Foram encontradas 765 questões.
3533460
Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
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Asinalização de regulamentação nas vias internas pertencentes a condomínios constituídos por unidades autônomas, após aprovado o
projeto pelo órgão de trânsito com circunscrição sobre a via, deve ser implantada e mantida:
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3533459
Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
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Os gestos do agente de trânsito, que estão previstos no CTB, praticados durante uma operação de trânsito, é(são) considerado(a)(os):
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3533458
Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
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Quando não houver sinalização específica no local, nas operações de carga ou descarga, o veículo deverá estacionar na via de que
forma?
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3533457
Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
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De acordo com as normas gerais de circulação e conduta previstas no CTB, para fazer as advertências necessárias a fim de evitar
sinistros de trânsito, o condutor com seu veículo em movimento deve utilizar:
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3533456
Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Piranhas-PB
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De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), quando trata das normas gerais de circulação e conduta, que devem ser
respeitadas e obedecidas por pedestres, condutores e passageiros de veículos, dentre outros, assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com Lima (2007, p. 161), “o homem sempre utilizou metais em seus inventos, arte e artesanato. A história do trabalho de
aproveitamento dos metais pelo homem artesão confunde-se com a história humana”.Até hoje, metais como cobre, ferro, zinco, prata,
ouro, latão, arame, chumbo e latas aproveitadas são constantes na fabricação artesanal e da arte popular. Na Paraíba, o artesanato de
metais é utilizado em vários segmentos, por exemplo, nos cultos de umbanda, assim como na arte popular em geral, quando artistas
trabalham peças de sucatas para construir figuras populares.
Fonte: LIMA, Silvia Almeida de Oliveira Cunha (Coord.). Artesanato e Arte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Dentre as opções abaixo, assinale apenas aquela que destaca a utilização de uma obra popular em ferro, e que até os dias de hoje inspira reações das mais diversas, influenciando o imaginário da cultura local.
Fonte: LIMA, Silvia Almeida de Oliveira Cunha (Coord.). Artesanato e Arte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Dentre as opções abaixo, assinale apenas aquela que destaca a utilização de uma obra popular em ferro, e que até os dias de hoje inspira reações das mais diversas, influenciando o imaginário da cultura local.
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Mulher Rendeira (Versão de Zé do Norte de Cajazeiras)
Olê, mulher rendeira
Olê, mulher renda
Tu me ensina a fazer renda
Que eu te ensino a namorar
Lampião desceu a serra
Deu um baile em Cajazeiras
Botou moça donzela
Pra cantar “Mulher Rendeira”
As moças da vila Bela
Não tem mais ocupação
E só vivem na janela
Namorando Lampião
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007, p. 104. NORTE, Zé do. Cancioneiro popular.
Segundo a tradição oral, os cantares compartilhados de geração a geração são muito fortes e as relações se intensificam nesse processo de transmissão de saberes, fazeres e conhecimentos, enfim, como afirma Lima (2007, p. 104): “nas comunidades onde a presença da renda é mais antiga, nos depoimentos dos artesãos, muitas vezes, octogenários, percebe-se uma mistura das memórias do trabalho, com histórias dos cangaceiros, tão bem divulgadas pelo Brasil afora, através de canções como Mulher Rendeira.
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Analise as afirmações a seguir, que abordam esse núcleo de transmissão oral.
I- O berço da renda nordestina é o agreste, e na Paraíba destacam-se os municípios localizados no Cariri e noAgreste. Nestas áreas, aprender a rendar é quase um ritual de passagem, pois, quando chegam à adolescência, as meninas são introduzidas na arte da renda, embora hoje homens, e até mesmo crianças, pratiquem essa atividade.
II- Na comunidade Chã dos Pereira, distrito do Município de Ingá, há cinco gerações de rendeiras. Missionárias europeias introduziram a técnica do labirinto e, hoje, tal atividade garante o sustento de dezenas de famílias.
III- Os meninos são geralmente deixados de lado em relação às meninas para dar continuidade à tradição da renda na Paraíba.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Olê, mulher rendeira
Olê, mulher renda
Tu me ensina a fazer renda
Que eu te ensino a namorar
Lampião desceu a serra
Deu um baile em Cajazeiras
Botou moça donzela
Pra cantar “Mulher Rendeira”
As moças da vila Bela
Não tem mais ocupação
E só vivem na janela
Namorando Lampião
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007, p. 104. NORTE, Zé do. Cancioneiro popular.
Segundo a tradição oral, os cantares compartilhados de geração a geração são muito fortes e as relações se intensificam nesse processo de transmissão de saberes, fazeres e conhecimentos, enfim, como afirma Lima (2007, p. 104): “nas comunidades onde a presença da renda é mais antiga, nos depoimentos dos artesãos, muitas vezes, octogenários, percebe-se uma mistura das memórias do trabalho, com histórias dos cangaceiros, tão bem divulgadas pelo Brasil afora, através de canções como Mulher Rendeira.
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Analise as afirmações a seguir, que abordam esse núcleo de transmissão oral.
I- O berço da renda nordestina é o agreste, e na Paraíba destacam-se os municípios localizados no Cariri e noAgreste. Nestas áreas, aprender a rendar é quase um ritual de passagem, pois, quando chegam à adolescência, as meninas são introduzidas na arte da renda, embora hoje homens, e até mesmo crianças, pratiquem essa atividade.
II- Na comunidade Chã dos Pereira, distrito do Município de Ingá, há cinco gerações de rendeiras. Missionárias europeias introduziram a técnica do labirinto e, hoje, tal atividade garante o sustento de dezenas de famílias.
III- Os meninos são geralmente deixados de lado em relação às meninas para dar continuidade à tradição da renda na Paraíba.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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“O caráter popular da arte não depende do consumo e sim da análise do que se faz do seu conteúdo. O escritor e intelectual Mário de
Andrade verificou, a seu tempo, uma diminuição considerável da distância entre as artes popular e erudita e apontava o equilíbrio
existente em algumas produções”, conforme Lima (2007, p. 29).
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
A partir desse pensamento, analise as seguintes afirmações.
I- Uma obra erudita pode se transformar em arte popular, desde que apresente elementos regionais e de fácil compreensão do povo, a exemplo do que se pode observar em objetos de cerâmica e nos objetos decorativos cuja coletividade determina a sua funcionalidade (a exemplo de obras como ex-votos, talhas, bonecos, santos, gravuras e xilogravuras etc.).
II- Atualmente, surge uma tendência para aceitar a arte popular como parte integrante do conjunto das artes sem distinções com a erudita. Daí advém a atuação de artistas tidos como contemporâneos atuando e aceitos como artesãos, quando suas obras, muitas vezes, reproduzidas em série, incorporam-se ao artesanato local.
III- As peças do artesanato e da arte popular paraibana não apresentam grande relevância no cenário regional e nacional.
IV- O artesão e o artista têm formas diferentes de concepção, produção, divulgação e interpretação de suas obras. Por isso, não há diálogo entre eles.
V- O reconhecimento do artesão e do artista popular depende da validação de mecenas e galeristas de arte e da história da arte.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
A partir desse pensamento, analise as seguintes afirmações.
I- Uma obra erudita pode se transformar em arte popular, desde que apresente elementos regionais e de fácil compreensão do povo, a exemplo do que se pode observar em objetos de cerâmica e nos objetos decorativos cuja coletividade determina a sua funcionalidade (a exemplo de obras como ex-votos, talhas, bonecos, santos, gravuras e xilogravuras etc.).
II- Atualmente, surge uma tendência para aceitar a arte popular como parte integrante do conjunto das artes sem distinções com a erudita. Daí advém a atuação de artistas tidos como contemporâneos atuando e aceitos como artesãos, quando suas obras, muitas vezes, reproduzidas em série, incorporam-se ao artesanato local.
III- As peças do artesanato e da arte popular paraibana não apresentam grande relevância no cenário regional e nacional.
IV- O artesão e o artista têm formas diferentes de concepção, produção, divulgação e interpretação de suas obras. Por isso, não há diálogo entre eles.
V- O reconhecimento do artesão e do artista popular depende da validação de mecenas e galeristas de arte e da história da arte.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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“Imaginação e criatividade enriquecem a prática artesanal do trabalho com o barro que, no território paraibano, remonta à época précolonial brasileira. Hoje, praticamente todos os municípios do Estado da Paraíba possuem alguma produção de artefatos feitos com
argila, tais como louças, telhas, manilhas, potes, alguidares e fornos, dentre outros” (Lima, 2007, p. 37). Dentre as peças produzidas
com o barro, domina uma produção de cerâmica utilitária; porém, muitas vezes as peças ultrapassam es a função, constituindo-se em s
objetos de decoração.
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Assinale a alternativa CORRETA a partir das cidades onde é mais presente a produção de cerâmica na Paraíba, conforme afirmativas abaixo.
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Assinale a alternativa CORRETA a partir das cidades onde é mais presente a produção de cerâmica na Paraíba, conforme afirmativas abaixo.
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“Os brinquedos populares aparecem em todas as sociedades, desde as mais remotas, pois o brinquedo é considerado peça fundamental
para o desenvolvimento intelectual e coordenação motora da criança. Além de agir de forma interativa com o mundo de fantasias
infantis, ele aproxima a criança da realidade social em que vive. O brinquedo artesanal possui uma identidade cultural e encanta todas
as crianças, ricas ou pobres, de quaisquer idades ou classes sociais, uma vez que é universal a necessidade de jogar e brincar
experimentada pela criança”, segundo Melo e Rodriguez (2012, p. 161-162).
Fonte: MELO,Antônio Sérgio Tavares de; RODRIGUEZ, Janete Lins. Paraíba: desenvolvimento econômico e a questão ambiental. 3. ed. João Pessoa: Grafset, 2012.
Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa cuja afirmação identifica o conceito de “brinquedo popular” no contexto do artesanato paraibano.
Fonte: MELO,Antônio Sérgio Tavares de; RODRIGUEZ, Janete Lins. Paraíba: desenvolvimento econômico e a questão ambiental. 3. ed. João Pessoa: Grafset, 2012.
Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa cuja afirmação identifica o conceito de “brinquedo popular” no contexto do artesanato paraibano.
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