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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeRegênciaRegência Verbal
- SintaxeRegênciaRegência Nominal
- SintaxeConcordânciaConcordância Nominal
Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/textos-sobre-familia. Acesso em 22/11/2022
Sobre o trecho “Serei um empecilho PARA O ÊXITO DE VOCÊS.”, os termos destacados indicam um exemplo de
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Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/textos-sobre-familia. Acesso em 22/11/2022
Assinale a alternativa cujo termo em parênteses NÃO tem o mesmo significado do termo destacado.
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Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/textos-sobre-familia. Acesso em 22/11/2022
Sobre Regência Verbal, analise os itens abaixo:
I. “Para fugir AOS HORRORES DA GUERRA...” – os termos destacados são complemento do verbo “fugir”, regido de preposição. II. “...alcançariam o país vizinho e estariam a salvo.” – ambos os verbos são transitivos diretos . III. “Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse...” – ambos os verbos pedem complementos e estes são denominados objetos indiretos. IV. “Precisamos do senhor.” – se o verbo “precisar” fosse substituído por “valorizar”, estaria correto o trecho: valorizamos ao senhor. V. “Passem-me o bebê.” – o verbo pede dois complementos, sendo um o objeto direto ( me) e o outro objeto indireto (o bebê). |
Está CORRETO o que se afirma em
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Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
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Quanto à Colocação Pronominal, analise os itens abaixo:
I. “Reuniram-se e planejaram os detalhes.” II. “Deixem-me”, falou ele.” III. “Passem-me o bebê.” IV. “...a desistir das lutas que lhe competem.” V. “O filho não se deu por vencido.” |
Em qual(ais) item(ns), o pronome poderia também estar enclítico ao verbo, e isso não caracterizaria desobediência às normas gramaticais vigentes?
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoEquivalência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
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No que concerne à Concordância, analise os itens abaixo:
I. “Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu.” – se o termo “idoso” fosse substituído por “a anciã”, estaria correto o trecho: vencida pelas argumentações, a anciã cedeu. II. “Viu as fisionomias cansadas de todos.”- se ao termo “fisionomias” fosse acrescido o termo “ os corpos”, estaria correto o trecho: Viu as fisionomias e os corpos cansadas de todos. III. “O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo.” – se o termo “garoto” fosse substituído por “crianças”, estaria correto o trecho: as crianças eram tão magrinhas e pareciam estarem realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fado. |
Está CORRETO o que se afirma em
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Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
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Sobre Coordenação e Subordinação, analise os itens abaixo:
I. “Reuniram-se e planejaram os detalhes.” II. “Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu.” III. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” IV. “Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra.” |
Assinale a alternativa que apresenta uma justificativa CORRETA.
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Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
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A começar pelo título “Sua vez, vovô...”, a vírgula foi empregada para separar um termo que invoca alguém. Em qual alternativa abaixo, a vírgula foi utilizada obedecendo a essa mesma regra?
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Texto 03 para as questões de 08 a 18.
Sua vez, vovô… Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. Reuniram-se e planejaram os detalhes. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura. – “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.” Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que, se ele não fosse, eles também ali permaneceriam. Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: – “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.” – “De forma alguma, o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho. – “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.” O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: – “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.” O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou. – “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.” – “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” Se alguém a seu lado está prestes a desistir das lutas que lhe competem, ofereça-lhe um incentivo. Recorde a importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o de que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir até a vitória final. |
Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/textos-sobre-familia. Acesso em 22/11/2022
Do texto 03, extrai-se
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Texto 02 para as questões de 05 a 07.
O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência para se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis. (José de Alencar) |
Disponível em: https://www.pensador.com/mensagens_de_otimismo/Acesso em 22/11/2022.
Observe os itens abaixo sobre Pontuação:
I. “O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência...” II. “Mesmo não atingindo o alvo, quem busca...” III. “...e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis.” |
Sobre as vírgulas existentes acima, em que item (ns) ela é facultativa?
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Texto 02 para as questões de 05 a 07.
O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência para se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis. (José de Alencar) |
Disponível em: https://www.pensador.com/mensagens_de_otimismo/Acesso em 22/11/2022.
De acordo com o autor do texto 02,
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