Foram encontradas 25 questões.
Disciplina: Português
Banca: Pref. São Luíz Paraitinga-SP
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Muitos de nossos alunos não cultivam o gosto pela leitura, pois devido ao mundo moderno e globalizado, devido aos meios de comunicação como TV e Internet, as relações interpessoais apresentam-se fragmentadas. As crianças e os jovens têm deixado de apreciar um bom livro, principalmente, para se entreter com meios de comunicação de massa, porque são de rápida absorção. Assinale a alternativa que não auxilia a importância da Literatura Infantil, nas escolas:
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"De todas as formas que eu puder com jornal livrinho revista livrinho com historinha copiando escrevendo do jeito tradicional e do jeito moderno eu faço de tudo uma salada na minha sala de aula... um laboratório de experiências”.
A Estratégia utilizada por essa professora não denota que:
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Antunes (2009) propõe o trabalho com gêneros textuais em sala de aula fundamentando-se em, exceto:
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"Se não é para ensinar gramática", costumam dizer os professores, "então é para fazer o quê?". Eles ainda não sabem como traduzir essas inovações em práticas pedagógicas condizentes com uma educação, efetivamente, formadora. Trabalhar os variados tipos e gêneros de textos é uma estratégia para se entender a Língua. Assinale a alternativa incorreta em relação à abordagem do professor, diante dessa problemática:
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Os estudos linguísticos contribuíram de forma significativa para o surgimento de novas abordagens didáticas, na medida em que ocorre a inserção do contexto, no ensino da gramática. Assinale a alternativa que se contrapõe a essa contribuição:
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Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação de termos gramaticais, o que constituía o dialeto de prestígio. Com base nessa linha metodológica, a didática do ensino da língua estava voltada à memorização e à classificação de nomenclaturas. Partindo desse pressuposto, percebemos que o ensino de Língua Portuguesa ocorria em função do reconhecimento das normas e regras, o que constituía o padrão mais prestigiado pela sociedade (SOARES, 1998). É correto afirmar que:
I - A partir da década de 80, ocorre um intenso desenvolvimento de diversos estudos e pesquisas na Área de Língua Portuguesa. Tais estudos tinham como objetivo alterar as práticas didático-pedagógicas do ensino dessa disciplina e, sobretudo, propor uma nova forma de conceber o ensino de Língua Portuguesa.
II - A linguagem passa a ser concebida como recurso de interação social e, acima de tudo, atrelada a propósitos comunicativos.
III - A língua passa a ser percebida como atividade social, em constante uso comunicativo. Assim, a função do ensino da gramática limita-se à estrutura da língua, mas também não abrange o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno e não mais levá-lo a produzir respostas corretas.
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20.
Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
A alternativa em que o acento indicativo de crase procede é:
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20.
Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Assinale a alternativa em que o termo / expressão em destaque NÃO esteja empregado em seu sentido conotativo.
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Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Em “os números de telefones são anotados diretamente no celular”, o termo em destaque atua como:
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20.
Vida e morte das agendas
Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda. -Ruy Castro
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos.
É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Assinale a alternativa em que o trecho transcrito expresse uma relação de concessão.
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