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Foram encontradas 285 questões.

2910124 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Leia o texto a seguir:
O inverno
Rubem Braga
Foi a mais estranha manhã que tenho visto no Rio, essa de sexta-feira. Depois de uma noite de lua veio um vento que amontoou nuvens baixas sobre a cidade e, de súbito, desfechou uma chuva forte, com jeito de chuva de verão. Mas sem aquela pressão e eletricidade desses temporais que se formam atrás das montanhas de pedras, como bandidos que se juntam para um assalto ― e de súbito rebentam sobre as casas, entre relâmpagos e trovoadas.
O temporal matutino veio com um vento quase frio, e às onze horas da manhã o ar estava escuro e ao mesmo tempo leve como de madrugada. Na minha rua, com a tristeza das árvores podadas, o asfalto molhado tinha um reflexo tão triste, uma luz pálida de olhos de pessoa doente.
E aquela escuridão era como um dia de fim de outono na França, esses dias em que a cidade grande assume um ar egoísta, apressado, ao mesmo tempo brutal e cheio de tédio. O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte.
A tristeza pior, que mais de uma vez me apertou o coração, é, entretanto, a desse fim de outono, um desses dias escuros, molhados e frios, que dizem que o inverno vai começar, que ele já está chegando, e que é preciso dar adeus aos belos dias de sol em que é doce andar lentamente pelas ruas.
Essa estranha manhã do Rio me trouxe a mesma sensação desses dias sujos, deprimentes, do começo de inverno em Paris, em que nos dá uma vontade súbita de embarcar para um Brasil qualquer em que haja luz e calor, em que a gente possa sair com um calção de banho e andar na praia, ao sol ― o pobre condenado a meses de capote, cachecol, chapéu, sapato pesado, ar cheio de fumo e vento frio.
Mas o dia avançou um pouco e, como num milagre, as nuvens sumiram e veio um sol tão claro e fino sobre a cidade molhada que a cidade esplendeu no ar limpo, viva como risada de criança. E, por um instante, surpreendi nas pessoas um olhar novo, reconhecido, quase feliz, como se tivéssemos saído afinal da escuridão de um torpe, longo inverno. A cidade renascia com tanta beleza que dava vontade de fazer como na roça, e a todo ser humano que passasse dizer, com uma leve emoção ― bom dia.
Fonte: https://ocjht.mgmonline.online. Acesso em 20/05/2023
No trecho “Mas sem aquela pressão e eletricidade desses temporais que se formam atrás das montanhas de pedras” (1º parágrafo), as palavras destacadas são respectivamente classificadas como:
 

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2910123 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Leia o texto a seguir:
O inverno
Rubem Braga
Foi a mais estranha manhã que tenho visto no Rio, essa de sexta-feira. Depois de uma noite de lua veio um vento que amontoou nuvens baixas sobre a cidade e, de súbito, desfechou uma chuva forte, com jeito de chuva de verão. Mas sem aquela pressão e eletricidade desses temporais que se formam atrás das montanhas de pedras, como bandidos que se juntam para um assalto ― e de súbito rebentam sobre as casas, entre relâmpagos e trovoadas.
O temporal matutino veio com um vento quase frio, e às onze horas da manhã o ar estava escuro e ao mesmo tempo leve como de madrugada. Na minha rua, com a tristeza das árvores podadas, o asfalto molhado tinha um reflexo tão triste, uma luz pálida de olhos de pessoa doente.
E aquela escuridão era como um dia de fim de outono na França, esses dias em que a cidade grande assume um ar egoísta, apressado, ao mesmo tempo brutal e cheio de tédio. O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte.
A tristeza pior, que mais de uma vez me apertou o coração, é, entretanto, a desse fim de outono, um desses dias escuros, molhados e frios, que dizem que o inverno vai começar, que ele já está chegando, e que é preciso dar adeus aos belos dias de sol em que é doce andar lentamente pelas ruas.
Essa estranha manhã do Rio me trouxe a mesma sensação desses dias sujos, deprimentes, do começo de inverno em Paris, em que nos dá uma vontade súbita de embarcar para um Brasil qualquer em que haja luz e calor, em que a gente possa sair com um calção de banho e andar na praia, ao sol ― o pobre condenado a meses de capote, cachecol, chapéu, sapato pesado, ar cheio de fumo e vento frio.
Mas o dia avançou um pouco e, como num milagre, as nuvens sumiram e veio um sol tão claro e fino sobre a cidade molhada que a cidade esplendeu no ar limpo, viva como risada de criança. E, por um instante, surpreendi nas pessoas um olhar novo, reconhecido, quase feliz, como se tivéssemos saído afinal da escuridão de um torpe, longo inverno. A cidade renascia com tanta beleza que dava vontade de fazer como na roça, e a todo ser humano que passasse dizer, com uma leve emoção ― bom dia.
Fonte: https://ocjht.mgmonline.online. Acesso em 20/05/2023
Leia o trecho a seguir, para responder à questão:
O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte (3º parágrafo).
A palavra “diuturna”, registrada no trecho anterior, significa algo que:
 

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2910122 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Leia o texto a seguir:
O inverno
Rubem Braga
Foi a mais estranha manhã que tenho visto no Rio, essa de sexta-feira. Depois de uma noite de lua veio um vento que amontoou nuvens baixas sobre a cidade e, de súbito, desfechou uma chuva forte, com jeito de chuva de verão. Mas sem aquela pressão e eletricidade desses temporais que se formam atrás das montanhas de pedras, como bandidos que se juntam para um assalto ― e de súbito rebentam sobre as casas, entre relâmpagos e trovoadas.
O temporal matutino veio com um vento quase frio, e às onze horas da manhã o ar estava escuro e ao mesmo tempo leve como de madrugada. Na minha rua, com a tristeza das árvores podadas, o asfalto molhado tinha um reflexo tão triste, uma luz pálida de olhos de pessoa doente.
E aquela escuridão era como um dia de fim de outono na França, esses dias em que a cidade grande assume um ar egoísta, apressado, ao mesmo tempo brutal e cheio de tédio. O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte.
A tristeza pior, que mais de uma vez me apertou o coração, é, entretanto, a desse fim de outono, um desses dias escuros, molhados e frios, que dizem que o inverno vai começar, que ele já está chegando, e que é preciso dar adeus aos belos dias de sol em que é doce andar lentamente pelas ruas.
Essa estranha manhã do Rio me trouxe a mesma sensação desses dias sujos, deprimentes, do começo de inverno em Paris, em que nos dá uma vontade súbita de embarcar para um Brasil qualquer em que haja luz e calor, em que a gente possa sair com um calção de banho e andar na praia, ao sol ― o pobre condenado a meses de capote, cachecol, chapéu, sapato pesado, ar cheio de fumo e vento frio.
Mas o dia avançou um pouco e, como num milagre, as nuvens sumiram e veio um sol tão claro e fino sobre a cidade molhada que a cidade esplendeu no ar limpo, viva como risada de criança. E, por um instante, surpreendi nas pessoas um olhar novo, reconhecido, quase feliz, como se tivéssemos saído afinal da escuridão de um torpe, longo inverno. A cidade renascia com tanta beleza que dava vontade de fazer como na roça, e a todo ser humano que passasse dizer, com uma leve emoção ― bom dia.
Fonte: https://ocjht.mgmonline.online. Acesso em 20/05/2023
Leia o trecho a seguir, para responder à questão:
O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte (3º parágrafo).
Ao retratar a rua como “triste e feroz” e ao indicar que o vento gelado “esbofeteava o transeunte”, o cronista atribui ações ou características humanas à rua e ao vento. Essa estratégia discursiva é um exemplo de:
 

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2910121 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Leia o texto a seguir:
O inverno
Rubem Braga
Foi a mais estranha manhã que tenho visto no Rio, essa de sexta-feira. Depois de uma noite de lua veio um vento que amontoou nuvens baixas sobre a cidade e, de súbito, desfechou uma chuva forte, com jeito de chuva de verão. Mas sem aquela pressão e eletricidade desses temporais que se formam atrás das montanhas de pedras, como bandidos que se juntam para um assalto ― e de súbito rebentam sobre as casas, entre relâmpagos e trovoadas.
O temporal matutino veio com um vento quase frio, e às onze horas da manhã o ar estava escuro e ao mesmo tempo leve como de madrugada. Na minha rua, com a tristeza das árvores podadas, o asfalto molhado tinha um reflexo tão triste, uma luz pálida de olhos de pessoa doente.
E aquela escuridão era como um dia de fim de outono na França, esses dias em que a cidade grande assume um ar egoísta, apressado, ao mesmo tempo brutal e cheio de tédio. O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte.
A tristeza pior, que mais de uma vez me apertou o coração, é, entretanto, a desse fim de outono, um desses dias escuros, molhados e frios, que dizem que o inverno vai começar, que ele já está chegando, e que é preciso dar adeus aos belos dias de sol em que é doce andar lentamente pelas ruas.
Essa estranha manhã do Rio me trouxe a mesma sensação desses dias sujos, deprimentes, do começo de inverno em Paris, em que nos dá uma vontade súbita de embarcar para um Brasil qualquer em que haja luz e calor, em que a gente possa sair com um calção de banho e andar na praia, ao sol ― o pobre condenado a meses de capote, cachecol, chapéu, sapato pesado, ar cheio de fumo e vento frio.
Mas o dia avançou um pouco e, como num milagre, as nuvens sumiram e veio um sol tão claro e fino sobre a cidade molhada que a cidade esplendeu no ar limpo, viva como risada de criança. E, por um instante, surpreendi nas pessoas um olhar novo, reconhecido, quase feliz, como se tivéssemos saído afinal da escuridão de um torpe, longo inverno. A cidade renascia com tanta beleza que dava vontade de fazer como na roça, e a todo ser humano que passasse dizer, com uma leve emoção ― bom dia.
Fonte: https://ocjht.mgmonline.online. Acesso em 20/05/2023
Leia o trecho a seguir, para responder à questão:
O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte (3º parágrafo).
A crônica é essencialmente um gênero narrativo, ou seja, cumpre o papel de relatar uma história real ou fictícia. Contudo, é possível haver trechos que cumpram outros papéis, como o de detalhar as características de elementos presentes no discurso. Considerando essas informações, o trecho destacado é predominantemente:
 

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2910120 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Leia o texto a seguir:
O inverno
Rubem Braga
Foi a mais estranha manhã que tenho visto no Rio, essa de sexta-feira. Depois de uma noite de lua veio um vento que amontoou nuvens baixas sobre a cidade e, de súbito, desfechou uma chuva forte, com jeito de chuva de verão. Mas sem aquela pressão e eletricidade desses temporais que se formam atrás das montanhas de pedras, como bandidos que se juntam para um assalto ― e de súbito rebentam sobre as casas, entre relâmpagos e trovoadas.
O temporal matutino veio com um vento quase frio, e às onze horas da manhã o ar estava escuro e ao mesmo tempo leve como de madrugada. Na minha rua, com a tristeza das árvores podadas, o asfalto molhado tinha um reflexo tão triste, uma luz pálida de olhos de pessoa doente.
E aquela escuridão era como um dia de fim de outono na França, esses dias em que a cidade grande assume um ar egoísta, apressado, ao mesmo tempo brutal e cheio de tédio. O inverno! Pode-se amá-lo nas montanhas cobertas de neve e de sol e nas noites urbanas, quando as mulheres esplendem entre os grandes casacos macios, no meio das luzes. Mas a rua diuturna é triste e feroz quando a neve se transforma em lama e o vento gelado esbofeteia o transeunte.
A tristeza pior, que mais de uma vez me apertou o coração, é, entretanto, a desse fim de outono, um desses dias escuros, molhados e frios, que dizem que o inverno vai começar, que ele já está chegando, e que é preciso dar adeus aos belos dias de sol em que é doce andar lentamente pelas ruas.
Essa estranha manhã do Rio me trouxe a mesma sensação desses dias sujos, deprimentes, do começo de inverno em Paris, em que nos dá uma vontade súbita de embarcar para um Brasil qualquer em que haja luz e calor, em que a gente possa sair com um calção de banho e andar na praia, ao sol ― o pobre condenado a meses de capote, cachecol, chapéu, sapato pesado, ar cheio de fumo e vento frio.
Mas o dia avançou um pouco e, como num milagre, as nuvens sumiram e veio um sol tão claro e fino sobre a cidade molhada que a cidade esplendeu no ar limpo, viva como risada de criança. E, por um instante, surpreendi nas pessoas um olhar novo, reconhecido, quase feliz, como se tivéssemos saído afinal da escuridão de um torpe, longo inverno. A cidade renascia com tanta beleza que dava vontade de fazer como na roça, e a todo ser humano que passasse dizer, com uma leve emoção ― bom dia.
Fonte: https://ocjht.mgmonline.online. Acesso em 20/05/2023
O texto anterior retrata uma cena do cotidiano, uma manhã de sexta-feira, no Rio de Janeiro. Ao longo do texto, o cronista:
 

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2910119 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Crônica: o motorista social
Guilherme Ludwig.
Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.
– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.
O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.
Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.
– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.
A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?
Beeeeeeep!!!
– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.
Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.
O motorista só consegue focar nas mais interessantes.
Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5
Observando os dois textos, as frases de propagandas de trânsito que melhor refletem as questões trazidas por eles, respectivamente, são:
 

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2910118 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Crônica: o motorista social
Guilherme Ludwig.
Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.
– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.
O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.
Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.
– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.
A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?
Beeeeeeep!!!
– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.
Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.
O motorista só consegue focar nas mais interessantes.
Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5
O principal objetivo do texto é:
 

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2910117 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Crônica: o motorista social
Guilherme Ludwig.
Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.
– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.
O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.
Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.
– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.
A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?
Beeeeeeep!!!
– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.
Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.
O motorista só consegue focar nas mais interessantes.
Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5
O desrespeito às leis de trânsito é verificado de forma explícita no trecho:
 

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2910116 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Crônica: o motorista social
Guilherme Ludwig.
Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.
– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.
O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.
Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.
– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.
A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?
Beeeeeeep!!!
– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.
Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.
O motorista só consegue focar nas mais interessantes.
Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5
Uma expressão que, no texto, indica movimentação do veículo é:
 

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2910115 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Crônica: o motorista social
Guilherme Ludwig.
Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.
– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.
O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.
Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.
– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.
A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?
Beeeeeeep!!!
– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.
Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.
O motorista só consegue focar nas mais interessantes.
Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5
O trecho “As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.” poderia ser substituído, mantendo seu sentido original, por:
 

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