Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia as afirmações.
I. Em 2011, Lídia completou 32 anos de idade. Em 2012, irá comemorar, portanto, o seu trecentésimo terceiro aniversário.
II. Eu e Paulo costumamos se encontrar aos domingos na praça central.
III. Nunca se entusiasme muito com essas propagandas.
Considerando, respectivamente, o emprego do numeral (em I), o uso do pronome (em II) e a colocação pronominal (em III), pode-se afirmar que está correto, de acordo com a norma-padrão, apenas o contido em
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Leia o texto para responder à questão.
Pouco depois de ser divulgado um estudo norte-americano demonstrando que lembranças podem ser suprimidas de nosso cérebro, Paulo leu num jornal da cidade, na casa de Antônio, seu vizinho, anúncio sobre Instituto de Pesquisas que estava, desde o início do mês, em busca de voluntários que quisessem fazer exatamente o que fora noticiado: apagar da memória lembranças penosas. Aquilo mexeu com ele. Porque havia, sim, algo que queria apagar de sua memória, um doloroso trauma, uma recordação que não o deixava em paz há mais de trinta anos. Por que não recorrer à ciência e resolver o problema? Se se tratasse de uma dor no ombro, ou no joelho, ele não hesitaria em procurar o médico; nada indicava que não devesse fazer o mesmo com o sofrimento emocional. Assim pensando, já no dia seguinte, lá estava Paulo no Instituto de Pesquisas. Foi encaminhado a um jovem pesquisador, Doutor Marcelo, que garantiu manter sigilo absoluto.
O procedimento foi rápido, um aparelho foi colocado sobre seu crânio, Dr. Marcelo pediu que ele evocasse a recordação penosa e aí apertou um botão. Ouviu-se um zumbido e, no instante seguinte, ele já não lembrava daquilo que lhe causara tanto sofrimento. De que se tratava mesmo? De uma mulher que o rejeitara? De que mulher? Como se chamava? Onde vivia?
Ainda espantado, foi para casa, achando que sua vida se transformaria, poderia divertir-se muito. Realmente isso aconteceu, porém, mesmo assim, a inquietude persistia. Mas deu-se conta de que o que agora incomodava era o fato de ele ter esquecido. Queria lembrar o tal incidente esquecido, por mais deprimente que fosse. Voltaria a sofrer, mas o que ele agora buscava era a verdade, a amarga verdade. E só uma pessoa lhe poderia dizer qual era: Dr. Marcelo. Foi ao Instituto, falou com a secretária do Dr. Marcelo que arregalou os olhos: “– Mas você não sabe? O doutor morreu num acidente.” Sem uma palavra, ele voltou para casa, cabisbaixo e acabrunhado. Sua esperança é de que o destino, um dia, o faça encontrar-se com o seu passado.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo 23.07.07. Adaptado)
Em – ... apagar da memória lembranças penosas. (1.º parágrafo) – o significado contrário ao da palavra destacada é
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Considerando a concordância verbal, assinale a alternativa correta.
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Na questão, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases dadas.
Lídia ficou ____________ preocupada e ___________ vários documentos do Instituto.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Pouco depois de ser divulgado um estudo norte-americano demonstrando que lembranças podem ser suprimidas de nosso cérebro, Paulo leu num jornal da cidade, na casa de Antônio, seu vizinho, anúncio sobre Instituto de Pesquisas que estava, desde o início do mês, em busca de voluntários que quisessem fazer exatamente o que fora noticiado: apagar da memória lembranças penosas. Aquilo mexeu com ele. Porque havia, sim, algo que queria apagar de sua memória, um doloroso trauma, uma recordação que não o deixava em paz há mais de trinta anos. Por que não recorrer à ciência e resolver o problema? Se se tratasse de uma dor no ombro, ou no joelho, ele não hesitaria em procurar o médico; nada indicava que não devesse fazer o mesmo com o sofrimento emocional. Assim pensando, já no dia seguinte, lá estava Paulo no Instituto de Pesquisas. Foi encaminhado a um jovem pesquisador, Doutor Marcelo, que garantiu manter sigilo absoluto.
O procedimento foi rápido, um aparelho foi colocado sobre seu crânio, Dr. Marcelo pediu que ele evocasse a recordação penosa e aí apertou um botão. Ouviu-se um zumbido e, no instante seguinte, ele já não lembrava daquilo que lhe causara tanto sofrimento. De que se tratava mesmo? De uma mulher que o rejeitara? De que mulher? Como se chamava? Onde vivia?
Ainda espantado, foi para casa, achando que sua vida se transformaria, poderia divertir-se muito. Realmente isso aconteceu, porém, mesmo assim, a inquietude persistia. Mas deu-se conta de que o que agora incomodava era o fato de ele ter esquecido. Queria lembrar o tal incidente esquecido, por mais deprimente que fosse. Voltaria a sofrer, mas o que ele agora buscava era a verdade, a amarga verdade. E só uma pessoa lhe poderia dizer qual era: Dr. Marcelo. Foi ao Instituto, falou com a secretária do Dr. Marcelo que arregalou os olhos: “– Mas você não sabe? O doutor morreu num acidente.” Sem uma palavra, ele voltou para casa, cabisbaixo e acabrunhado. Sua esperança é de que o destino, um dia, o faça encontrar-se com o seu passado.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo 23.07.07. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta expressão empregada em sentido figurado.
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Leia o texto para responder à questão.
Pouco depois de ser divulgado um estudo norte-americano demonstrando que lembranças podem ser suprimidas de nosso cérebro, Paulo leu num jornal da cidade, na casa de Antônio, seu vizinho, anúncio sobre Instituto de Pesquisas que estava, desde o início do mês, em busca de voluntários que quisessem fazer exatamente o que fora noticiado: apagar da memória lembranças penosas. Aquilo mexeu com ele. Porque havia, sim, algo que queria apagar de sua memória, um doloroso trauma, uma recordação que não o deixava em paz há mais de trinta anos. Por que não recorrer à ciência e resolver o problema? Se se tratasse de uma dor no ombro, ou no joelho, ele não hesitaria em procurar o médico; nada indicava que não devesse fazer o mesmo com o sofrimento emocional. Assim pensando, já no dia seguinte, lá estava Paulo no Instituto de Pesquisas. Foi encaminhado a um jovem pesquisador, Doutor Marcelo, que garantiu manter sigilo absoluto.
O procedimento foi rápido, um aparelho foi colocado sobre seu crânio, Dr. Marcelo pediu que ele evocasse a recordação penosa e aí apertou um botão. Ouviu-se um zumbido e, no instante seguinte, ele já não lembrava daquilo que lhe causara tanto sofrimento. De que se tratava mesmo? De uma mulher que o rejeitara? De que mulher? Como se chamava? Onde vivia?
Ainda espantado, foi para casa, achando que sua vida se transformaria, poderia divertir-se muito. Realmente isso aconteceu, porém, mesmo assim, a inquietude persistia. Mas deu-se conta de que o que agora incomodava era o fato de ele ter esquecido. Queria lembrar o tal incidente esquecido, por mais deprimente que fosse. Voltaria a sofrer, mas o que ele agora buscava era a verdade, a amarga verdade. E só uma pessoa lhe poderia dizer qual era: Dr. Marcelo. Foi ao Instituto, falou com a secretária do Dr. Marcelo que arregalou os olhos: “– Mas você não sabe? O doutor morreu num acidente.” Sem uma palavra, ele voltou para casa, cabisbaixo e acabrunhado. Sua esperança é de que o destino, um dia, o faça encontrar-se com o seu passado.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo 23.07.07. Adaptado)
Na frase – Queria lembrar o tal incidente esquecido, por mais deprimente que fosse. (3.º parágrafo) – a palavra destacada significa
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