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2053379 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

Os impérios da África

O desconhecimento sobre o continente africano é brutal. Em um nível ampliado, ajuda a fomentar o racismo e a violência contra populações estigmatizadas por anos a fio, caracterizadas como pouco criativas e sem importância histórica na formação moderna do homem.

Um dos exemplos mais famosos está em uma obra clássica nos estudos da arqueologia, de 1949, escrita por um jornalista alemão, com o pseudônimo de Kurt W. Marek. Deuses, túmulos e sábios foi traduzida para mais de 28 idiomas e, ao longo das últimas sete décadas, tem perpetuado um conhecimento vago sobre a África, diminuindo a história da região às pirâmides do Egito Antigo. Isso, no entanto, está mudando.

Como forma de contrapor o discurso empregado por Kurt, mas também para ampliar o conhecimento sobre arqueologia, o antropólogo britânico Brian Fagan lançou a Breve História da Arqueologia, uma atualização do trabalho produzido por Kurt, destacando os principais acontecimentos da paleontologia e arqueologia universais. Ao longo de 40 capítulos, a obra mostra como arqueólogos e pesquisadores encontraram túmulos egípcios da antiguidade, ruínas maias, os primeiros assentamentos coloniais em Jamestown, o misterioso Stonehenge, a incrivelmente preservada Pompeia e muitos outros acontecimentos históricos.

O livro narra o desenvolvimento da arqueologia desde as origens no século XVIII até os avanços tecnológicos do século XXI, incluindo recursos de sensoriamento remoto e técnicas de imagens de satélite que revolucionaram o campo. Iluminando os eventos mais intrigantes da história, a obra ajuda a dirimir controvérsias, especialmente as ligadas à África.

Com especial atenção dada ao Egito Antigo, Deuses, túmulos e sábios ignora outras civilizações africanas tão impressionantes quanto o reino de Cleópatra. Já a obra de Fagan, permeada por anedotas, não faz questão de ser definitiva em nenhum dos temas apresentados. Ao viajar pelos continentes, o escritor britânico traz fatos desconhecidos pela maioria. Entre as savanas do Zimbábue, na África, uma colina de grandes pedras escondia um palácio descoberto no final do século XIX, com peças da Índia, porcelana chinesa, ouro, cobre e objetos em marfim. Há indícios de que a construção do palácio tenha ocorrido entre os anos 950 e 1450.

A descrição relatada no livro contraria as teorias de superioridade dos colonizadores brancos. Ao notarem a impetuosidade da edificação, membros da colônia britânica decidiram que a grande cidade não havia sido erguida pelo grupo Bantus, originário da África Central, mas por europeus altamente desenvolvidos que abandonaram a obra. O equívoco, conta o antropólogo Fagan, só seria resolvido em 1950, quando novas escavações confirmaram o óbvio: as construções eram “totalmente africanas”. Para além do Zimbábue, outras edificações no continente chamam a atenção pela imponência e, ao mesmo tempo, pelo esquecimento ao qual foram relegadas na história.

Um exemplo é o Império Mali, com domínio absoluto no comércio de ouro na região entre os séculos XI e XV, com doze reinos adjacentes e longínquo território. Às margens do rio Níger, seus nobres seguiam a fé islâmica e faziam peregrinações à Meca. Não muito distante dali, estava o império Songhai que, entre os séculos XIV e XVI, foi considerado um dos maiores impérios do mundo, com um exército de mais de 200 mil pessoas e um papel extremamente importante no comércio mundial da época.

Entre caminhos não percorridos pela humanidade, o autor espera que seus livros possam servir de ponte para lugares desconhecidos, para que possamos conhecer não só a fisionomia desses lugares, mas também as pessoas que os habitavam. “Se há uma lição sobre arqueologia, é que esquecemos que estamos estudando pessoas, não apenas locais e objetos. E as pessoas, com toda a sua diversidade e peculiaridade, impulsionaram a história e as sociedades humanas”, conclui.

Guilherme Henrique. In: Isto é. Edição nº 2616,

04/03/2020, páginas 46-47. Disponível em: https://istoe.com.br/os-imperios-da-africa/. Acesso março 2020. [Adaptado]

Em “ajuda a fomentar o racismo e a violência contra populações estigmatizadas” (primeiro parágrafo), são sinônimos do verbo e do adjetivo em destaque, respectivamente:

 

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2226620 Ano: 2021
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Starting in the 1990s, teachers and researchers came to realize that no single research finding and no single method of language would bring final success in foreign language teaching (FLT) (Brown, 2002). Owing to the influence of post-modernism, the postmethod pedagogy emerged to respond the demand for a most optimal way of teaching English free from the method-based restrictions. In 1994 Kumaravadivelu defined postmethod condition as a state of affairs that forces us to refigure the relationship between the theorizers and the practitioners. He explained that “the conventional concept of method entitles theorizers to construct knowledge-oriented pedagogic theories, while the postmethod condition enables the practitioners to construct classroom-oriented theories of practice. The conventional method authorizes theorizers to centralize pedagogic decision making, while the postmethod condition enables practitioners to produce local, specific, and novel practices” (Kumaravadivelu, 1994, p. 29).

The postmethod condition has three distinct features for redefining the relationship between the periphery and the center. The first feature is that it is a search for an alternative to method rather than an alternative method. The second feature is teacher autonomy. Teachers have the potential to know how to teach, to be able to handle problems within constrains. Promoting teacher autonomy means enabling and empowering teachers to theorize from their practice and practice what they have theorized (ibid, p. 30). The third feature is principled pragmatism. By “principled pragmatism” Kumaravadivelu explains that it is different from eclecticism, which often “degenerates into an unsystematic, unprincipled, and uncritical pedagogy because teachers with very little professional preparation to be eclectic in a principled way have little option but to randomly put together a package of techniques from various methods and label it eclectic” (ibid, p. 30). Kumaravadivelu uses the term pedagogy in a broad way, intending to cover not only issues about classroom strategies, instructional materials, curricular objectives, and evaluation measures, but also many historical, political and sociocultural experiences that more or less influence ELT. He then visualizes a postmethod pedagogy as a three-dimensional system made up of three pedagogic parameters: particularity, practicality, and possibility (Kumaravadivelu, 2001, pp. 537-538). He takes method as consisting of a single set of theoretical principles derived from feeder disciplines and a single set of classroom procedures directed at classroom teachers (Kumaravadivelu, 1994, p. 29). Nilufer Can claims that “postmethod can be defined as the construction of classroom procedures and principles by the teacher herself/himself based on his/her prior and experimental knowledge and/or certain strategies.” Kumaravadivelu (1994, p. 24) reaffirms that the concept of method involves theorizers constructing knowledge-oriented theories of pedagogy. Postmethod, on the other hand, involves practitioners constructing classroom-oriented theories of practice. Cheng (2006) gives a rather comprehensive interpretation about postmethod pedagogy: flexible, dynamic and open-ended teaching concept different from any traditional approaches of language teaching. It opposes the practices of simplifying FLT and emphasizes its complexity. It heightens the importance of context sensitivity in FLT, and stresses that society, politics and education system have an important effect on FLT.

Adapted from: CHEN, M. Postmethod Pedagogy

and Its Influence on EFLTeaching Strategies. English Language Teaching; Vol. 7, No. 5; 2014.

The words unsystematic, unprincipled and uncritical in “...an unsystematic, unprincipled, and uncritical pedagogy...” are adjectives formed by the prefix – un + systematic/principled/critical. Check the alternative in which there is another adjective that can be formed by the prefix – un: l

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2226574 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Durante a aula de Ciências, a professora Daiane explicou que as características que distinguem os vírus dos outros grupos de microrganismos estão relacionadas a sua organização estrutural simples e aos mecanismos de multiplicação. Dentre estas características dos vírus, pode-se mencionar:

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2226573 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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A animação Madagascar mostra algumas interações ecológicas, como quando o leão Alex tenta abocanhar o seu melhor amigo Marty e a relação dos quatro personagens pinguins, em que cada um desenvolve um trabalho dentro da equipe. Estas duas interações são deno minadas, respectivamente:

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2067777 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

Em uma escola, duas professoras do 2º ano do Ensino Fundamental resolveram realizar uma gincana como culminância do projeto pedagógico do bimestre.

A tabela abaixo demonstra o quantitativo de alunos das duas turmas nas três bandeiras selecionadas:

Turma

Bandeira Vermelha

Bandeira Amarela

Bandeira Azul

A 2x + 3 6x -13 10
B 5x - 10 9 x + 6

Sabe-se que a diferença entre o número total de alunos da turma A e o número total de alunos da turma B é igual a 3. Portanto, o número total de alunos selecionados para a bandeira vermelha é igual a:

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2067776 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

O sociólogo Florestan Fernandes (1965) em sua obra “A integração do negro na sociedade de classes” apresenta questões que infelizmente continuam atuais na sociedade brasileira. As questões raciais ainda são um grande desafio para o currículo escolar, haja vista que ainda estão presentes em livros didáticos algumas concepções que não destacam as graves consequências de anos de escravidão no país. Uma noção que pode dificultar o entendimento a respeito das desigualdades consequentes da escravidão no Brasil é a concepção de que:

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Segundo o Inciso II do Artigo 51 da Lei nº 14.113/2020, a Lei do FUNDEB, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão implantar planos de carreira e remuneração dos profissionais da educação básica, de modo a assegurar:

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2053401 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

De acordo com a Resolução CNE/CP nº1, de 30 de maio de 2012, a Educação em Direitos Humanos tem como objetivo central a formação para a vida e para sua convivência no exercício cotidiano dos Direitos Humanos, como forma de vida e organização social, política, econômica e cultural nos níveis:

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