Foram encontradas 70 questões.
“Agora é preciso mostrar que, nos campos econômico, político,
social e cultural não há, no século XVI, e de fato até meados do
século XVIII, mudanças fundamentais que justificassem a
separação entre Idade Média e um período novo, diferente, que
seria o Renascimento.”
(LE GOFF, Jacques. A História deve ser dividida em pedaços? São Paulo: UNESP, 2015. p. 97)
O(A) professor(a) de História propõe um plano de aula sobre o período entre os séculos XVI e XVIII, com ênfase nas continuidades das sociedades medievais existentes, tendo como referência a concepção de Le Goff sobre a longa Idade Média.
Nesse sentido, o tema mais adequado para tratar o período entre os séculos XVI e XVIII como uma longa continuidade é
(LE GOFF, Jacques. A História deve ser dividida em pedaços? São Paulo: UNESP, 2015. p. 97)
O(A) professor(a) de História propõe um plano de aula sobre o período entre os séculos XVI e XVIII, com ênfase nas continuidades das sociedades medievais existentes, tendo como referência a concepção de Le Goff sobre a longa Idade Média.
Nesse sentido, o tema mais adequado para tratar o período entre os séculos XVI e XVIII como uma longa continuidade é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Não se manda uma criança à escola para que lá se repitam
exatamente os valores familiares e religiosos. É certo que aqui
temos um terreno de enfrentamentos, mas vale lembrar que a
tarefa da escola é dupla: alfabetização científica e sociabilidade do
espaço público. As razões de ordem científica - por exemplo,
aquelas ligadas à saúde sexual e reprodutiva – podem não coincidir
com valores familiares e religiosos sobre o mesmo tema. A
sociabilidade no espaço público – que contempla igualdade de
tratamento entre homens e mulheres – pode colidir com crenças e
moralidade religiosa, que, muitas vezes, naturalizam uma ‘posição
inferior’ das mulheres. Mas, repetimos, é para isso que se vai à
escola, para a ampliação de horizontes, e não para a simples
confirmação de expectativas trazidas da família ou outros
ambientes.”
(SEFFNER, Fernando. Três territórios a compreender, um bem precioso a defender: estratégias escolares e Ensino de História em tempos turbulentos. In: MONTEIRO, Ana Maria; RALEJO, Adriana. Cartografias da Pesquisa em ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X, 2019. p. 23)
Tendo como referência a reflexão do autor sobre o lugar da escola na educação dos jovens, é correto dizer que a melhor maneira do ensino de o História contribuir para a construção de uma escola que leve à “ampliação de horizonte” dos estudantes é promovendo
(SEFFNER, Fernando. Três territórios a compreender, um bem precioso a defender: estratégias escolares e Ensino de História em tempos turbulentos. In: MONTEIRO, Ana Maria; RALEJO, Adriana. Cartografias da Pesquisa em ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X, 2019. p. 23)
Tendo como referência a reflexão do autor sobre o lugar da escola na educação dos jovens, é correto dizer que a melhor maneira do ensino de o História contribuir para a construção de uma escola que leve à “ampliação de horizonte” dos estudantes é promovendo
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Historiadores, interessados em analisar a trajetória política de
João Goulart, encontraram no documentário Jango, de Silvio
Tendler, um registro de época pleno de imagens e depoimentos
sobre a conjuntura política que culminou no golpe civil militar de
1964.
(Adaptado de: DELGADO, Lucília de Almeida Neves. Jango: cinema, história, memória e reconhecimento. In: DELGADO, Lucília de Almeida Neves; FERREIRA, Marieta de Moraes (orgs). História do tempo Presente. Rio de Janeiro: FGV, 2014)
Ao ler o trecho acima, o/a professor/a de História de ensino fundamental se interessou em usar o filme Jango em sala de aula. Para justificar o uso do filme perante a coordenação pedagógica, argumentou que o filme é adequado aos objetivos do ensino de História, pois
(Adaptado de: DELGADO, Lucília de Almeida Neves. Jango: cinema, história, memória e reconhecimento. In: DELGADO, Lucília de Almeida Neves; FERREIRA, Marieta de Moraes (orgs). História do tempo Presente. Rio de Janeiro: FGV, 2014)
Ao ler o trecho acima, o/a professor/a de História de ensino fundamental se interessou em usar o filme Jango em sala de aula. Para justificar o uso do filme perante a coordenação pedagógica, argumentou que o filme é adequado aos objetivos do ensino de História, pois
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A influência da expansão das ideias fascistas europeias faz da
década de 30 no Brasil um período de ascensão de ideias radicais
de direita. Este fato se constata pela presença nas livrarias de uma
abundante literatura sobre o fascismo italiano e o novo Estado
português. A publicação, neste período, de uma série de livros
analisando a situação política brasileira numa perspectiva
antiliberal, bem como o aparecimento de várias revistas e
movimentos ideológicos de orientação política fascista,
monarquista ou corporativista, comprovam a receptividade das
ideias autoritárias na década de 1930.”
(TRINDADE, Helgio. Integralismo: o fascismo brasileiro na década de 1930. São Paul, Rio de Janeiro: DIFEL, 1979. p. 97).
Para analisar o fenômeno político da ascensão do fascismo no Brasil dos anos 1930, deve-se considerar as mutações intelectuais na Primeira República que se explicitam a partir
(TRINDADE, Helgio. Integralismo: o fascismo brasileiro na década de 1930. São Paul, Rio de Janeiro: DIFEL, 1979. p. 97).
Para analisar o fenômeno político da ascensão do fascismo no Brasil dos anos 1930, deve-se considerar as mutações intelectuais na Primeira República que se explicitam a partir
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Por muito tempo, os reinos da Espanha moderna foram
denominados monarquias absolutistas. Nas últimas décadas,
porém, a historiografia promoveu uma grande revisão da história
política e avaliou a capacidade de governar e impor as leis
sancionadas pelos soberanos. Em lugar de absolutista, a grandiosa
Espanha de Carlos V e Felipe II recebeu a denominação de
Monarquia polissinodal, o que significa uma organização política
baseada nos Conselhos, onde o rei, a nobreza e o clero disputavam
a soberania sobre povos e territórios ainda pouco definidos. Para
além da dispersão do poder provocada pelos sínodos, o governo
era incapaz de controlar a totalidade do território e de mantê-lo
com instituições impessoais e duradouras.”
(RAMINELLI, Ronald. A era das conquistas: América espanhola, séculos XVI e XVII. Rio de Janeiro: FGV, 2013, p. 71)
Com base no texto, é correto interpretar que
(RAMINELLI, Ronald. A era das conquistas: América espanhola, séculos XVI e XVII. Rio de Janeiro: FGV, 2013, p. 71)
Com base no texto, é correto interpretar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- História GeralDescolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
- História GeralDemandas políticas e sociais no mundo atual
- História GeralQuestões Internacionais: história do tempo presente
O que aconteceu no ‘genocídio esquecido’ da Alemanha na
Namíbia, reconhecido após mais de um século? Não vai ser fácil
curar as feridas profundas e antigas deixadas pela Alemanha na
Namíbia, após o que agora é reconhecido como um genocídio
perpetrado por forças coloniais.
29 maio 2021 Autor: Tim Whewell*/BBC News, Namibia
Na sexta-feira (28), após mais de 100 anos, Berlim reconheceu oficialmente as atrocidades que cometeu durante a ocupação colonial da Namíbia e ofereceu ao país africano uma quantia em dinheiro como compensação.
Mas como se compensa a destruição de uma sociedade inteira? Que preço colocar?
A Alemanha concordou em pagar mais de 1 bilhão de dólares.
“À luz da responsabilidade histórica e moral da Alemanha, pediremos desculpas à Namíbia e aos descendentes das vítimas”, disse o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, na sexta-feira.
O governante alemão acrescentou que seu país, em um "gesto de reconhecimento do imenso sofrimento infligido às vítimas", apoiará o desenvolvimento da nação africana através de um programa que vai custar mais de 1,3 bilhões de dólares.
A quantia será paga em 30 anos e investida em infraestrutura, assistência médica e programas de treinamento que beneficiam comunidades afetadas.
Mas alguns líderes namibianos até agora se recusaram a apoiar o acordo, informou o jornal local New Era.
Na Namíbia, descendentes de vítimas e colonos debateram ferozmente sobre o valor financeiro associado ao genocídio.
Extraído: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57292909
O caso noticiado exemplifica práticas cada vez mais recorrentes das relações entre nações europeias e suas ex-colônias africanas. O conceito que melhor interpreta este fenômeno contemporâneo é
29 maio 2021 Autor: Tim Whewell*/BBC News, Namibia
Na sexta-feira (28), após mais de 100 anos, Berlim reconheceu oficialmente as atrocidades que cometeu durante a ocupação colonial da Namíbia e ofereceu ao país africano uma quantia em dinheiro como compensação.
Mas como se compensa a destruição de uma sociedade inteira? Que preço colocar?
A Alemanha concordou em pagar mais de 1 bilhão de dólares.
“À luz da responsabilidade histórica e moral da Alemanha, pediremos desculpas à Namíbia e aos descendentes das vítimas”, disse o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, na sexta-feira.
O governante alemão acrescentou que seu país, em um "gesto de reconhecimento do imenso sofrimento infligido às vítimas", apoiará o desenvolvimento da nação africana através de um programa que vai custar mais de 1,3 bilhões de dólares.
A quantia será paga em 30 anos e investida em infraestrutura, assistência médica e programas de treinamento que beneficiam comunidades afetadas.
Mas alguns líderes namibianos até agora se recusaram a apoiar o acordo, informou o jornal local New Era.
Na Namíbia, descendentes de vítimas e colonos debateram ferozmente sobre o valor financeiro associado ao genocídio.
Extraído: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57292909
O caso noticiado exemplifica práticas cada vez mais recorrentes das relações entre nações europeias e suas ex-colônias africanas. O conceito que melhor interpreta este fenômeno contemporâneo é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Embora se constitua num tema clássico da História do Tempo
presente talvez um dos fenômenos históricos com a mais ampla e
contraditória bibliografia, o fascismo conheceu uma vigorosa
retomada de interesse após o final da década de 1980, com novas
abordagens e teorias explicativas.”
(SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Fascismo. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; MEDEIROS, Sabrina Evangelista; VIANNA, Alexander Martins. Dicionário crítico do pensamento da Direita: ideias, instituições e personagens. Rio de Janeiro: MAUAD. 2000. p. 170)
Para analisar o contexto da nova produção historiográfica sobre o nazismo, devemos considerar que
(SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Fascismo. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; MEDEIROS, Sabrina Evangelista; VIANNA, Alexander Martins. Dicionário crítico do pensamento da Direita: ideias, instituições e personagens. Rio de Janeiro: MAUAD. 2000. p. 170)
Para analisar o contexto da nova produção historiográfica sobre o nazismo, devemos considerar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A questão da coerência interna do indivíduo, de seu
pertencimento a outros e de sua demarcação com relação aos
outros, é formulada de modo distinto em tempos diversos.
Atualmente, ela surge com força e intensidade no plano categorial
do pensamento histórico, com relação à humanidade, diante da
desumanidade experimentada e da humanização almejada.”
(RÜSEN, Jörn. Teoria da História: uma teoria da História como ciência. Curitiba: UFPR. 2015. p.145)
Com base no texto, o seguinte tema tem acompanhado atualmente o pensamento histórico:
(RÜSEN, Jörn. Teoria da História: uma teoria da História como ciência. Curitiba: UFPR. 2015. p.145)
Com base no texto, o seguinte tema tem acompanhado atualmente o pensamento histórico:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A luta pela sucessão política do Profeta durante os primeiros
séculos islâmicos tinha trazido consigo implicações para a questão
da autoridade religiosa. Quem tinha o direito de interpretar a
mensagem transmitida no Corão e a vida de Maomé? Para os xiitas
e os vários grupos deles derivados, a autoridade estava com uma
linha de imãs, intérpretes infalíveis da verdade contida no Corão.
Desde os primeiros tempos islâmicos, porém, a maioria de
muçulmanos nos países de língua árabe era sunita; o que significa,
rejeitava a ideia de um imã infalível, que poderia, num certo
sentido, prolongar a revelação da Vontade de Deus. Para eles, essa
Vontade fora revelada definitiva e completamente no suna do
Profeta, e os que tinham capacidade de interpretá-lo, os ulemás,
eram os guardiães da consciência moral da comunidade.”
(HOURANI, Albert. Uma História dos Povos Árabes. São Paulo: Companhia das Letras. 1994. p. 170)
Com base no texto, é correto concluir que o mundo islâmico apresentava
(HOURANI, Albert. Uma História dos Povos Árabes. São Paulo: Companhia das Letras. 1994. p. 170)
Com base no texto, é correto concluir que o mundo islâmico apresentava
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Assim, o líder de um movimento que agregue as fakenews à
construção de sua própria visão de mundo se destaca da manada
dos comuns. Não é um burocrata pragmático e fatalista como os
outros, mas um homem de ação, que constrói sua própria
realidade para responder aos anseios de seus discípulos. Na
Europa, como no resto do mundo, raiva política que capta os
temores e as aspirações de uma massa crescente do eleitorado,
enquanto os fatos dos que se as combatem inserem-se em um
discurso que não é mais tido como crível. Na prática, para os
adeptos dos populistas, a verdade dos fatos, tomados um a um,
não conta. O que é verdadeiro é a mensagem no seu conjunto, que
corresponde a seus sentimentos e suas sensações.”
(EMPOLI, Giuliano Da. Os engenheiros do caos. São Paulo: Vestígio, 2022. p.24)
Podemos dizer que o contexto político contemporâneo relatado pelo autor cria um ambiente propício para a deslegitimação do ensino de História, pois
(EMPOLI, Giuliano Da. Os engenheiros do caos. São Paulo: Vestígio, 2022. p.24)
Podemos dizer que o contexto político contemporâneo relatado pelo autor cria um ambiente propício para a deslegitimação do ensino de História, pois
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container