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Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.
Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade- subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.
De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17).
O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observadab emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.
A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/oud lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.
Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/
Em relação à pontuação, assinale a alternativa INCORRETA.
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Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014)a ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmicad. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.
Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisívelc, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade- subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.
De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17).
O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentidob. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.
A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.
Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/
Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.
Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade- subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.
De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17).
O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.
A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.
Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/
Assinale a alternativa que apresenta uma relação semântica ADEQUADA, de acordo com o conteúdo do texto.
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Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.
Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade- subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.
De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17).
O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.
A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.
Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/
Considerando o conteúdo do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.
Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade- subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.
De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17).
O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.
A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.
Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/
Considerando o fragmento de texto apresentado e recorrendo a conhecimentos enciclopédicos, assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto integral.
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Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. São Miguel Iguaçu-PR
Analise as informações acerca do caso clínico a seguir para identificar qual é a provável Hipótese Diagnóstica.
Identificação: Menina, 5 anos e 2 meses
Queixa inicial apresentada pela mãe na Anamnese: “Ela fala errado a letra R”
Avaliação da Motricidade Orofacial: funções do Sistema Estomatognático estão preservadas; não há evidências de alteração na anatomia das estruturas orofaciais estáticas; apresentou dificuldade para lateralizar, elevar e vibrar a língua.
Avaliação da linguagem oral: linguagem compreensiva e expressiva sem dificuldades significativas; apenas parece demorar um pouco mais para responder aos questionamentos (“lentidão no raciocínio”). Na avaliação geral de fala, apresentou distorção na pronúncia do fonema /r/ em palavras como: areia, fruta, barco, amor.
Avaliação Audiológica: audição conforme os padrões estabelecidos para a idade cronológica.
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Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. São Miguel Iguaçu-PR
Analise as informações, considerando as situações clínicas mais específicas sobre a atuação do fonoaudiólogo no âmbito hospitalar:
I - A avaliação fonoaudiológica na UTI tem como objetivo identificar o desempenho do paciente nos aspectos relacionados à deglutição e, para isso, é necessária a utilização de itens, como o teste da água, a oximetria de pulso e a ausculta cervical.
II - É possível que, no ambiente da UTI, o fonoaudiólogo precise avaliar as condições comunicativas do paciente, principalmente quando são sequelas de uma lesão neurológica. Como conduta prevista, está a avaliação, planejamento e discussão com os demais profissionais da equipe acerca dos aspectos que podem favorecer a comunicação linguístico-cognitiva.
III - A intubação orotraqueal é realizada pelo fonoaudiólogo apenas nos pacientes graves que necessitam de auxílio para manter a respiração; como sequela, pode ser necessário algum procedimento cirúrgico após a retirada do “tubo”, já que pode causar danos ao trato respiratório superior.
IV - Na atual situação da pandemia de Covid-19, o fonoaudiólogo tem uma importante atuação como parte da equipe interdisciplinar da instituição hospitalar: o foco da sua atuação com o paciente internado está relacionado à intervenção nas alterações da deglutição, considerando o provável risco de broncoaspiração.
V - A atuação do fonoaudiólogo hospitalar em pacientes internados por queimaduras da face é ampla e significativa, já que as alterações morfológicas podem comprometer funções do sistema estomatognático, principalmente a sucção, mastigação, deglutição e fala.
Com base no exposto, marque a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. São Miguel Iguaçu-PR
A Fonoaudiologia Hospitalar é uma das áreas de especialidade da Fonoaudiologia reconhecida por meio da RESOLUÇÃO CFFª Nº 604, de 10/03/2021, que capacita o profissional fonoaudiólogo, especialista na referida área, a realizar diversos procedimentos. Analise as condutas apresentadas nas alternativas e marque aquela cujas informações referentes à atuação do fonoaudiólogo NÃO estão totalmente adequadas.
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Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. São Miguel Iguaçu-PR
O fonoaudiólogo inserido no Sistema Único de Saúde (SUS) realiza seu trabalho pautado nos princípios da equidade, universalidade e integralidade, sendo, este último, relativo à atenção integral à saúde. Os seguintes procedimentos e/ou ações são exemplos de prevenção primária, prevenção secundária e prevenção terciária, respectivamente.
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Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. São Miguel Iguaçu-PR
As atividades da Fonoaudiologia no serviço público tiveram início nas décadas de 70 e 80, em decorrência da normatização de sua inserção na esfera da Saúde Pública. Desde então, tem-se observado uma significativa evolução da Fonoaudiologia em termos de reconhecimento, abrangência, atuação e visibilidade, desde a atenção básica até a alta complexidade.
Acerca dessa temática, analise as alternativas e marque aquela cujas informações NÃO estão totalmente consoantes ao que é previsto na literatura e legislação pertinentes.
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