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Foram encontradas 50 questões.

746933 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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O valor da expressão Enunciado 746933-1

 

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746904 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Para responder à questão, considere os quadrinhos abaixo.

Enunciado 746904-1

Nos quadrinhos, observa-se uma linguagem apropriada a um contexto de oralidade e informalidade, o que se evidencia no emprego

 

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Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria doscasos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seureceptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professorWilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − oumensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção eentendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicaçãointercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os deproduzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Osexemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número deempresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de quenão mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In:SANTOS, Juana Elbein dos(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da CulturaNegra no Brasil, 2010, p. 204-205)
Está correta a seguinte frase redigida a partir do texto:
 

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Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In:SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)
Uma expressão do texto está corretamente reescrita e com o sentido preservado em:
 

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Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In:SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)
Verifica-se uma relação de causa e consequência, nessa ordem, entre os enunciados separados pela vírgula no seguinte trecho:
 

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Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.
A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos
(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura
Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)
Considere o trecho que encerra o texto:
... podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem traduçãoa despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.
Numa nova redação do trecho, em que o sentido esteja preservado, as expressões sublinhadas estão, correta e respectivamente, substituídas em:
 

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Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In:SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)

Considere os seguintes trechos do 3° parágrafo:

− São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores...

− Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês...

Nesses contextos, as formas verbais flexionadas na primeira pessoa do plural, vemos e podemos, referem-se, respectivamente,

 

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746809 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Para responder à questão, considere os quadrinhos abaixo.

Enunciado 746809-1

Em Você não entende de segurança, Charlie Brown, o elemento sublinhado corresponde ao vocativo, por meio do qual se invoca o interlocutor do discurso. Do mesmo modo, o vocativo está sublinhado na seguinte frase:
 

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746806 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Para responder à questão, considere os quadrinhos abaixo.

Enunciado 746806-1

Tal como se apresenta nos quadrinhos, a conversa entre os garotos tem como tema centra
 

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Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.
A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria doscasos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seureceptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professorWilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − oumensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção eentendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicaçãointercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os deproduzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Osexemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número deempresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de quenão mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos
(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura
Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)
O conteúdo do texto está organizado nos três parágrafos na seguinte ordem:
 

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