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A Instrução Normativa SME nº
13/2018 reorienta o Programa “São Paulo Integral” nas unidades de Educação
Infantil, Ensino Fundamental e Médio e nos Centros Educacionais Unificados da Rede Municipal de Ensino. Ela
constitui um dos considerandos da Instrução Normativa
SME n° 22/2018, que dispõe sobre a organização das
Unidades Educacionais da Rede Municipal de Ensino.
Esta instrução, em conformidade com a anterior, estabelece, nas suas disposições gerais, que aquelas unidades
deverão organizar-se de modo a assegurar um trabalho
educacional voltado para
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- LegislaçãoEducação Especial: Leis, Tratados e Normas Especiais
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
Na EMEBS Carlos Mello, uma professora bilíngue para
surdos, do 1° ano do ciclo de alfabetização, planeja como
atividade pedagógica uma exploração dos espaços escolares com a finalidade de desenvolver o processo de
leitura e escrita. Ao iniciar a visita, chama a atenção dos
alunos para a escrita das placas que indicam os espaços
que percorrem. Ao retornar à sala de aula, faz uma roda
de conversa solicitando aos alunos que sinalizem o espaço que visitaram e, em seguida, que reconheçam placas
registradas na Escrita de Sinais e na modalidade escrita
da Língua Portuguesa.
O Currículo de Língua Portuguesa para Surdos está organizado em cinco eixos estruturantes. Na atividade realizada, a professora privilegiou o eixo
O Currículo de Língua Portuguesa para Surdos está organizado em cinco eixos estruturantes. Na atividade realizada, a professora privilegiou o eixo
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Orlando é candidato no concurso para seleção de Coordenador Pedagógico da SME-SP. Ao estudar o tema da
Educação de Jovens e Adultos – EJA, recorreu ao artigo de Moura, in Silva e Pereira (2015). Nesse artigo,
verificou que “boa parte das propostas curriculares tem
sido incapaz de incorporar as necessidades diárias dos
sujeitos que constituem a escola. Tal fato tem afastado
cada vez mais os alunos do Ensino Fundamental regular, e estes, ao retornarem para a escola, inserem-se na
EJA”. Segundo o artigo, outro grupo que vem migrando
para a EJA são os alunos da Educação Inclusiva, pois,
à medida que atingem a idade limite de permanência na
modalidade do regular e, no desejo de darem continuidade aos estudos, passam a frequentar a EJA. “Mas, como
trabalhar esse grupo?” Este questionamento tem levado
professores e gestores a buscarem soluções no intuito
de, sem discriminar,
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Maurício, coordenador pedagógico de uma escola pública municipal da capital paulista, tem se baseado em
obras de diversos autores para coordenar o processo de
desenvolvimento pessoal e profissional dos professores
no âmbito da escola, em que atua. Entre essas obras,
consta a de Tardif (2002), em que o autor relaciona “saberes docentes e formação profissional” e aponta “a necessidade de repensar” a “visão disciplinar e aplicacionista da formação profissional”. Segundo afirma Tardif, ele
procura mostrar como o conhecimento do trabalho dos
professores e o fato de levar em consideração os seus
saberes cotidianos permite
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Hédio Silva Junior, in Bento (2011), considera que já há,
no Brasil, “o reconhecimento legal do racismo contra
crianças negras e a noção de intervenção preventiva”.
Ele argumenta que, nos últimos anos, é crescente a preocupação com formulações conceituais e normativas capazes de orientar a atuação de professores e gestores
no tratamento da diversidade étnico-racial na educação
infantil. No entanto, segundo o autor, essas formulações
“geralmente baseiam-se em um equívoco conceitual que
minimiza, empobrece e esvazia o desempenho da educação infantil, qual seja, a ideia de que se deve adotar um
posicionamento meramente reativo”. Apontando a “insuficiência” de tal posicionamento, Silva Junior argumenta
que a própria Constituição Federal e o ECA prescrevem
que a criança deve ser colocada a salvo de toda “negligência, discriminação, crueldade e opressão”, mas que a
educação escolar pode fazer muito mais do que reprimir
a discriminação – ela pode e deve preparar crianças e
adultos para
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A educação escolar constitui uma área do serviço púbico
de grande relevância social, e cujo trabalho, complexo e
interdisciplinar, exige desenvolvimento pessoal e profissional dos envolvidos, além do dever de “cooperar e manter
espírito de solidariedade com os companheiros de trabalho”, conforme item X do artigo 178 da Lei Municipal de
São Paulo n° 8.989/1979. No contexto escolar municipal
de São Paulo, constam da Instrução Normativa SME n° 25/2018 duas funções que interagem entre si: o PAP –
Professor de Apoio Pedagógico para atuar junto às turmas
de recuperação de aprendizagens e o POA – Professor
Orientador de Área para atuar no acompanhamento do
planejamento das ações dos professores das áreas/componentes de Alfabetização, Língua Portuguesa e Matemática, em conjunto com o Coordenador Pedagógico.
De acordo com a referida Instrução, para exercer essas funções docentes de PAP e de POA, nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental – EMEFs, nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio – EMEFMs e nas Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos – EMEBSs, é necessário ser professor em exercício na Unidade Educacional e ser indicado
De acordo com a referida Instrução, para exercer essas funções docentes de PAP e de POA, nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental – EMEFs, nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio – EMEFMs e nas Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos – EMEBSs, é necessário ser professor em exercício na Unidade Educacional e ser indicado
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Isaneide Domingues (2015) contribui significativamente
para a compreensão da coordenação pedagógica e seu papel na formação continuada dos profissionais que trabalham
na escola, a partir de pesquisa que, motivada pela sua própria atuação como coordenadora pedagógica na rede municipal de ensino de São Paulo, deu voz, também, a quatro
outras coordenadoras desse município. Concordando com
Libâneo (2003), o qual cita, a autora afirma que cabe ao
coordenador pedagógico “a difícil tarefa de auxiliar o professor no desenvolvimento do trabalho pedagógico de modo a
contribuir com a melhoria da qualidade do ensino, construindo e administrando situações de aprendizagem adequadas
às necessidades educacionais dos alunos, por meio
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Examinando-se o “Currículo da Cidade: Ensino Fundamental” (SME, 2019), constata-se a intenção de se oferecer suporte para assegurar os direitos de aprendizagem
a cada estudante da Rede Municipal de Ensino. Entre os
volumes que o compõem, há o de Ciências da Natureza
e o de Matemática. Conforme o primeiro, o ensino de
Ciências tanto pode permitir que o estudante compreenda a presença e as influências do conhecimento científico
na sociedade, como também contribuir com a construção
de conhecimentos que servem como instrumentos para
uma visão crítica de mundo. Já o segundo afirma que a
Matemática desempenha um papel formativo básico, na
medida em que possibilita o desenvolvimento dos diversos tipos de raciocínio, e outro instrumental, que é prático
e visa a resolver problemas em situações reais, sendo
uma ferramenta para ser usada em outras áreas e permitindo abordar uma grande variedade de situações. Com
essa amplitude, a Matemática envolve três dimensões
que se articulam e se complementam:
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Leia o texto para responder à questão.
Na obra Para uma teoria da avaliação no domínio das aprendizagens, Fernandes (2008) examina duas das tradições que têm predominado na literatura referente à avaliação da aprendizagem dos alunos: a francófona e a anglo-saxônica. São perspectivas que diferem em vários aspectos, dentre os quais, destaca-se o feedback.
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Staccioli (2013), na obra Diário do acolhimento na escola
da infância, destaca que a criança tem o direito de, na escola, encontrar atitudes e ambientes acolhedores. Ele apresenta um método de trabalho acolhedor a ser desenvolvido
na pré-escola e, nas orientações, indica a valorização da
brincadeira, pois essa é capaz de mobilizar as crianças e de
levá-las a aprendizagens e relações. A brincadeira pode ser
vista sob o ponto de vista psicológico, pela ótica pedagógica
e cultural. No contexto das brincadeiras, segundo Staccioli,
a tarefa do professor é de
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