados, como na família – organização em que tudo começa. Quem ama cuida e, em certos momentos, precisa exercer autoridade, sobretudo com relação a crianças e adolescentes. Pois, se os adultos não conseguem ter, e impor, um mínimo de ordem no ambiente familiar, na compostura dos filhos (e de si próprios), não haverá uma família, mas um grupo desordenado, possivelmente belicoso, e de pouca ajuda na preparação para os embates da vida lá fora. Talvez, nesse território pessoal, fosse bom deixar um pouco de lado os psicologismos (não falo da verdadeira psicologia, que pode ajudar a minimizar graves problemas individuais ou de convivência), que nos sugerem exercer quase zero de autoridade, e nada de severidade, tentando sempre “o diálogo". Nem sempre é possível dialogar com uma criança enfurecida ou um adolescente confuso, e uma dose amorosa de rigor pode pôr as coisas de novo em ordem, aliviando a situação. [...]
Se não somos iguais – nem devemos ser, pois cada indivíduo é único, cada grupo, região, país e cultura são únicos – o essencial é que todos tenham a máxima dignidade para se sentir respeitados, e as melhores condições para que possam se desenvolver. Segurança, tranquilidade, educação, saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa. Copa ou não Copa, é bom rever nossos valores em todos os níveis. Pois, se continuar a generalizada inquietação social cada dia mais grave, desmoronam as instituições que nos orientam, amparam e nos tornam (ainda) uma democracia.
(Lya Luft, Revista Veja. Junho de 2014. Adaptado.)
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1427104
Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Qual o limite do humor?
Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há
bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando
publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la,
retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira
vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a
dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e
congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não
justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava
humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e
contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta
por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá
na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode
tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser
coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base
em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder
Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para
alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
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1427103
Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
Qual o limite do humor?
Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há
bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando
publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la,
retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira
vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a
dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e
congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não
justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava
humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e
contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta
por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá
na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode
tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser
coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base
em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder
Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para
alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
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1425767
Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Texto
Respeito e autoridade
Certa vez, eu ia dar uma palestra sobre educação. Ainda no hotel, conversei com alguns jornalistas. O primeiro deles a falar, um rapaz simpático, perguntou qual seria o tema da minha apresentação. Respondi: “Educação e autoridade". Ele piscou os claros olhos e disse, espontaneamente: “Autoridade? Aquilo que diz isso pode, isso não pode?" Achei graça e confirmei: “Isso mesmo".
O assunto me voltou à lembrança nestes dias em que tanto se fragilizam o conceito e a instituição “autoridade" no país varado de manifestações e greves. Não quero analisar se elas são justas: geralmente têm sido. Há miséria, omissão, desencanto e injustiça demais por aqui. Mas eu falo na questão da autoridade: quando se baseia no respeito, encontra eco. Quando mal fundamentada, vem a confusão, como nesta fase em que a inquietação pipoca em tantos pontos e momentos, em toda sorte de protesto. [...]
Não sou do tipo severo, não sou rigorosa demais, porém me preocupa esse singular sentimento de mal-estar, expresso por tanta gente quando diz: “Tem algo esquisito no Brasil, algo estranho paira no ar, não consigo definir bem". Muitas coisas inquietantes acontecem, talvez tantas que não se possam qualificar com uma expressão só. Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista. Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione: tem a ver com hierarquia, com cuidados, como na família – organização em que tudo começa. Quem ama cuida e, em certos momentos, precisa exercer autoridade, sobretudo com relação a crianças e adolescentes. Pois, se os adultos não conseguem ter, e impor, um mínimo de ordem no ambiente familiar, na compostura dos filhos (e de si próprios), não haverá uma família, mas um grupo desordenado, possivelmente belicoso, e de pouca ajuda na preparação para os embates da vida lá fora. Talvez, nesse território pessoal, fosse bom deixar um pouco de lado os psicologismos (não falo da verdadeira psicologia, que pode ajudar a minimizar graves problemas individuais ou de convivência), que nos sugerem exercer quase zero de autoridade, e nada de severidade, tentando sempre “o diálogo". Nem sempre é possível dialogar com uma criança enfurecida ou um adolescente confuso, e uma dose amorosa de rigor pode pôr as coisas de novo em ordem, aliviando a situação. [...]
Se não somos iguais – nem devemos ser, pois cada indivíduo é único, cada grupo, região, país e cultura são únicos – o essencial é que todos tenham a máxima dignidade para se sentir respeitados, e as melhores condições para que possam se desenvolver. Segurança, tranquilidade, educação, saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa. Copa ou não Copa, é bom rever nossos valores em todos os níveis. Pois, se continuar a generalizada inquietação social cada dia mais grave, desmoronam as instituições que nos orientam, amparam e nos tornam (ainda) uma democracia.
(Lya Luft, Revista Veja. Junho de 2014. Adaptado.)
Respeito e autoridade
Certa vez, eu ia dar uma palestra sobre educação. Ainda no hotel, conversei com alguns jornalistas. O primeiro deles a falar, um rapaz simpático, perguntou qual seria o tema da minha apresentação. Respondi: “Educação e autoridade". Ele piscou os claros olhos e disse, espontaneamente: “Autoridade? Aquilo que diz isso pode, isso não pode?" Achei graça e confirmei: “Isso mesmo".
O assunto me voltou à lembrança nestes dias em que tanto se fragilizam o conceito e a instituição “autoridade" no país varado de manifestações e greves. Não quero analisar se elas são justas: geralmente têm sido. Há miséria, omissão, desencanto e injustiça demais por aqui. Mas eu falo na questão da autoridade: quando se baseia no respeito, encontra eco. Quando mal fundamentada, vem a confusão, como nesta fase em que a inquietação pipoca em tantos pontos e momentos, em toda sorte de protesto. [...]
Não sou do tipo severo, não sou rigorosa demais, porém me preocupa esse singular sentimento de mal-estar, expresso por tanta gente quando diz: “Tem algo esquisito no Brasil, algo estranho paira no ar, não consigo definir bem". Muitas coisas inquietantes acontecem, talvez tantas que não se possam qualificar com uma expressão só. Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista. Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione: tem a ver com hierarquia, com cuidados, como na família – organização em que tudo começa. Quem ama cuida e, em certos momentos, precisa exercer autoridade, sobretudo com relação a crianças e adolescentes. Pois, se os adultos não conseguem ter, e impor, um mínimo de ordem no ambiente familiar, na compostura dos filhos (e de si próprios), não haverá uma família, mas um grupo desordenado, possivelmente belicoso, e de pouca ajuda na preparação para os embates da vida lá fora. Talvez, nesse território pessoal, fosse bom deixar um pouco de lado os psicologismos (não falo da verdadeira psicologia, que pode ajudar a minimizar graves problemas individuais ou de convivência), que nos sugerem exercer quase zero de autoridade, e nada de severidade, tentando sempre “o diálogo". Nem sempre é possível dialogar com uma criança enfurecida ou um adolescente confuso, e uma dose amorosa de rigor pode pôr as coisas de novo em ordem, aliviando a situação. [...]
Se não somos iguais – nem devemos ser, pois cada indivíduo é único, cada grupo, região, país e cultura são únicos – o essencial é que todos tenham a máxima dignidade para se sentir respeitados, e as melhores condições para que possam se desenvolver. Segurança, tranquilidade, educação, saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa. Copa ou não Copa, é bom rever nossos valores em todos os níveis. Pois, se continuar a generalizada inquietação social cada dia mais grave, desmoronam as instituições que nos orientam, amparam e nos tornam (ainda) uma democracia.
(Lya Luft, Revista Veja. Junho de 2014. Adaptado.)
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941193
Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
Ao vacinar, a pessoa produz anticorpos contra determinada doença, adquirindo maior proteção ao seu corpo.
Qual é a vacina utilizada para evitar o sarampo?
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941192
Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
O agente comunitário de saúde (ACS) deve estar sempre atualizado quanto às informações de saúde do
trabalhador. Em relação à saúde do trabalhador, o ACS deverá notificar à equipe de saúde os seguintes
trabalhadores, EXCETO:
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941191
Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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A dengue é uma doença infecciosa aguda transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Em relação ao
ciclo de vida do mosquito, assinale a afirmativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
941190
Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e ParasitáriasDST: Doenças Sexualmente Transmissíveis
- Saúde da Mulher
A atividade sexual sem a utilização de preservativos torna os adolescentes e jovens mais expostos às doenças
sexualmente transmissíveis. São sinais e queixas que indicam o surgimento de DSTs em jovens, EXCETO:
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941189
Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
“Doença caracterizada por quadro de paralisia flácida, de início súbito. Acomete, em geral, os
membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular." Trata-se
de
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941188
Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Tracoma. 2. Malária. 3. Esquistossomose. 4. Coqueluche.
( ) Doença parasitária que, inicialmente, pode ser assintomática. ( ) Doença infecciosa causada por protozoário. ( ) Inflamação nos olhos provocada por bactéria. ( ) Doença que acomete, principalmente, o sistema respiratório.
A sequência está correta em
1. Tracoma. 2. Malária. 3. Esquistossomose. 4. Coqueluche.
( ) Doença parasitária que, inicialmente, pode ser assintomática. ( ) Doença infecciosa causada por protozoário. ( ) Inflamação nos olhos provocada por bactéria. ( ) Doença que acomete, principalmente, o sistema respiratório.
A sequência está correta em
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