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Foram encontradas 50 questões.

Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.

Fico te devendo

Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.

Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.

Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.

Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.

Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.

(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)

Considere as frases do texto.

Os brasileiros são craques em transferir a culpa.

Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos.

Pela leitura dessas frases, pode-se afirmar que o autor

 

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Leia as notícias.
O sucesso do movimento pró-democracia no Leste Europeu em 1989 deveu muito a Václav Havel. O escritor liderou em Praga a Revolução de Veludo, que derrubou o regime comunista sem disparar um único tiro. Havel presidiu [o país] de 1993 até 2003. Morreu aos 75 anos.
(Época, 26.12.2011. Adaptado)
Governada por uma dinastia comunista há 63 anos, a (...) é um dos países mais fechados do mundo. (...) A morte do ditador comunista Kim Jong-il desolou seus seguidores e deixou um perigoso vazio político na (...).
(IstoÉ, 28.12.2011)
Os trechos referem-se, respectivamente, à
 

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Avalie as informações sobre o dobramento de desenhos.
I. Ao se efetuar a dobra de um papel, deve-se manter a legenda perfeitamente visível para identificação do desenho no canto inferior direito.
II. Os desenhos devem ser dobrados apenas quando o local de armazenamento for menor do que o formato do papel. Sempre que possível, deve-se evitar dobrar o papel.
III. O número de dobras do desenho depende do formato do papel e da posição utilizada, retrato ou paisagem.
Sobre as afirmações, está correto o contido em
 

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Considere o texto para responder à questão.

Ladrão invade casas em Osasco
só para “assaltar” geladeiras

Nada de dinheiro, joias ou eletrodomésticos. O bandido que tem despertado preocupação e também admiração nos moradores da Vila Quitaúna, bairro de Osasco (Grande São Paulo), quer saber mesmo é de furtar guloseimas das geladeiras de suas vítimas. Pelas contas dos moradores da região, cerca de dez casas já foram invadidas pelo ladrão esfomeado.

O jeito de agir é sempre o mesmo. Ele entra, come, troca de roupas e depois vai embora, deixando a casa desarrumada e muitos bens de valor para trás. Quando encontra alguém em casa, não é violento. Termina sua refeição e vai embora.

Na manhã de ontem, o ladrão de geladeiras pulou o muro da casa de uma bancária e entrou mesmo com o filho dela, de 10 anos, lá dentro. Chegou, abriu o refrigerador, tomou um suco direto da jarra. Depois, foi até o quarto.

“Ele disse para o meu filho que ia se trocar. Mas o menino disse que não, que no meu quarto só tinha roupas de mulher. Então, o ladrão simplesmente desistiu sem reclamar”. “Existiam coisas de valor, mas ele nem se interessou”, afirma surpresa a bancária.

Um dia antes, o excêntrico bandido havia entrado na casa do vizinho da bancária. Ele pulou um muro alto, foi à cozinha para fritar um ovo e foi embora. “Descobrimos só depois, porque ele deixou um pedaço de ovo jogado no quintal, embrulhado em um guardanapo igual aos que uso”, diz o analista de crédito. Segundo ele, no mesmo dia, o invasor foi mais uma vez até sua casa. Desta vez, abriu exceção e acabou levando R$ 20.

O criminoso passou dois dias em uma outra casa da vizinhança. Lá, ele comeu, bebeu e até chegou a sentar na laje da casa, de frente para a rua. Foi agarrado por um morador, mas fugiu.

Segundo vítimas, ele é branco, tem 1,60 m e aparenta 25 anos. A Polícia Civil não tem pistas do ladrão de geladeiras. Segundo o delegado, nenhuma das vítimas fez boletim de ocorrência.

O delegado diz que a suspeita é que o ladrão de geladeiras seja um morador de rua. “A Polícia Militar foi avisada e tem feito rondas na região”, diz o delegado.

(Folha de S. Paulo, 08.02.2008. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a frase.

O analista de crédito explicou _________ polícia que chegou_________conclusão de que o ladrão havia entrado em sua casa pela comida e pelo guardanapo deixados ________ porta da cozinha que dá para o quintal.

 

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Para responder à questão, considere a norma-padrão da língua portuguesa.

Assinale a alternativa que contém a frase escrita corretamente.

 

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No MS-Word 2007, de uma forma geral, clica-se duas vezes no botão Pincel, presente em um dos grupos da guia Início, quando se deseja
 

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Observe as informações da ilustração.
Enunciado 756917-1
(O Estado de S. Paulo, 06.04.2011)
De acordo com os dados apresentados, a razão entre o número de passageiros por metro quadrado adotado internacionalmente, como nível máximo de desconforto, e o número de passageiros por metro quadrado (em horário de pico) da Linha Vermelha do metrô paulistano, nessa ordem, é
 

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Considere o texto para responder à questão.

Ladrão invade casas em Osasco
só para “assaltar” geladeiras

Nada de dinheiro, joias ou eletrodomésticos. O bandido que tem despertado preocupação e também admiração nos moradores da Vila Quitaúna, bairro de Osasco (Grande São Paulo), quer saber mesmo é de furtar guloseimas das geladeiras de suas vítimas. Pelas contas dos moradores da região, cerca de dez casas já foram invadidas pelo ladrão esfomeado.

O jeito de agir é sempre o mesmo. Ele entra, come, troca de roupas e depois vai embora, deixando a casa desarrumada e muitos bens de valor para trás. Quando encontra alguém em casa, não é violento. Termina sua refeição e vai embora.

Na manhã de ontem, o ladrão de geladeiras pulou o muro da casa de uma bancária e entrou mesmo com o filho dela, de 10 anos, lá dentro. Chegou, abriu o refrigerador, tomou um suco direto da jarra. Depois, foi até o quarto.

“Ele disse para o meu filho que ia se trocar. Mas o menino disse que não, que no meu quarto só tinha roupas de mulher. Então, o ladrão simplesmente desistiu sem reclamar”. “Existiam coisas de valor, mas ele nem se interessou”, afirma surpresa a bancária.

Um dia antes, o excêntrico bandido havia entrado na casa do vizinho da bancária. Ele pulou um muro alto, foi à cozinha para fritar um ovo e foi embora. “Descobrimos só depois, porque ele deixou um pedaço de ovo jogado no quintal, embrulhado em um guardanapo igual aos que uso”, diz o analista de crédito. Segundo ele, no mesmo dia, o invasor foi mais uma vez até sua casa. Desta vez, abriu exceção e acabou levando R$ 20.

O criminoso passou dois dias em uma outra casa da vizinhança. Lá, ele comeu, bebeu e até chegou a sentar na laje da casa, de frente para a rua. Foi agarrado por um morador, mas fugiu.

Segundo vítimas, ele é branco, tem 1,60 m e aparenta 25 anos. A Polícia Civil não tem pistas do ladrão de geladeiras. Segundo o delegado, nenhuma das vítimas fez boletim de ocorrência.

O delegado diz que a suspeita é que o ladrão de geladeiras seja um morador de rua. “A Polícia Militar foi avisada e tem feito rondas na região”, diz o delegado.

(Folha de S. Paulo, 08.02.2008. Adaptado)

Considere a frase a seguir e assinale a alternativa que a completa com a correta relação entre os tempos verbais.

Embora a polícia não ________ pistas do excêntrico ladrão, _______________identificá-lo em breve, por isso intensificou as rondas no bairro.

 

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Avalie as afirmações sobre escalas, segundo as normas NBR 8195 e NBR 8196.
I. As escalas de redução devem ser utilizadas em todos os desenhos para reduzir o formato do papel a ser utilizado, facilitando, assim, a armazenagem.
II. Nas áreas de engenharia civil ou arquitetura, a escala mais utilizada é do tipo de redução e os valores normatizados e recomendados são: 1:100 000 e 1:25 000, entre outros.
III. As escalas de ampliação, utilizadas para visualizar peças pequenas, possuem valores normatizados, cujas escalas recomendadas são: 2:1, 5:1 e 10:1, entre outras.
Sobre as afirmações, está correto o contido em
 

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Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.

Fico te devendo

Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.

Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.

Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.

Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.

Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.

(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)

Leia as frases.

Muitas pessoas não assumem os compromissos e vivem empurrando os compromissos para o dia de São Nunca.

Quando há acusações, sejam falsas ou verdadeiras, as pessoas costumam refutar essas acusações exclamando: “Imagina!”.

Assinale a alternativa em que os pronomes substituem, corretamente, os termos em destaque, evitando a repetição desnecessária de palavras.

 

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