Foram encontradas 60 questões.
A escola apropria-se do debate sobre o racismo estrutural para
refletir acerca de suas práticas de avaliação:
“No Brasil, a negação do racismo e a ideologia da democracia racial sustentam-se pelo discurso da meritocracia.” ALMEIDA, Silvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Pólen, 2017.
Em relação ao modo como as questões raciais impactam e são impactadas pelos métodos escolares de avaliação, é correto afirmar que
“No Brasil, a negação do racismo e a ideologia da democracia racial sustentam-se pelo discurso da meritocracia.” ALMEIDA, Silvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Pólen, 2017.
Em relação ao modo como as questões raciais impactam e são impactadas pelos métodos escolares de avaliação, é correto afirmar que
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A ética, em sua dimensão crítica e transformadora, é que
referenda nossa luta pela inclusão escolar. A posição é oposta à
conservadora, porque entende que as diferenças estão sendo
constantemente feitas e refeitas, já que vão diferindo,
infinitamente. Elas são produzidas e não podem ser
naturalizadas, como pensamos habitualmente. Essa produção
merece ser compreendida, e não apenas respeitada e tolerada.
Nossas ações educativas têm como eixos o convívio com as
diferenças e a aprendizagem como experiência relacional,
participativa, que produz sentido para o aluno, pois contempla
sua subjetividade, embora construída no coletivo das salas de
aula.”
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão Escolar:
O que é? Por quê? Como Fazer? São Paulo: Moderna, 2006.
Com base na concepção de inclusão da autora, assinale a afirmativa que caracteriza corretamente sua proposta para uma “ética da inclusão”.
Com base na concepção de inclusão da autora, assinale a afirmativa que caracteriza corretamente sua proposta para uma “ética da inclusão”.
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“Os saberes da docência e os próprios docentes-trabalhadores
têm estado ausentes nos conhecimentos escolares. Os currículos
acumulam muitos saberes, mas sabem pouco dos adultos que os
ensinam e menos ainda das crianças, adolescentes e jovens que
os aprendem. O curioso é que tanto os mestres quanto os
educandos têm propiciado um acúmulo riquíssimo de vivências e
de estudos, de conhecimentos, teses, narrativas e histórias do
magistério, da infância, da adolescência e da juventude. Sujeitos
de história, mas sem direito a conhecer sua história.”
ARROYO, M. Currículo, território em disputa. Petrópolis: Vozes, 2011.
Assinale a opção que destaca corretamente o que é afirmado acima.
Assinale a opção que destaca corretamente o que é afirmado acima.
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“O processo de ‘fabricação’ dos sujeitos é continuado e
geralmente muito sutil, quase imperceptível. Antes de tentar
percebê-lo pela leitura das leis ou dos decretos que instalam e
regulam as instituições ou percebê-lo nos solenes discursos das
autoridades (embora todas essas instâncias também façam
sentido), nosso olhar deve se voltar especialmente para as
práticas cotidianas em que se envolvem todos os sujeitos. São,
pois, as práticas rotineiras e comuns, os gestos e as palavras
banalizados que precisam se tornar alvos de atenção renovada,
de questionamento e, em especial, de desconfiança.”
LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e educação. Petrópolis: Vozes, 2014.
O trecho acima discorre sobre a influência dos ambientes institucionais na construção das diferenças, o que inclui a escola. Assinale a opção correta segundo a perspectiva apresentada.
O trecho acima discorre sobre a influência dos ambientes institucionais na construção das diferenças, o que inclui a escola. Assinale a opção correta segundo a perspectiva apresentada.
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A alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação pela
Lei nº 13.415/2017 substitui o modelo único de currículo do
Ensino Médio.
Sobre esta mudança, é correto afirmar que
Sobre esta mudança, é correto afirmar que
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Assinale a opção que identifica corretamente uma finalidade da
educação básica a partir do Ensino Médio, segundo a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 9.394/1996).
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Segundo o Currículo da Cidade de São Paulo, que tem como foco
promover o pensamento computacional por meio de uma
abordagem construcionista, assinale a opção que indica os três
eixos estruturantes das tecnologias para a aprendizagem.
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Teniendo en cuenta el artículo de GONZÁLEZ (2008): p. 3
respecto a las asimetrías entre el Portugués de Brasil y el Español,
más especificamente a la realización del sujeto, señale (V) para la
afirmación verdadera y (F) para la falsa.
( ) En Portugués de Brasil, en parte por la debilitación de la concordancia, en parte por una distinta organización discursiva, son predominantemente presentes. ( ) En Portugués de Brasil, algunas veces aparecen duplicando un tópico, con pérdida de valores contrastivos y una consecuente debilitación del orden VS. ( ) En Español, también sirven para evitar ambigüedades, cuando no es posible recuperar el sujeto en el contexto.
Las afirmativas son, respectivamente,
( ) En Portugués de Brasil, en parte por la debilitación de la concordancia, en parte por una distinta organización discursiva, son predominantemente presentes. ( ) En Portugués de Brasil, algunas veces aparecen duplicando un tópico, con pérdida de valores contrastivos y una consecuente debilitación del orden VS. ( ) En Español, también sirven para evitar ambigüedades, cuando no es posible recuperar el sujeto en el contexto.
Las afirmativas son, respectivamente,
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“Como se puede ver, resulta peligroso apoyarse simplemente en
el estereotipo de la gran semejanza entre el español y el
portugués (en este caso, el de Brasil), porque, aun cuando estas
semejanzas existen en un nivel superficial de la lengua, otros
factores, tanto de naturaleza propiamente lingüística, gramatical,
como de funcionamiento discursivo pueden conducir a errores
serios de interpretación o incluso a la incomprensión mutua. Y es
importante dejar claro que no se trata simplemente de un
conjunto de problemas relacionados con las normas gramaticales
vigentes, sino con el funcionamiento de las lenguas y con los
elementos indispensables para que se produzca la comprensión
por parte de los hablantes nativos y se detecten los sentidos que
se producen a partir del uso de determinadas formas.”
González (2008): p. 5.
Analice las afirmaciones sobre el fragmento.
I. El esteriotipo de la semejanza entre el español y el portugués sirve como fuente única de información respecto al par portugués-español. II. Los factores lingüísticos y discursivos son importantes. III. La comprensión no depende exclusivamente de las normas gramaticales.
Señale:
González (2008): p. 5.
Analice las afirmaciones sobre el fragmento.
I. El esteriotipo de la semejanza entre el español y el portugués sirve como fuente única de información respecto al par portugués-español. II. Los factores lingüísticos y discursivos son importantes. III. La comprensión no depende exclusivamente de las normas gramaticales.
Señale:
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A continuación, va a leer un fragmento más del mismo artículo.
“A abordagem construída ao longo deste artigo buscou contribuir para que vejamos que o debate sobre como a leitura é tratada na escola precisa ir além da discussão sobre os textos que circulam no tempo-espaço escolar. Observando os livros analisados, bem como outros trabalhos que tratam do tema, vemos que o texto já ocupa hoje um lugar consagrado na educação linguística escolar. Materiais escolares diversos, principalmente os livros aprovados no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) trazem textos em profusão, de diversos gêneros, esferas, tempos, regiões, variedades etc. Muitos, como vimos, já buscam, inclusive, integrar o trabalho com a leitura com o trabalho com a produção de texto e com a análise linguística, o que é efetivamente um avanço. Entretanto, quando analisamos as atividades de leitura trazidas nesses materiais, vemos que o modelo de leitura desenvolvido com esses textos majoritariamente não foge do modelo reprodutor que embasa as práticas mais tradicionais de alfabetização, como exemplificado na tirinha que abre este texto. Podemos dizer que, em alguma medida, passamos, ao longo de todo o nosso processo de escolarização, por práticas de leituras que nos exigem a repetição de textos, com momentos pontuais de reflexão e/ou de invenção sobre eles. A presença de atividades como as apresentadas neste texto, retiradas de materiais recentes, evidencia isso, posto que nenhuma atividade escolar de leitura deveria exigir a mera reprodução de informações apresentadas explicitamente na linearidade dos textos. Se isso, por um lado, me leva a crer que a leitura se encaixa em um modelo escolar maior de reprodução (ou de uma política de recognição), por outro, deve nos alertar para o fato de que precisamos olhar com atenção para a didática da leitura que se desenvolve ainda hoje na escola brasileira.”
VARGAS (2020): p. 52.
Respecto a este fragmento, el autor hace distintas consideraciones, a excepción de la siguiente opción:
“A abordagem construída ao longo deste artigo buscou contribuir para que vejamos que o debate sobre como a leitura é tratada na escola precisa ir além da discussão sobre os textos que circulam no tempo-espaço escolar. Observando os livros analisados, bem como outros trabalhos que tratam do tema, vemos que o texto já ocupa hoje um lugar consagrado na educação linguística escolar. Materiais escolares diversos, principalmente os livros aprovados no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) trazem textos em profusão, de diversos gêneros, esferas, tempos, regiões, variedades etc. Muitos, como vimos, já buscam, inclusive, integrar o trabalho com a leitura com o trabalho com a produção de texto e com a análise linguística, o que é efetivamente um avanço. Entretanto, quando analisamos as atividades de leitura trazidas nesses materiais, vemos que o modelo de leitura desenvolvido com esses textos majoritariamente não foge do modelo reprodutor que embasa as práticas mais tradicionais de alfabetização, como exemplificado na tirinha que abre este texto. Podemos dizer que, em alguma medida, passamos, ao longo de todo o nosso processo de escolarização, por práticas de leituras que nos exigem a repetição de textos, com momentos pontuais de reflexão e/ou de invenção sobre eles. A presença de atividades como as apresentadas neste texto, retiradas de materiais recentes, evidencia isso, posto que nenhuma atividade escolar de leitura deveria exigir a mera reprodução de informações apresentadas explicitamente na linearidade dos textos. Se isso, por um lado, me leva a crer que a leitura se encaixa em um modelo escolar maior de reprodução (ou de uma política de recognição), por outro, deve nos alertar para o fato de que precisamos olhar com atenção para a didática da leitura que se desenvolve ainda hoje na escola brasileira.”
VARGAS (2020): p. 52.
Respecto a este fragmento, el autor hace distintas consideraciones, a excepción de la siguiente opción:
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