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A ciência era aquilo_______ os economistas chamam
de “externalidade”, uma atividade que tem efeito econômico, mas________ custo ou benefício não é reconhecido
nos preços do mercado. Há externalidades positivas ou
negativas.
Enquanto Paul Romer descobriu como medir o efeito
positivo das ideias e invenções dentro da economia, seu
co-laureado dedicou-se_______ decifração da principal
externalidade negativa contemporânea:________ emissão de
gases responsáveis pelas mudanças climáticas.
(Hélio Gurovitz, Época, 15.10.2018. Adaptado)
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O senhor argumenta que a inteligência artificial
poderá introduzir novas formas de preconceito. Como
isso se daria?
No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos
de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva.
Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada
pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso
que a média. Bancos e outras corporações já estão usando
algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar
decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo,
é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O
algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento,
seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu
plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes,
o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina
alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se
recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por
quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por
que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não
sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque
ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina
avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros,
esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e
se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?
(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
O senhor argumenta que a inteligência artificial
poderá introduzir novas formas de preconceito. Como
isso se daria?
No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos
de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva.
Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada
pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso
que a média. Bancos e outras corporações já estão usando
algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar
decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo,
é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O
algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento,
seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu
plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes,
o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina
alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se
recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por
quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por
que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não
sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque
ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina
avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros,
esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e
se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?
(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado.
Assinale a alternativa que reescreve trecho dessa passagem empregando corretamente essas expressões.
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- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
A ciência era aquilo_______ os economistas chamam
de “externalidade”, uma atividade que tem efeito econômico, mas________ custo ou benefício não é reconhecido
nos preços do mercado. Há externalidades positivas ou
negativas.
Enquanto Paul Romer descobriu como medir o efeito
positivo das ideias e invenções dentro da economia, seu
co-laureado dedicou-se_______ decifração da principal
externalidade negativa contemporânea:________ emissão de
gases responsáveis pelas mudanças climáticas.
(Hélio Gurovitz, Época, 15.10.2018. Adaptado)
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O senhor argumenta que a inteligência artificial
poderá introduzir novas formas de preconceito. Como
isso se daria?
No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos
de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva.
Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada
pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso
que a média. Bancos e outras corporações já estão usando
algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar
decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo,
é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O
algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento,
seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu
plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes,
o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina
alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se
recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por
quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por
que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não
sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque
ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina
avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros,
esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e
se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?
(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
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O senhor argumenta que a inteligência artificial
poderá introduzir novas formas de preconceito. Como
isso se daria?
No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos
de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva.
Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada
pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso
que a média. Bancos e outras corporações já estão usando
algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar
decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo,
é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O
algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento,
seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu
plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes,
o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina
alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se
recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por
quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por
que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não
sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque
ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina
avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros,
esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e
se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?
(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
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O senhor argumenta que a inteligência artificial
poderá introduzir novas formas de preconceito. Como
isso se daria?
No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos
de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva.
Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada
pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso
que a média. Bancos e outras corporações já estão usando
algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar
decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo,
é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O
algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento,
seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu
plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes,
o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina
alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se
recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por
quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por
que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não
sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque
ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina
avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros,
esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e
se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?
(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
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Quanto aos procedimentos de auditoria,
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