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Respondida
Os contratos de parceria público-privadas, regidos pela Lei Federal n° 11.079/2004, possuem características específicas, que os
diferenciam de outras modalidades contratuais, entre as quais,
Respondida
Suponha que determinado Auditor Fiscal Tributário Municipal tenha se omitido na fiscalização de empresa cujo setor de atuação estava sob sua responsabilidade, mesmo após ter recebido diversas denúncias de possíveis condutas fraudulentas e
práticas elisivas envolvendo o recolhimento de tributos municipais. Subsequentemente, após escândalo noticiado pela imprensa,
quando veio à tona todo o esquema fraudulento, o Ministério Público ajuizou ação de improbidade administrativa contra o
referido servidor e em face dos sócios da empresa. Não restou comprovado que o servidor tenha recebido propina ou qualquer
vantagem pecuniária, porém evidenciou-se que deixou de efetuar a regular fiscalização do estabelecimento comercial em questão. Considerando as disposições da Lei de Improbidade Administrativa (Lei Federal n° 8.429/1992), referida ação
A
possui base jurídica exclusivamente em relação aos particulares, em face da prática de conduta comissiva dolosa e
manifesto prejuízo contra a Administração, cabendo acionamento do servidor, por sua conduta omissiva, unicamente na
esfera disciplinar.
B
não encontra base jurídica, eis que improbidade pressupõe a comprovação de conduta comissiva por parte de agente
público, com elemento volitivo doloso ou culpa grave, não sendo condutas omissivas capituladas como ato de improbidade
de qualquer espécie.
C
terá base jurídica desde que comprovado, cumulativamente, conluio entre os particulares e o servidor com o intuito de
causar prejuízo à Administração e obter vantagem pecuniária para um ou para ambos, não sendo viável o apenamento de
apenas um deles isoladamente.
D
possui base jurídica exclusivamente em relação ao servidor, independentemente de comprovação de dolo, não alcançando
particulares, estes que somente respondem na esfera penal por eventuais crimes praticados contra a Administração.
E
encontra base jurídica tanto em face do servidor como dos particulares que causaram prejuízo à Administração, independentemente de comprovação de enriquecimento ilícito, alcançando também condutas omissivas.
Respondida
No que concerne à natureza e regime jurídico dos consórcios públicos regidos pela Lei federal n° 11.107, de 06 de abril de 2005,
tem-se que
A
podem ser constituídos sob a forma de associação pública ou pessoa jurídica de direito privado, e, em ambos os casos,
submetem-se às normas de direito público quanto à realização de licitação, à celebração de contratos, à prestação de
contas e à admissão de pessoal.
B
não possuem personalidade jurídica, razão pela qual não podem assumir obrigações em seu próprio nome, formando
apenas uma comunhão de recursos e conjugação de esforços entre os entes consorciados para realização de objetivos
comuns.
C
possuem natureza pública, sendo constituídos obrigatoriamente sob a forma de associação, mediante contrato de gestão
celebrado entre os entes federativos consorciados.
D
possuem necessariamente natureza privada, constituídos sob a forma de empresa pública ou fundação, conforme tenham
por objeto, respectivamente, exploração de atividade econômica ou execução de serviço público de interesse comum.
E
constituem uma modalidade contratual de delegação de serviços públicos de titularidade comum de diferentes entes
federativos a parceiros privados, que podem consorciar-se para exploração econômica de tais serviços remunerando-se
mediante contrato de rateio.
Respondida
A descentralização no âmbito da Administração pública opera-se de várias formas, sendo um de seus exemplos a
A
delegação de serviços públicos a particulares, mediante permissão ou concessão, como modalidade de descentralização
por colaboração.
B
instituição, por lei, de empresas públicas sujeitas ao regime jurídico de direito privado, exclusivamente em relação às
obrigações fiscais.
C
instituição de autarquias, como expressão da especialização da atuação da Administração, que podem possuir natureza
pública ou privada, conforme previsto na lei instituidora.
D
criação de organizações sociais, instituídas mediante contrato de gestão, para atuarem como delegatárias na prestação de
serviços públicos ou atividades de interesse público.
E
criação de órgãos no âmbito da estrutura da Administração, com plexo de atribuições específicas e dotados de autonomia
funcional.
Respondida
Suponha que determinada empresa municipal que entrou em processo de liquidação, para subsequente extinção, pretenda se
desfazer de seu maquinário e de imóveis próprios, sem instaurar prévio procedimento licitatório. Diante das disposições da Lei
n° 8.666/93, a dispensa de licitação afigura-se viável para
A
venda dos bens móveis, desde que frustrada a primeira tentativa de leilão em hasta pública, devendo ser observado, como
preço mínimo, o valor contábil do bem lançado nas demonstrações financeiras da empresa.
B
a alienação de bens móveis, apenas, desde que já depreciados no balanço patrimonial da empresa, os quais poderão ser
vendidos ou doados a entidades públicas ou privadas.
C
todas as alienações, as quais devem se dar sempre a título oneroso e observados os valores de mercado do bem,
apurados mediante prévia avaliação patrimonial ou econômico-financeira.
D
venda dos bens imóveis a outras entidades da Administração pública, bem como doação dos bens móveis para fins e uso
de interesse social, após avaliação da conveniência e oportunidade socioeconômica em relação à escolha de outra forma
de alienação.
E
todos os bens móveis avaliados, individualmente, em até R$ 80.000,00, e para os bens imóveis não afetados a serviço
público e que não tenham sido considerados úteis a outros órgãos ou entidades da Administração pública municipal.
Respondida
A Lei municipal n° 3.359, de 09 de novembro de 1983, que instituiu o Código Tributário do Município de São José do Rio Preto,
estabelece que as taxas de serviços públicos têm como fato gerador a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público
específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.
De acordo com esse Código,
A
as taxas de serviços não podem ser lançadas em conjunto com outros tributos, devendo ser feitos, necessariamente,
lançamentos individualizados para cada um deles.
B
considera-se específico o serviço público, quando suscetível de utilização separadamente, por parte de cada um dos seus
usuários.
C
os imóveis urbanos, quando colocados pelo Poder Público Municipal sob regime de utilidade pública, ficarão isentos das
taxas municipais, retroativamente, desde o dia 1º de janeiro do ano em que tiverem sido colocados nesse regime.
D
considera-se divisível o serviço público, quando possa ser destacado em unidade autônoma de intervenção, de utilidade,
ou de necessidade públicas.
E
as taxas de serviços podem ser lançadas em conjunto com impostos municipais, se possível, mas dos avisos-recibos
deverão constar, obrigatoriamente, os elementos distintivos de cada tributo e os respectivos valores.
Respondida
De acordo com a Lei Complementar municipal n° 178, de 29 de dezembro de 2003, que dispõe sobre o Imposto sobre Serviços
de Qualquer Natureza − ISSQN,
A
na impossibilidade de determinação do estabelecimento, considera-se como tal o local de domicílio de seus sócios ou
diretores.
B
para efeito de cumprimento de obrigação tributária, consideram-se como autônomos os estabelecimentos que, embora no
mesmo local, ainda que idênticos os ramos de atividade, pertençam a diferentes pessoas naturais ou jurídicas.
C
a circunstância de o serviço ser executado fora do estabelecimento, habitual ou eventualmente, descaracteriza-o como
estabelecimento prestador do serviço, para fins do ISSQN.
D
estabelecimento é o local, privado ou público, construído ou não, mesmo que pertencente a terceiro, onde o contribuinte
exerça toda ou parte de sua atividade, em caráter permanente ou temporário, exceto quando se destine a simples depósito
ou armazenagem de mercadorias ou bens relacionados com o exercício dessa atividade.
E
para efeito de cumprimento de obrigação tributária principal, não se consideram como autônomos os empreendimentos
que se encontrem no mesmo local, atuando em idêntico ramo de atividade, ainda que pertencentes a diferentes pessoas
naturais ou jurídicas.
Respondida
A Lei municipal n° 3.359, de 09 de novembro de 1983, que dispõe sobre o Código Tributário do Município de São José do Rio
Preto, estabelece regras a respeito da contribuição de melhoria.
De acordo com esse Código,
Respondida
De acordo com a Lei Complementar municipal n° 96, de 29 de dezembro de 1998, que dispõe sobre o IPTU no Município de São
José do Rio Preto e estabelece regras relacionadas a isenções e a reduções de base de cálculo do imposto,
A
é isento do pagamento do imposto o imóvel urbano pertencente a possuidor de imóvel único, destinado à sua moradia,
com renda familiar de até 03 salários mínimos, quando resida consigo sua mãe, acometida do mal de Parkinson, a qual,
todavia, não é dependente legal do possuidor do imóvel.
B
é isento do pagamento do imposto o imóvel urbano pertencente ao aposentado, proprietário de um único imóvel destinado
à sua moradia, e que aufira renda familiar não superior a 02 salários mínimos.
C
é isento do pagamento do imposto o imóvel urbano pertencente a possuidor de imóvel único, destinado à sua moradia,
com renda familiar de até 03 salários mínimos, quando resida consigo seu neto, portador da Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida (SIDA ou AIDS), o qual, todavia, não é dependente legal do possuidor do imóvel.
D
os pensionistas possuidores de um único imóvel, destinado à sua moradia, e que aufiram renda familiar não superior a 03
salários mínimos, gozarão de uma redução de 50% do valor do imposto lançado, sendo o benefício extensível aos
cônjuges e aos companheiros, na proporção de 30%.
E
o portador de Esclerose Múltipla ou de Esclerose Lateral Amiotrófica, possuidor de um único imóvel, destinado à sua moradia, é beneficiário de uma redução de 50% do valor do imposto lançado, não sendo o benefício extensível a cônjuge ou
companheiro.
Respondida
Carlos e Carla são proprietários de um sítio que está devidamente legalizado e que é comprovadamente utilizado para recreio da
família. Esse sítio fica na zona urbanizável do município de São José do Rio Preto. A pequena produção de frutas e verduras
que ali se encontra se destina a consumo da própria família, não sendo objeto de qualquer comércio.
De acordo com a Lei Complementar municipal n° 96, de 29 de dezembro de 1998, seu valor venal
A
será calculado em 13% do maior valor do metro quadrado atribuído na Planta Genérica de Valores para fins de IPTU de
imóvel loteado, até que a zona urbanizável em que se encontra se torne zona urbana, prevalecendo como valor do metro
quadrado aquele que tiver sido fixado para fins de tributação do Imposto Territorial Rural ou o fixado no Programa Especial
Minha Casa Minha Vida, instituído por Lei municipal, sempre que estes últimos forem menores do que aquele.
B
para fins tributários, será calculado com base em um terço do valor venal médio de todos os imóveis não edificados existentes no município, no exercício imediatamente anterior, até que a área urbanizável se converta em área urbanizada.
C
será calculado em 15% do valor médio do metro quadrado atribuído na Planta Genérica de Valores para fins de IPTU de
imóvel loteado, até que a zona urbanizável em que se encontra se torne zona urbana.
D
será calculado em 13% do menor valor do metro quadrado atribuído na Planta Genérica de Valores para fins de IPTU de
imóvel loteado, por ocasião do primeiro lançamento, excetuando-se, para fins de aplicação dessa regra, o valor do metro
quadrado atribuído aos parcelamentos que se enquadrem no Programa Especial Minha Casa Minha Vida, instituído por Lei
municipal, ou valores que sejam inferiores a estes.
E
será calculado em 13% do maior valor do metro quadrado atribuído na Planta Genérica de Valores para fins de IPTU, até
que a zona urbanizável em que se encontra se torne zona urbana, prevalecendo, todavia, como valor do metro quadrado,
aquele que tiver sido fixado para fins de tributação do Imposto Territorial Rural, sempre que este for menor do que aquele.