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O pragmatismo norte-americano foi uma forte influência no
debate sobre os rumos da educação no Brasil do século XX, como
o demonstram os contatos epistolares com filósofos de
universidades norte-americanas e as viagens de intelectuais
brasileiros para os Estados Unidos.
No centro da imagem, Anísio Teixeira (de óculos) e Monteiro Lobato (à sua esquerda), nos Estados Unidos, na década de 1920.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente esse diálogo entre a filosofia pragmática norte-americana e a orientação do sistema educacional brasileiro, proposta por representantes do pensamento social brasileiro.
No centro da imagem, Anísio Teixeira (de óculos) e Monteiro Lobato (à sua esquerda), nos Estados Unidos, na década de 1920.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente esse diálogo entre a filosofia pragmática norte-americana e a orientação do sistema educacional brasileiro, proposta por representantes do pensamento social brasileiro.
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Segundo a recomendação contida no Percurso de Estudo e
Formação “Direitos Humanos” do Currículo da cidade para o
Ensino Médio (SME/COPED, 2021), o tema dos Direitos Humanos
dialoga com o ensino de sociologia, tendo relação imediata com
os debates sobre
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Embora a proclamação da Declaração Universal dos Direitos
Humanos (DH) tenha ocorrido há mais de meio século, uma
educação que busque trazer os princípios dos DH para uma
realidade concreta deve considerar tanto a promoção quanto a
garantia desses direitos no espaço urbano da comunidade
escolar. Segundo David Harvey, “A liberdade para nos fazermos e
nos refazermos, assim como nossas cidades, é um dos mais
preciosos, ainda que dos mais negligenciados, dos nossos direitos
humanos. A questão sobre qual tipo de cidade queremos não
pode estar divorciada da questão sobre qual tipo de pessoas
desejamos ser, quais tipos de relações sociais buscamos, qual
relação nutrimos com a natureza, qual modo de vida desejamos”.
Adaptado de HARVEY, David. A liberdade da cidade, GEOUSP Espaço e Tempo (v. 13, n. 2, 2009, p. 9.
Com base no trecho citado, analise as afirmativas a seguir a respeito de pensar a cidade como um direito.
I. O direito à cidade deve ultrapassar o direito ao acesso do que já está disponível, permitindo transformar a cidade em algo que esteja de acordo com os interesses de seus cidadãos. II. O direito à cidade se expressa em duas demandas recorrentes na metrópole paulistana: a ocupação democrática dos espaços urbanos e o fortalecimento da cultura de participação política. III. O direito à cidade opera como um conceito aglutinador, na medida em que alinha uma série de outras políticas de inclusão, participação e uso dos espaços públicos urbanos.
Está correto o que se afirma em
Adaptado de HARVEY, David. A liberdade da cidade, GEOUSP Espaço e Tempo (v. 13, n. 2, 2009, p. 9.
Com base no trecho citado, analise as afirmativas a seguir a respeito de pensar a cidade como um direito.
I. O direito à cidade deve ultrapassar o direito ao acesso do que já está disponível, permitindo transformar a cidade em algo que esteja de acordo com os interesses de seus cidadãos. II. O direito à cidade se expressa em duas demandas recorrentes na metrópole paulistana: a ocupação democrática dos espaços urbanos e o fortalecimento da cultura de participação política. III. O direito à cidade opera como um conceito aglutinador, na medida em que alinha uma série de outras políticas de inclusão, participação e uso dos espaços públicos urbanos.
Está correto o que se afirma em
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O professor propõe ouvir a canção “Até Quando?” (2001), do
rapper Gabriel o Pensador:
Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve Você pode e você deve, pode crer Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu Num quer dizer que você tenha que sofrer Até quando você vai ficar usando rédea Rindo da própria tragédia? Até quando você vai ficar usando rédea Pobre, rico ou classe média? Até quando você vai levar cascudo mudo? Muda, muda essa postura Até quando você vai ficando mudo? Muda que o medo é um modo de fazer censura
Após o debate inicial sobre a mensagem da canção, a turma é convidada a um exercício de interpretação sociológica e conclui que “Até quando?” pode exemplificar o conceito de
Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve Você pode e você deve, pode crer Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu Num quer dizer que você tenha que sofrer Até quando você vai ficar usando rédea Rindo da própria tragédia? Até quando você vai ficar usando rédea Pobre, rico ou classe média? Até quando você vai levar cascudo mudo? Muda, muda essa postura Até quando você vai ficando mudo? Muda que o medo é um modo de fazer censura
Após o debate inicial sobre a mensagem da canção, a turma é convidada a um exercício de interpretação sociológica e conclui que “Até quando?” pode exemplificar o conceito de
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A palavra queer, cujo sentido original era bizarro, excêntrico,
estranho, passou a designar depreciativamente os homossexuais
a partir do século XIX. Nos anos 1980, porém, a palavra foi
ressignificada positivamente por grupos e ativistas LGBT+.
Com essa transformação de sentido, o termo começou a ser usado no sintagma “teoria queer” para indicar
Com essa transformação de sentido, o termo começou a ser usado no sintagma “teoria queer” para indicar
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Em uma das primeiras aulas de sociologia no Ensino Médio, o
docente propõe um exercício de desnaturalização da instituição
escolar, partindo da leitura do trecho a seguir sobre a escola:
“É provavelmente por um efeito de inércia cultural que continuamos tomando o sistema escolar como um fator de mobilidade social, segundo a ideologia da “escola libertadora”, quando, ao contrário, tudo tende a mostrar que ele é um dos fatores mais eficazes de conservação social, pois fornece a aparência de legitimidade às desigualdades sociais, e sanciona a herança cultural e o dom social tratado como dom natural.”
BOURDIEU, P. A escola conservadora: As desigualdades frente à escola e à cultura. In: BOURDIEU, P. Escritos de Educação. Petrópolis: Vozes, 2007, p. 41.
Com base no trecho, os alunos concluem que, para o autor, a educação escolar é um instrumento de
“É provavelmente por um efeito de inércia cultural que continuamos tomando o sistema escolar como um fator de mobilidade social, segundo a ideologia da “escola libertadora”, quando, ao contrário, tudo tende a mostrar que ele é um dos fatores mais eficazes de conservação social, pois fornece a aparência de legitimidade às desigualdades sociais, e sanciona a herança cultural e o dom social tratado como dom natural.”
BOURDIEU, P. A escola conservadora: As desigualdades frente à escola e à cultura. In: BOURDIEU, P. Escritos de Educação. Petrópolis: Vozes, 2007, p. 41.
Com base no trecho, os alunos concluem que, para o autor, a educação escolar é um instrumento de
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Em sala de aula, o docente apresenta o conceito de
interseccionalidade, explicando que ele permite investigar como
a sobreposição de identidades sociais, particularmente das
identidades minoritárias, está relacionada a sistemas de
dominação e de discriminação. Na sequência, analisa com os
alunos o relato a seguir:
“Em 1851, Sojouner Truth, abolicionista e ativista para os direitos das mulheres, discursou na Convenção para os Direitos das Mulheres de Ohio (Estados Unidos), interpelando de forma eloquente o feminismo branco e tornando-se um ícone dos estudos raciais. No fim de seu discurso, Sojouner indagou: ‘Eu pari treze filhos e vi a maioria deles ser vendida para a escravidão, e quando eu clamei com a minha dor de mãe, ninguém a não ser Jesus me ouviu! E não sou uma mulher?’”
Adaptado de HOLLANDA, Heloisa Buarque (org.). Pensamento Feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019, p. 14.
As afirmativas a seguir apresentam interpretações coerentes do trecho à luz da categoria analítica de interseccionalidade, à exceção de uma. Assinale-a.
“Em 1851, Sojouner Truth, abolicionista e ativista para os direitos das mulheres, discursou na Convenção para os Direitos das Mulheres de Ohio (Estados Unidos), interpelando de forma eloquente o feminismo branco e tornando-se um ícone dos estudos raciais. No fim de seu discurso, Sojouner indagou: ‘Eu pari treze filhos e vi a maioria deles ser vendida para a escravidão, e quando eu clamei com a minha dor de mãe, ninguém a não ser Jesus me ouviu! E não sou uma mulher?’”
Adaptado de HOLLANDA, Heloisa Buarque (org.). Pensamento Feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019, p. 14.
As afirmativas a seguir apresentam interpretações coerentes do trecho à luz da categoria analítica de interseccionalidade, à exceção de uma. Assinale-a.
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Segundo a filósofa Judith Butler, o gênero é performático.
“Esses atos, gestos e realizações são performativos no sentido de que a essência ou a identidade que pretendem afirmar são invenções fabricadas e preservadas mediante signos corpóreos e outros meios discursivos. O fato de que o corpo com gênero seja performativo mostra que não tem uma posição ontológica distinta dos diversos atos que conformam sua realidade”.
Adaptado de BUTLER, J. El género en disputa. El feminismo y la subversión de la identidad. Barcelona: Paidós, 2007, p. 266.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir a respeito do conceito de “performatividade de gênero” e assinale F para a falsa e V para a verdadeira.
( ) Questiona a suposição de existir uma essência para os gêneros e refuta a adoção de modelos substancialistas de identidade. ( ) Sustenta a edificação do gênero mediante a repetição de atos regulados por uma normatividade que pressupõe uma continuidade entre gênero, sexo e desejo. ( ) Afirma que homens e mulheres se comportam de modo específico em função de sua natureza masculina e feminina, para marcar a própria subjetividade por gestos, falas e comportamentos.
Assinale a opção que indica a sequência correta, na ordem apresentada.
“Esses atos, gestos e realizações são performativos no sentido de que a essência ou a identidade que pretendem afirmar são invenções fabricadas e preservadas mediante signos corpóreos e outros meios discursivos. O fato de que o corpo com gênero seja performativo mostra que não tem uma posição ontológica distinta dos diversos atos que conformam sua realidade”.
Adaptado de BUTLER, J. El género en disputa. El feminismo y la subversión de la identidad. Barcelona: Paidós, 2007, p. 266.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir a respeito do conceito de “performatividade de gênero” e assinale F para a falsa e V para a verdadeira.
( ) Questiona a suposição de existir uma essência para os gêneros e refuta a adoção de modelos substancialistas de identidade. ( ) Sustenta a edificação do gênero mediante a repetição de atos regulados por uma normatividade que pressupõe uma continuidade entre gênero, sexo e desejo. ( ) Afirma que homens e mulheres se comportam de modo específico em função de sua natureza masculina e feminina, para marcar a própria subjetividade por gestos, falas e comportamentos.
Assinale a opção que indica a sequência correta, na ordem apresentada.
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“Aprendemos que inscrever as mulheres na história implica
necessariamente a redefinição e o alargamento das noções
tradicionais do que é historicamente importante, para incluir
tanto a experiência pessoal e subjetiva quanto as atividades
públicas e políticas. Não é exagerado dizer que tal metodologia
implica não só em uma nova história das mulheres, mas em uma
nova história que se pergunte: Como é que o gênero funciona nas
relações sociais humanas? Como é que o gênero dá um sentido à
organização e à percepção do conhecimento histórico?”.
Adaptado de GORDON Ann D.; BUHLE Mari Jo; e SHROM Nancy Dye, “The Problem of Women’s History”, Urbanna, 11, p.89.
Com base no trecho, assinale a afirmativa correta a respeito da contribuição teórico-metodológica dos estudos de gênero para as ciências sociais.
Adaptado de GORDON Ann D.; BUHLE Mari Jo; e SHROM Nancy Dye, “The Problem of Women’s History”, Urbanna, 11, p.89.
Com base no trecho, assinale a afirmativa correta a respeito da contribuição teórico-metodológica dos estudos de gênero para as ciências sociais.
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“O significado de ser classificado socialmente como negro não é o
mesmo se olharmos para o Brasil do século XIX ou do século XXI.
No século XIX, a pele negra remetia diretamente à escravidão e
ao trabalho braçal, fosse ele na plantação ou na casa-grande. As
diferenças eram asseguradas por um sistema de dominação que
tratava negros como objetos, negando direitos políticos e
perpetrando castigos físicos. Mais de um século depois, grande
parte da desigualdade permanece, mas seus significados são
muito distintos”.
Adaptado de ZAMBONI, Marcio. Um modo de olhar para as diversas formas de diferença e desigualdade presentes na sociedade contemporânea, in Sociologia Especial, p. 16.
No trecho, utilizado em sala de aula para incentivar o debate sobre “Diferença e Desigualdade”, o docente mostra como, nas duas situações citadas, um marcador social de diferença (ser classificado como negro) torna-se fator de produção e reprodução de desigualdades. Em seguida, caracteriza com os alunos o conceito de “marcadores sociais de desigualdade e de diferença”.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente o resultado dessa caracterização, com base no trecho, à exceção de uma.
Assinale-a.
Adaptado de ZAMBONI, Marcio. Um modo de olhar para as diversas formas de diferença e desigualdade presentes na sociedade contemporânea, in Sociologia Especial, p. 16.
No trecho, utilizado em sala de aula para incentivar o debate sobre “Diferença e Desigualdade”, o docente mostra como, nas duas situações citadas, um marcador social de diferença (ser classificado como negro) torna-se fator de produção e reprodução de desigualdades. Em seguida, caracteriza com os alunos o conceito de “marcadores sociais de desigualdade e de diferença”.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente o resultado dessa caracterização, com base no trecho, à exceção de uma.
Assinale-a.
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