Foram encontradas 72 questões.
2159882
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
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Considere as três sentenças abaixo:
- O carro de João é preto.
- 2+ 3 = 4
- \( \dfrac{x+y}{3} \) é um número inteiro.
O número de sentenças que podem ser consideradas proposições é igual a:
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2158425
Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
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A mitose, processo de divisão celular, ocorre em quatro fases
básicas, na seguinte ordem:
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2158424
Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
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Os seres vivos estão classificados em cinco reinos. Os
organismos procariontes, por sua vez, estão inseridos no reino:
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2158423
Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
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- DoençasIST: Infecções Sexualmente TransmissíveisIST's e Métodos Contraceptivos
- Qualidade de vida das populações humanas
Existem diversos métodos contraceptivos para evitar uma
gravidez indesejada, bem como infecções sexualmente
transmissíveis. Entre eles, há os chamados "métodos de barreira"
como:
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2158341
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Provas:
- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
- Lógica ProposicionalProposições
A negação da proposição “À noite todos os homens
dormem.” está corretamente indicada na seguinte opção:
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2156710
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
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Texto I
Perguntar é preciso?
Gustavo Bernardo
Não deixa de ser curioso perceber que a escola vive de fazer
perguntas, mas pouco ensina a perguntar. Por que isso
acontece?
Talvez porque as perguntas que se façam na escola não
sejam, em sua maioria, perguntas autênticas. O professor que
pergunta já sabe a resposta. Logo, suas perguntas são antes
retóricas, formuladas não para se explorar uma dúvida real, mas
sim para levar os alunos à resposta que ele deseja. O autor de
uma pergunta autêntica, ao contrário, não sabe previamente a
sua resposta – ele pergunta porque não sabe e quer saber.
A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é
realizada por aquele professor que fala com lacunas: “Quem
descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Ca...? ... Bral, muito bem!”.
Mas chamar a pergunta retórica de “inautêntica” sugere que ela é
apenas negativa, quando na verdade pode ser útil tanto para fixar
o conhecimento quanto para avaliá-lo (com a exceção do caso
extremo acima). Chamemo-la, então, de “escolar”.
Por que o professor precisa fazer também perguntas
autênticas? Primeiro e mais do que tudo, para dar o exemplo de
uma maneira de pensar curiosa, inquisitiva, especulativa, em
resumo: científica. Não há método de educação mais eficiente do
que o velho método do exemplo. Se, como professor, passo para
o meu aluno o exemplo de uma atitude especulativa e
responsável, levo-o a ter a mesma atitude, ou seja, lhe ensino o
principal: não fórmulas decoradas, mas sim como chegar por si
mesmo às fórmulas existentes e ainda produzir novas, mais
eficientes.
O bom exemplo do professor perguntador acompanha uma
metodologia da pergunta. Deve-se estimular o aluno a expressar
as suas dúvidas reais, tanto oralmente quanto por escrito.
Depois, deve-se mostrar como ajuda usar perguntas para estudar
–por exemplo pedindo, como trabalho a ser avaliado, dez
perguntas autênticas sobre o livro que estiver sendo lido. Apenas
a discussão das perguntas formuladas pelos alunos já oferece a
oportunidade para aulas ótimas.
Deve-se mostrar, ainda, como ajuda usar perguntas para
escrever qualquer redação. Veja o leitor como terminei o primeiro
parágrafo e como comecei o quarto parágrafo deste texto: com
perguntas. Cada uma delas não só me ajuda a desenvolver o meu
raciocínio como também ajuda o leitor a acompanhá-lo. A
redação sempre parece mais inteligente, e deixa o seu leitor
igualmente mais inteligente, quando se desenvolve através de
perguntas.
Entretanto, meu leitor, sempre crítico, pode dizer que as
minhas perguntas se confundem com perguntas retóricas,
escolares ou inautênticas (como queiramos chamá-las). Ora,
caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a
ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes
de ser escrita, o que não é verdade. O pensamento se forma à
medida em que é formado, isto é, à medida em que o
expressamos. Só fica claro o que quero dizer quando o digo. Por
isso, as perguntas que faço para o meu próprio texto me ajudam
sobremaneira a pensar e, portanto, a chegar às minhas respostas
e deixá-las claras para o leitor - leitor este que, quando me lê,
sente-se contemplado por um pensamento que respeita o seu
próprio pensamento, ou seja, as suas próprias dúvidas.
Fonte: BERNARDO, Gustavo. Conversas com um professor de literatura.
Rio de Janeiro: Rocco,2013. Adaptado.
O termo em destaque apresenta uma marca de:
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2156709
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Provas:
Texto I
Perguntar é preciso?
Gustavo Bernardo
Não deixa de ser curioso perceber que a escola vive de fazer
perguntas, mas pouco ensina a perguntar. Por que isso
acontece?
Talvez porque as perguntas que se façam na escola não
sejam, em sua maioria, perguntas autênticas. O professor que
pergunta já sabe a resposta. Logo, suas perguntas são antes
retóricas, formuladas não para se explorar uma dúvida real, mas
sim para levar os alunos à resposta que ele deseja. O autor de
uma pergunta autêntica, ao contrário, não sabe previamente a
sua resposta – ele pergunta porque não sabe e quer saber.
A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é
realizada por aquele professor que fala com lacunas: “Quem
descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Ca...? ... Bral, muito bem!”.
Mas chamar a pergunta retórica de “inautêntica” sugere que ela é
apenas negativa, quando na verdade pode ser útil tanto para fixar
o conhecimento quanto para avaliá-lo (com a exceção do caso
extremo acima). Chamemo-la, então, de “escolar”.
Por que o professor precisa fazer também perguntas
autênticas? Primeiro e mais do que tudo, para dar o exemplo de
uma maneira de pensar curiosa, inquisitiva, especulativa, em
resumo: científica. Não há método de educação mais eficiente do
que o velho método do exemplo. Se, como professor, passo para
o meu aluno o exemplo de uma atitude especulativa e
responsável, levo-o a ter a mesma atitude, ou seja, lhe ensino o
principal: não fórmulas decoradas, mas sim como chegar por si
mesmo às fórmulas existentes e ainda produzir novas, mais
eficientes.
O bom exemplo do professor perguntador acompanha uma
metodologia da pergunta. Deve-se estimular o aluno a expressar
as suas dúvidas reais, tanto oralmente quanto por escrito.
Depois, deve-se mostrar como ajuda usar perguntas para estudar
–por exemplo pedindo, como trabalho a ser avaliado, dez
perguntas autênticas sobre o livro que estiver sendo lido. Apenas
a discussão das perguntas formuladas pelos alunos já oferece a
oportunidade para aulas ótimas.
Deve-se mostrar, ainda, como ajuda usar perguntas para
escrever qualquer redação. Veja o leitor como terminei o primeiro
parágrafo e como comecei o quarto parágrafo deste texto: com
perguntas. Cada uma delas não só me ajuda a desenvolver o meu
raciocínio como também ajuda o leitor a acompanhá-lo. A
redação sempre parece mais inteligente, e deixa o seu leitor
igualmente mais inteligente, quando se desenvolve através de
perguntas.
Entretanto, meu leitor, sempre crítico, pode dizer que as
minhas perguntas se confundem com perguntas retóricas,
escolares ou inautênticas (como queiramos chamá-las). Ora,
caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a
ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes
de ser escrita, o que não é verdade. O pensamento se forma à
medida em que é formado, isto é, à medida em que o
expressamos. Só fica claro o que quero dizer quando o digo. Por
isso, as perguntas que faço para o meu próprio texto me ajudam
sobremaneira a pensar e, portanto, a chegar às minhas respostas
e deixá-las claras para o leitor - leitor este que, quando me lê,
sente-se contemplado por um pensamento que respeita o seu
próprio pensamento, ou seja, as suas próprias dúvidas.
Fonte: BERNARDO, Gustavo. Conversas com um professor de literatura.
Rio de Janeiro: Rocco,2013. Adaptado.
Em relação ao ato de pensar, as formas verbais em destaque produzem um efeito de:
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Questão presente nas seguintes provas
2156708
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
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Texto II
Erguer a voz
Escrever foi uma maneira de capturar, agarrar a fala e mantêla por perto. E então eu escrevia os pedacinhos de conversas,
fazendo confissões a diários baratos que logo caíam aos pedaços
de tanto serem manuseados, expressando a intensidade da
minha tristeza, a angústia da fala - por estar sempre dizendo a
coisa errada, fazendo as perguntas erradas. Eu não conseguia
restringir meu discurso aos limites e às preocupações
necessárias da vida. Escondia esses escritos embaixo da cama,
em enchimentos de travesseiros, entre roupas íntimas gastas
penduradas. Quando minhas irmãs os encontravam e liam, elas
me ridicularizavam e zombavam de mim, debochando. Eu me
sentia violentada, envergonhada, como se partes secretas do
meu eu tivessem sido expostas, trazidas para fora e penduradas
como roupa recém-lavada a céu aberto para todo mundo ver. O
medo da exposição, o medo de que os sentimentos mais
profundos e os pensamentos mais íntimos fossem desprezados
como meros devaneios, sentido por tantas garotas jovens que
guardam diários, que recebem e escondem a fala, parece-me
agora uma das barreiras que as mulheres sempre precisaram e
ainda precisam destruir para que não sejamos mais empurradas
para o segredo e o silêncio.
Apesar de meus sentimentos de violação, de exposição,
continuei a falar e a escrever, escolhendo bem meus
esconderijos, aprendendo a destruir o trabalho quando nenhum
lugar seguro podia ser encontrado. Nunca fui ensinada ao
silêncio absoluto; fui ensinada a que era importante falar, mas a
conversar uma conversa que era em si um silêncio. Questionar a
autoridade, levantar questões que não eram consideradas
assuntos apropriados trazia dor, punições – como dizer à mamãe
que eu queria morrer antes dela porque não conseguiria viver
sem ela; essa era uma conversa doida e esse jeito doido, menina,
vai acabar lá no hospício de Western State.
Fonte: HOOKS, Bell. Erguer a voz. São Paulo:Elefante,2019
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2149373
Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Provas:
Dentre os princípios com base nos quais o ensino deverá ser
ministrado, apontados na Lei de Diretrizes de Bases da Educação
Nacional (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996), encontra-se
a:
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2149372
Ano: 2022
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Provas:
A diretora da escola X, de ensino fundamental, toma
conhecimento de que o aluno Mauro é excessivamente faltoso e
sofre maus tratos em casa. De acordo com o Art. 56 do Estatuto
da Criança e do Adolescente – ECA(1990), ela deverá comunicar
o fato:
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