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A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma polineuropatia pósinfecciosa que compromete principalmente os nervos motores, mas também os sensoriais e autonômicos; pode ocorrer em todos os grupos etários e não se caracteriza como doença hereditária. As manifestações clínicas e as provas laboratoriais permitem ampla margem de segurança no diagnóstico dessa síndrome. Julgue os itens subseqüentes, relativos à SGB.
A recuperação dos reflexos tendinosos é o sinal clínico mais precoce de evolução favorável da doença.
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A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma polineuropatia pósinfecciosa que compromete principalmente os nervos motores, mas também os sensoriais e autonômicos; pode ocorrer em todos os grupos etários e não se caracteriza como doença hereditária. As manifestações clínicas e as provas laboratoriais permitem ampla margem de segurança no diagnóstico dessa síndrome. Julgue os itens subseqüentes, relativos à SGB.
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A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma polineuropatia pósinfecciosa que compromete principalmente os nervos motores, mas também os sensoriais e autonômicos; pode ocorrer em todos os grupos etários e não se caracteriza como doença hereditária. As manifestações clínicas e as provas laboratoriais permitem ampla margem de segurança no diagnóstico dessa síndrome. Julgue os itens subseqüentes, relativos à SGB.
A paralisia muscular que faz parte da SGB instala-se nas primeiras 72 horas após um quadro de infecção viral inespecífica.
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A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma polineuropatia pósinfecciosa que compromete principalmente os nervos motores, mas também os sensoriais e autonômicos; pode ocorrer em todos os grupos etários e não se caracteriza como doença hereditária. As manifestações clínicas e as provas laboratoriais permitem ampla margem de segurança no diagnóstico dessa síndrome. Julgue os itens subseqüentes, relativos à SGB.
Os reflexos tendinosos são prejudicados somente na fase mais tardia da doença.
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A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma polineuropatia pósinfecciosa que compromete principalmente os nervos motores, mas também os sensoriais e autonômicos; pode ocorrer em todos os grupos etários e não se caracteriza como doença hereditária. As manifestações clínicas e as provas laboratoriais permitem ampla margem de segurança no diagnóstico dessa síndrome. Julgue os itens subseqüentes, relativos à SGB.
A maioria dos portadores de SGB desenvolve uma neuropatia desmielinizante.
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Um menino de 12 anos de idade foi levado ao serviço de pronto atendimento por ter iniciado, há 12 horas, dor na fossa ilíaca direita, que, segundo ele, piora com a movimentação do corpo e com a tosse, associada a anorexia, naúseas e dois episódios de vômitos. No exame clínico, foram constatados: leve desidratação; temperatura axilar de 38 ºC (com diferença de temperatura axilorretal de 1,5 ºC); pulmão e coração sem anormalidades; no abdome, aumento da tensão muscular e intensa dor à palpação do ponto de McBurney, além da presença dos sinais do psoas e do obturador e ruídos hidroaéreos com freqüência diminuída. O hemograma completo mostrou hemoglobina de 14,1 g/dL (valores de referência, em g/dL = 14 ± 2), leucócitos totais = 15.000 células/mm 3 (valores de referência, em células/mm3 = 5.000 a 8.000), com contagem diferencial relativa de neutrófilos, mostrando segmentados = 75%, bastões = 9%, metamielócitos = 2% e mielócitos = 0% (valores de referência, em % = até 65, até 5, até 1 e 0, respectivamente), plaquetas = 175.000 plaquetas/mcL (valores de referência, em plaquetas/mcL = 150.000 a 450.000). O exame de urina (EAS) não mostrou alterações. O radiograma simples do abdome mostrou velamento difuso da fossa ilíaca direita, apagamento da gordura pré-peritoneal e do músculo psoas direito.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A hidratação venosa e o uso de antimicrobianos sistêmicos seguidos de intervenção cirúrgica representam as opções terapêuticas recomendadas na situação clínica em consideração.
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Um menino de 12 anos de idade foi levado ao serviço de pronto atendimento por ter iniciado, há 12 horas, dor na fossa ilíaca direita, que, segundo ele, piora com a movimentação do corpo e com a tosse, associada a anorexia, naúseas e dois episódios de vômitos. No exame clínico, foram constatados: leve desidratação; temperatura axilar de 38 ºC (com diferença de temperatura axilorretal de 1,5 ºC); pulmão e coração sem anormalidades; no abdome, aumento da tensão muscular e intensa dor à palpação do ponto de McBurney, além da presença dos sinais do psoas e do obturador e ruídos hidroaéreos com freqüência diminuída. O hemograma completo mostrou hemoglobina de 14,1 g/dL (valores de referência, em g/dL = 14 ± 2), leucócitos totais = 15.000 células/mm 3 (valores de referência, em células/mm3 = 5.000 a 8.000), com contagem diferencial relativa de neutrófilos, mostrando segmentados = 75%, bastões = 9%, metamielócitos = 2% e mielócitos = 0% (valores de referência, em % = até 65, até 5, até 1 e 0, respectivamente), plaquetas = 175.000 plaquetas/mcL (valores de referência, em plaquetas/mcL = 150.000 a 450.000). O exame de urina (EAS) não mostrou alterações. O radiograma simples do abdome mostrou velamento difuso da fossa ilíaca direita, apagamento da gordura pré-peritoneal e do músculo psoas direito.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A peritonite primária, a diverticulite de Meckel e a adenite mesentérica são exemplos de doenças que devem ser consideradas no diagnóstico diferencial da emergência médica descrita.
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Um menino de 12 anos de idade foi levado ao serviço de pronto atendimento por ter iniciado, há 12 horas, dor na fossa ilíaca direita, que, segundo ele, piora com a movimentação do corpo e com a tosse, associada a anorexia, naúseas e dois episódios de vômitos. No exame clínico, foram constatados: leve desidratação; temperatura axilar de 38 ºC (com diferença de temperatura axilorretal de 1,5 ºC); pulmão e coração sem anormalidades; no abdome, aumento da tensão muscular e intensa dor à palpação do ponto de McBurney, além da presença dos sinais do psoas e do obturador e ruídos hidroaéreos com freqüência diminuída. O hemograma completo mostrou hemoglobina de 14,1 g/dL (valores de referência, em g/dL = 14 ± 2), leucócitos totais = 15.000 células/mm 3 (valores de referência, em células/mm3 = 5.000 a 8.000), com contagem diferencial relativa de neutrófilos, mostrando segmentados = 75%, bastões = 9%, metamielócitos = 2% e mielócitos = 0% (valores de referência, em % = até 65, até 5, até 1 e 0, respectivamente), plaquetas = 175.000 plaquetas/mcL (valores de referência, em plaquetas/mcL = 150.000 a 450.000). O exame de urina (EAS) não mostrou alterações. O radiograma simples do abdome mostrou velamento difuso da fossa ilíaca direita, apagamento da gordura pré-peritoneal e do músculo psoas direito.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A ultra-sonografia e a tomografia computadorizada do abdome representam exames úteis na avaliação diagnóstica do paciente em questão.
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Um menino de 12 anos de idade foi levado ao serviço de pronto atendimento por ter iniciado, há 12 horas, dor na fossa ilíaca direita, que, segundo ele, piora com a movimentação do corpo e com a tosse, associada a anorexia, naúseas e dois episódios de vômitos. No exame clínico, foram constatados: leve desidratação; temperatura axilar de 38 ºC (com diferença de temperatura axilorretal de 1,5 ºC); pulmão e coração sem anormalidades; no abdome, aumento da tensão muscular e intensa dor à palpação do ponto de McBurney, além da presença dos sinais do psoas e do obturador e ruídos hidroaéreos com freqüência diminuída. O hemograma completo mostrou hemoglobina de 14,1 g/dL (valores de referência, em g/dL = 14 ± 2), leucócitos totais = 15.000 células/mm 3 (valores de referência, em células/mm3 = 5.000 a 8.000), com contagem diferencial relativa de neutrófilos, mostrando segmentados = 75%, bastões = 9%, metamielócitos = 2% e mielócitos = 0% (valores de referência, em % = até 65, até 5, até 1 e 0, respectivamente), plaquetas = 175.000 plaquetas/mcL (valores de referência, em plaquetas/mcL = 150.000 a 450.000). O exame de urina (EAS) não mostrou alterações. O radiograma simples do abdome mostrou velamento difuso da fossa ilíaca direita, apagamento da gordura pré-peritoneal e do músculo psoas direito.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
No quadro em apreço, o hemograma mostra leucocitose e desvio à esquerda, alterações que ocorrem com freqüência nessa emergência médica.
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Um menino de 12 anos de idade foi levado ao serviço de pronto atendimento por ter iniciado, há 12 horas, dor na fossa ilíaca direita, que, segundo ele, piora com a movimentação do corpo e com a tosse, associada a anorexia, naúseas e dois episódios de vômitos. No exame clínico, foram constatados: leve desidratação; temperatura axilar de 38 ºC (com diferença de temperatura axilorretal de 1,5 ºC); pulmão e coração sem anormalidades; no abdome, aumento da tensão muscular e intensa dor à palpação do ponto de McBurney, além da presença dos sinais do psoas e do obturador e ruídos hidroaéreos com freqüência diminuída. O hemograma completo mostrou hemoglobina de 14,1 g/dL (valores de referência, em g/dL = 14 ± 2), leucócitos totais = 15.000 células/mm 3 (valores de referência, em células/mm3 = 5.000 a 8.000), com contagem diferencial relativa de neutrófilos, mostrando segmentados = 75%, bastões = 9%, metamielócitos = 2% e mielócitos = 0% (valores de referência, em % = até 65, até 5, até 1 e 0, respectivamente), plaquetas = 175.000 plaquetas/mcL (valores de referência, em plaquetas/mcL = 150.000 a 450.000). O exame de urina (EAS) não mostrou alterações. O radiograma simples do abdome mostrou velamento difuso da fossa ilíaca direita, apagamento da gordura pré-peritoneal e do músculo psoas direito.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Na pesquisa do sinal do obturador, que consiste na realização de extensão forçada da coxa direita, o sinal é considerado presente se o paciente queixa-se de dor com essa manobra.
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