Foram encontradas 35 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como queimadas na Amazônia aceleram
derretimento na Antártida a milhares de quilômetros
de distância
A fuligem das queimadas na Amazônia contribui para o
derretimento das geleiras na Península Antártica,
distante milhares de quilômetros, segundo estudo
publicado na revista Science Advances. A pesquisa
revela ainda que embarcações turísticas na Antártida
respondem por metade da fuligem que atinge a região.
Embora o aquecimento global seja a principal causa do
degelo, aquecendo os oceanos e a atmosfera ao redor
da Antártida, cientistas estão identificando novos fatores
que aceleram esse processo, como a fuligem.
Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em
outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil
toneladas de fuligem por ano na atmosfera — quase o
dobro das emissões de fuligem geradas por
combustíveis fósseis na Europa.
A fumaça carregada de fuligem sobe até 5 km de altitude
e, impulsionada por ventos poderosos, percorre mais de
6 mil km até atingir a Península Antártica em menos de
duas semanas.
Ao pousar na neve, essas partículas aquecem o gelo,
formando pequenas poças de água ao seu redor. Isso
ocorre porque a fuligem, ou carbono negro, absorve
calor intensamente devido à sua cor escura — assim
como roupas pretas aquecem mais sob o sol — explica Márcio Cataldo, coautor do estudo da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Os cientistas já sabiam que a fuligem amazônica
chegava à Antártida, mas as crescentes queimadas têm
intensificado o fluxo e o impacto dessas partículas.
Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península
Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o
equivalente a uma xícara de café. Embora pareça pouco,
o impacto é significativo dada a vastidão da região, que
experimenta as temperaturas mais altas em 2 mil anos,
destaca o climatologista Heitor Evangelista, líder da
pesquisa da UERJ.
Estudo publicado na revista Nature aponta que a fuligem
já chegava à Antártida desde o século 13, vinda de
queimadas promovidas pelos M?ori na Nova Zelândia.
No entanto, os níveis modernos de fuligem são dez
vezes superiores aos de séculos atrás, comentou Robert
Mulvaney, do British Antarctic Survey, à BBC News
Brasil.
Sem reconhecer fronteiras, a fuligem também pode
atingir as geleiras andinas, contribuindo para o
derretimento de até 5% do gelo nas montanhas
bolivianas — um recurso essencial para milhões de
pessoas, segundo estudo da UERJ liderado por Newton
de Magalhães Neto.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99y0vy153lo fragmento)
Identifique a alternativa que apresenta a separação silábica e a classificação quanto ao número se sílabas de forma INCORRETA.
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Como queimadas na Amazônia aceleram
derretimento na Antártida a milhares de quilômetros
de distância
A fuligem das queimadas na Amazônia contribui para o
derretimento das geleiras na Península Antártica,
distante milhares de quilômetros, segundo estudo
publicado na revista Science Advances. A pesquisa
revela ainda que embarcações turísticas na Antártida
respondem por metade da fuligem que atinge a região.
Embora o aquecimento global seja a principal causa do
degelo, aquecendo os oceanos e a atmosfera ao redor
da Antártida, cientistas estão identificando novos fatores
que aceleram esse processo, como a fuligem.
Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em
outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil
toneladas de fuligem por ano na atmosfera — quase o
dobro das emissões de fuligem geradas por
combustíveis fósseis na Europa.
A fumaça carregada de fuligem sobe até 5 km de altitude
e, impulsionada por ventos poderosos, percorre mais de
6 mil km até atingir a Península Antártica em menos de
duas semanas.
Ao pousar na neve, essas partículas aquecem o gelo,
formando pequenas poças de água ao seu redor. Isso
ocorre porque a fuligem, ou carbono negro, absorve
calor intensamente devido à sua cor escura — assim
como roupas pretas aquecem mais sob o sol — explica Márcio Cataldo, coautor do estudo da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Os cientistas já sabiam que a fuligem amazônica
chegava à Antártida, mas as crescentes queimadas têm
intensificado o fluxo e o impacto dessas partículas.
Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península
Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o
equivalente a uma xícara de café. Embora pareça pouco,
o impacto é significativo dada a vastidão da região, que
experimenta as temperaturas mais altas em 2 mil anos,
destaca o climatologista Heitor Evangelista, líder da
pesquisa da UERJ.
Estudo publicado na revista Nature aponta que a fuligem
já chegava à Antártida desde o século 13, vinda de
queimadas promovidas pelos M?ori na Nova Zelândia.
No entanto, os níveis modernos de fuligem são dez
vezes superiores aos de séculos atrás, comentou Robert
Mulvaney, do British Antarctic Survey, à BBC News
Brasil.
Sem reconhecer fronteiras, a fuligem também pode
atingir as geleiras andinas, contribuindo para o
derretimento de até 5% do gelo nas montanhas
bolivianas — um recurso essencial para milhões de
pessoas, segundo estudo da UERJ liderado por Newton
de Magalhães Neto.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99y0vy153lo fragmento)
Os vocábulos do enunciado a seguir que NÃO apresentam a mesma classe de palavra do destacado no trecho é:
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Como queimadas na Amazônia aceleram
derretimento na Antártida a milhares de quilômetros
de distância
A fuligem das queimadas na Amazônia contribui para o
derretimento das geleiras na Península Antártica,
distante milhares de quilômetros, segundo estudo
publicado na revista Science Advances. A pesquisa
revela ainda que embarcações turísticas na Antártida
respondem por metade da fuligem que atinge a região.
Embora o aquecimento global seja a principal causa do
degelo, aquecendo os oceanos e a atmosfera ao redor
da Antártida, cientistas estão identificando novos fatores
que aceleram esse processo, como a fuligem.
Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em
outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil
toneladas de fuligem por ano na atmosfera — quase o
dobro das emissões de fuligem geradas por
combustíveis fósseis na Europa.
A fumaça carregada de fuligem sobe até 5 km de altitude
e, impulsionada por ventos poderosos, percorre mais de
6 mil km até atingir a Península Antártica em menos de
duas semanas.
Ao pousar na neve, essas partículas aquecem o gelo,
formando pequenas poças de água ao seu redor. Isso
ocorre porque a fuligem, ou carbono negro, absorve
calor intensamente devido à sua cor escura — assim
como roupas pretas aquecem mais sob o sol — explica Márcio Cataldo, coautor do estudo da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Os cientistas já sabiam que a fuligem amazônica
chegava à Antártida, mas as crescentes queimadas têm
intensificado o fluxo e o impacto dessas partículas.
Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península
Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o
equivalente a uma xícara de café. Embora pareça pouco,
o impacto é significativo dada a vastidão da região, que
experimenta as temperaturas mais altas em 2 mil anos,
destaca o climatologista Heitor Evangelista, líder da
pesquisa da UERJ.
Estudo publicado na revista Nature aponta que a fuligem
já chegava à Antártida desde o século 13, vinda de
queimadas promovidas pelos M?ori na Nova Zelândia.
No entanto, os níveis modernos de fuligem são dez
vezes superiores aos de séculos atrás, comentou Robert
Mulvaney, do British Antarctic Survey, à BBC News
Brasil.
Sem reconhecer fronteiras, a fuligem também pode
atingir as geleiras andinas, contribuindo para o
derretimento de até 5% do gelo nas montanhas
bolivianas — um recurso essencial para milhões de
pessoas, segundo estudo da UERJ liderado por Newton
de Magalhães Neto.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99y0vy153lo fragmento)
Quanto à concordância dos adjetivos empregados no trecho, analise uma informação INCORRETA.
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Como queimadas na Amazônia aceleram
derretimento na Antártida a milhares de quilômetros
de distância
A fuligem das queimadas na Amazônia contribui para o
derretimento das geleiras na Península Antártica,
distante milhares de quilômetros, segundo estudo
publicado na revista Science Advances. A pesquisa
revela ainda que embarcações turísticas na Antártida
respondem por metade da fuligem que atinge a região.
Embora o aquecimento global seja a principal causa do
degelo, aquecendo os oceanos e a atmosfera ao redor
da Antártida, cientistas estão identificando novos fatores
que aceleram esse processo, como a fuligem.
Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em
outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil
toneladas de fuligem por ano na atmosfera — quase o
dobro das emissões de fuligem geradas por
combustíveis fósseis na Europa.
A fumaça carregada de fuligem sobe até 5 km de altitude
e, impulsionada por ventos poderosos, percorre mais de
6 mil km até atingir a Península Antártica em menos de
duas semanas.
Ao pousar na neve, essas partículas aquecem o gelo,
formando pequenas poças de água ao seu redor. Isso
ocorre porque a fuligem, ou carbono negro, absorve
calor intensamente devido à sua cor escura — assim
como roupas pretas aquecem mais sob o sol — explica Márcio Cataldo, coautor do estudo da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Os cientistas já sabiam que a fuligem amazônica
chegava à Antártida, mas as crescentes queimadas têm
intensificado o fluxo e o impacto dessas partículas.
Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península
Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o
equivalente a uma xícara de café. Embora pareça pouco,
o impacto é significativo dada a vastidão da região, que
experimenta as temperaturas mais altas em 2 mil anos,
destaca o climatologista Heitor Evangelista, líder da
pesquisa da UERJ.
Estudo publicado na revista Nature aponta que a fuligem
já chegava à Antártida desde o século 13, vinda de
queimadas promovidas pelos M?ori na Nova Zelândia.
No entanto, os níveis modernos de fuligem são dez
vezes superiores aos de séculos atrás, comentou Robert
Mulvaney, do British Antarctic Survey, à BBC News
Brasil.
Sem reconhecer fronteiras, a fuligem também pode
atingir as geleiras andinas, contribuindo para o
derretimento de até 5% do gelo nas montanhas
bolivianas — um recurso essencial para milhões de
pessoas, segundo estudo da UERJ liderado por Newton
de Magalhães Neto.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99y0vy153lo fragmento)
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como queimadas na Amazônia aceleram
derretimento na Antártida a milhares de quilômetros
de distância
A fuligem das queimadas na Amazônia contribui para o
derretimento das geleiras na Península Antártica,
distante milhares de quilômetros, segundo estudo
publicado na revista Science Advances. A pesquisa
revela ainda que embarcações turísticas na Antártida
respondem por metade da fuligem que atinge a região.
Embora o aquecimento global seja a principal causa do
degelo, aquecendo os oceanos e a atmosfera ao redor
da Antártida, cientistas estão identificando novos fatores
que aceleram esse processo, como a fuligem.
Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em
outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil
toneladas de fuligem por ano na atmosfera — quase o
dobro das emissões de fuligem geradas por
combustíveis fósseis na Europa.
A fumaça carregada de fuligem sobe até 5 km de altitude
e, impulsionada por ventos poderosos, percorre mais de
6 mil km até atingir a Península Antártica em menos de
duas semanas.
Ao pousar na neve, essas partículas aquecem o gelo,
formando pequenas poças de água ao seu redor. Isso
ocorre porque a fuligem, ou carbono negro, absorve
calor intensamente devido à sua cor escura — assim
como roupas pretas aquecem mais sob o sol — explica Márcio Cataldo, coautor do estudo da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Os cientistas já sabiam que a fuligem amazônica
chegava à Antártida, mas as crescentes queimadas têm
intensificado o fluxo e o impacto dessas partículas.
Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península
Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o
equivalente a uma xícara de café. Embora pareça pouco,
o impacto é significativo dada a vastidão da região, que
experimenta as temperaturas mais altas em 2 mil anos,
destaca o climatologista Heitor Evangelista, líder da
pesquisa da UERJ.
Estudo publicado na revista Nature aponta que a fuligem
já chegava à Antártida desde o século 13, vinda de
queimadas promovidas pelos M?ori na Nova Zelândia.
No entanto, os níveis modernos de fuligem são dez
vezes superiores aos de séculos atrás, comentou Robert
Mulvaney, do British Antarctic Survey, à BBC News
Brasil.
Sem reconhecer fronteiras, a fuligem também pode
atingir as geleiras andinas, contribuindo para o
derretimento de até 5% do gelo nas montanhas
bolivianas — um recurso essencial para milhões de
pessoas, segundo estudo da UERJ liderado por Newton
de Magalhães Neto.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99y0vy153lo fragmento)
Em relação à acentuação gráfica e tônica das palavras destacadas no texto, é correto afirmar que são, respectivamente:
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