Foram encontradas 45 questões.
Sobre fatores de risco para o desenvolvimento do câncer, é INCORRETO:
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Homem, 66 anos, previamente hígido, apresentou crise convulsiva tônico-clônica generalizada e foi levado a um pronto-socorro da sua cidade. Realizou tomografia de crânio que mostrou lesão expansiva e mal delimitada em região parieto-occipital D. Biópsia compatível com glioblastoma multiforme, IDH mutado, MGMT-metilado. Nesse caso,
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Sobre ética médica, cuidados paliativos e manejo terapêutico da fase final de vida, é correto afirmar:
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Homem, 64 anos, tabagista ativo 80 anos/maço, etilista há 40 anos (400 mL de destilado por dia), procurou serviço médico por surgimento de “caroço” no pescoço há 4 meses, indolor, crescimento progressivo, tendo realizado biópsia que evidenciou carcinoma escamoso. Biópsia pulmonar confirmou carcinoma escamoso. PET-CT demonstrou nódulos pulmonares suspeitos para metástases. Nesse caso,
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Mulher de 50 anos diagnosticou um carcinoma ductal de mama há 1 mês e está realizando quimioterapia adjuvante com doxorrubicina e ciclofosfamida, tendo realizado o primeiro ciclo há 10 dias. Procurou o PS hoje com quadro de febre há 1 dia. Nesse caso é INCORRETO:
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Mulher de 65 anos, assintomática, sem comorbidades, cirurgiã plástica, realizou colonoscopia de rotina que evidenciou lesão ulcerada no cólon sigmoide, de aproximadamente 3 cm, cuja biópsia evidenciou adenocarcinoma. Exames de estadiamento mostraram que a doença estava restrita no intestino. Foi submetida à retossigmoidectomia, sem intercorrências, compatível com adenocarcinoma de cólon, com enzimas de reparo do DNA preservadas. Vai para primeira avaliação com oncologista, 4 semanas após o procedimento cirúrgico. Sobre o tratamento adjuvante do câncer de cólon, incluindo dados recentes do estudo de fase III IDEA, se o estadiamento patológico for
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Sobre o controle álgico no manejo da dor oncológica, é INCORRETO:
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Mulher, 38 anos, sem comorbidades prévias, sem histórico familiar de câncer, identificou nódulo na mama esquerda há 6 meses, mas por receio demorou a procurar auxílio médico. Na última semana passou em consulta com mastologista que palpou um nódulo de cerca de 5,5 cm no quadrante superolateral da mama direita, além de notar alguns linfonodos suspeitos na axila ipsilateral. Restante do exame físico sem alterações. Realizou mamografia que demonstrou nódulo de 5,8 cm na mama direita, classificado como BI-RADS 5, sem outros achados anormais. Na sequência, foi submetida à biópsia por agulha grossa do nódulo mamário e de um dos linfonodos axilares, ambos com resultado de carcinoma ductal invasivo de mama, triplo negativo, grau histológico 3, com Ki67 70%. Exames de estadiamento sistêmico não demonstraram doença em outros sítios.
Sobre o risco de síndromes genéticas relacionadas ao câncer para essa paciente, é correto afirmar:
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Mulher, 38 anos, sem comorbidades prévias, sem histórico familiar de câncer, identificou nódulo na mama esquerda há 6 meses, mas por receio demorou a procurar auxílio médico. Na última semana passou em consulta com mastologista que palpou um nódulo de cerca de 5,5 cm no quadrante superolateral da mama direita, além de notar alguns linfonodos suspeitos na axila ipsilateral. Restante do exame físico sem alterações. Realizou mamografia que demonstrou nódulo de 5,8 cm na mama direita, classificado como BI-RADS 5, sem outros achados anormais. Na sequência, foi submetida à biópsia por agulha grossa do nódulo mamário e de um dos linfonodos axilares, ambos com resultado de carcinoma ductal invasivo de mama, triplo negativo, grau histológico 3, com Ki67 70%. Exames de estadiamento sistêmico não demonstraram doença em outros sítios.
A melhor conduta para esse caso:
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Homem, 30 anos, previamente hígido, iniciou quadro de tosse, dispneia, febre vespertina e emagrecimento há 30 dias da admissão hospitalar. Sinais vitais normais, exceto por taquicardia leve e febre baixa. Exame físico sem alterações relevantes. Realizou tomografia computadorizada do tórax que mostrou uma massa em mediastino anterior, heterogênea, medindo cerca de 12 cm no maior eixo, em íntimo contato com pericárdio e estruturas vasculares regionais. Tomografia de abdômen e pelve sem alterações. Dentre os exames laboratoriais realizados, os seguintes encontravam-se alterados: creatinina sérica: 3,2 mg/dL (0,6 a 1,2 mg/dL); ureia sérica: 120 mg/dL (16-40 mg/dL); potássio sérico: 6,1 mEq/L (3,5-4,5 mEq/L); ácido úrico sérico: 9,0 mg/dL (3,4-7,0 mg/dL); fósforo sérico: 5,4 mg/dL (2,5-4,5 mg/dL) e cálcio sérico: 6,8 mg/dL (8,5-10,2 mg/dL). Eletrocardiograma sem alterações. Nesse caso,
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