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Foram encontradas 50 questões.

Considere o texto para responder à questão.

Ladrão invade casas em Osasco
só para “assaltar” geladeiras

Nada de dinheiro, joias ou eletrodomésticos. O bandido que tem despertado preocupação e também admiração nos moradores da Vila Quitaúna, bairro de Osasco (Grande São Paulo), quer saber mesmo é de furtar guloseimas das geladeiras de suas vítimas. Pelas contas dos moradores da região, cerca de dez casas já foram invadidas pelo ladrão esfomeado.

O jeito de agir é sempre o mesmo. Ele entra, come, troca de roupas e depois vai embora, deixando a casa desarrumada e muitos bens de valor para trás. Quando encontra alguém em casa, não é violento. Termina sua refeição e vai embora.

Na manhã de ontem, o ladrão de geladeiras pulou o muro da casa de uma bancária e entrou mesmo com o filho dela, de 10 anos, lá dentro. Chegou, abriu o refrigerador, tomou um suco direto da jarra. Depois, foi até o quarto.

“Ele disse para o meu filho que ia se trocar. Mas o menino disse que não, que no meu quarto só tinha roupas de mulher. Então, o ladrão simplesmente desistiu sem reclamar”. “Existiam coisas de valor, mas ele nem se interessou”, afirma surpresa a bancária.

Um dia antes, o excêntrico bandido havia entrado na casa do vizinho da bancária. Ele pulou um muro alto, foi à cozinha para fritar um ovo e foi embora. “Descobrimos só depois, porque ele deixou um pedaço de ovo jogado no quintal, embrulhado em um guardanapo igual aos que uso”, diz o analista de crédito. Segundo ele, no mesmo dia, o invasor foi mais uma vez até sua casa. Desta vez, abriu exceção e acabou levando R$ 20.

O criminoso passou dois dias em uma outra casa da vizinhança. Lá, ele comeu, bebeu e até chegou a sentar na laje da casa, de frente para a rua. Foi agarrado por um morador, mas fugiu.

Segundo vítimas, ele é branco, tem 1,60 m e aparenta 25 anos. A Polícia Civil não tem pistas do ladrão de geladeiras. Segundo o delegado, nenhuma das vítimas fez boletim de ocorrência.

O delegado diz que a suspeita é que o ladrão de geladeiras seja um morador de rua. “A Polícia Militar foi avisada e tem feito rondas na região”, diz o delegado.

(Folha de S. Paulo, 08.02.2008. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a frase.

O analista de crédito explicou _________ polícia que chegou_________conclusão de que o ladrão havia entrado em sua casa pela comida e pelo guardanapo deixados ________ porta da cozinha que dá para o quintal.

 

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Para responder à questão, considere a norma-padrão da língua portuguesa.

Assinale a alternativa que contém a frase escrita corretamente.

 

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Como afirma Chiavenato, um dos principais teóricos do pensamento administrativo foi Max Weber (1864 – 1920), que considerava que as organizações são baseadas em três tipos de autoridade:
 

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A planta de uma fábrica foi criada originalmente numa escala 1:100.000 (um para cem mil). Um advogado, que queria visualizar detalhes dessa planta, solicitou que um desenhista a redesenhasse na escala 1:20.000 (um para vinte mil). Isso quer dizer que o desenhista ___________ vezes a planta original.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
 

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Observe as informações da ilustração.
Enunciado 756917-1
(O Estado de S. Paulo, 06.04.2011)
De acordo com os dados apresentados, a razão entre o número de passageiros por metro quadrado adotado internacionalmente, como nível máximo de desconforto, e o número de passageiros por metro quadrado (em horário de pico) da Linha Vermelha do metrô paulistano, nessa ordem, é
 

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Segundo a NR-32, na radiologia intraoral, todos os trabalhadores devem manter-se afastados do cabeçote e do paciente a uma distância mínima de
 

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Considere o texto para responder à questão.

Ladrão invade casas em Osasco
só para “assaltar” geladeiras

Nada de dinheiro, joias ou eletrodomésticos. O bandido que tem despertado preocupação e também admiração nos moradores da Vila Quitaúna, bairro de Osasco (Grande São Paulo), quer saber mesmo é de furtar guloseimas das geladeiras de suas vítimas. Pelas contas dos moradores da região, cerca de dez casas já foram invadidas pelo ladrão esfomeado.

O jeito de agir é sempre o mesmo. Ele entra, come, troca de roupas e depois vai embora, deixando a casa desarrumada e muitos bens de valor para trás. Quando encontra alguém em casa, não é violento. Termina sua refeição e vai embora.

Na manhã de ontem, o ladrão de geladeiras pulou o muro da casa de uma bancária e entrou mesmo com o filho dela, de 10 anos, lá dentro. Chegou, abriu o refrigerador, tomou um suco direto da jarra. Depois, foi até o quarto.

“Ele disse para o meu filho que ia se trocar. Mas o menino disse que não, que no meu quarto só tinha roupas de mulher. Então, o ladrão simplesmente desistiu sem reclamar”. “Existiam coisas de valor, mas ele nem se interessou”, afirma surpresa a bancária.

Um dia antes, o excêntrico bandido havia entrado na casa do vizinho da bancária. Ele pulou um muro alto, foi à cozinha para fritar um ovo e foi embora. “Descobrimos só depois, porque ele deixou um pedaço de ovo jogado no quintal, embrulhado em um guardanapo igual aos que uso”, diz o analista de crédito. Segundo ele, no mesmo dia, o invasor foi mais uma vez até sua casa. Desta vez, abriu exceção e acabou levando R$ 20.

O criminoso passou dois dias em uma outra casa da vizinhança. Lá, ele comeu, bebeu e até chegou a sentar na laje da casa, de frente para a rua. Foi agarrado por um morador, mas fugiu.

Segundo vítimas, ele é branco, tem 1,60 m e aparenta 25 anos. A Polícia Civil não tem pistas do ladrão de geladeiras. Segundo o delegado, nenhuma das vítimas fez boletim de ocorrência.

O delegado diz que a suspeita é que o ladrão de geladeiras seja um morador de rua. “A Polícia Militar foi avisada e tem feito rondas na região”, diz o delegado.

(Folha de S. Paulo, 08.02.2008. Adaptado)

Considere a frase a seguir e assinale a alternativa que a completa com a correta relação entre os tempos verbais.

Embora a polícia não ________ pistas do excêntrico ladrão, _______________identificá-lo em breve, por isso intensificou as rondas no bairro.

 

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Os quatro estilos motivacionais descritos por Allan Katcher, em sua obra “Gerenciando suas Forças”, receberam nomes bem simples e sugestivos que são:
 

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Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.

Fico te devendo

Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.

Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.

Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.

Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.

Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.

(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)

Leia as frases.

Muitas pessoas não assumem os compromissos e vivem empurrando os compromissos para o dia de São Nunca.

Quando há acusações, sejam falsas ou verdadeiras, as pessoas costumam refutar essas acusações exclamando: “Imagina!”.

Assinale a alternativa em que os pronomes substituem, corretamente, os termos em destaque, evitando a repetição desnecessária de palavras.

 

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Em nosso cotidiano profissional, temos diferentes tipos de comunicação presentes na empresa em que trabalhamos. Dois exemplos desses tipos de comunicação são
 

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