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A dança, para o Coletivo de Autores (1992), é considerada
uma expressão representativa de diversos aspectos da vida do
homem. Pode ser considerada como linguagem social que permite
a transmissão de sentimentos e emoções, da afetividade vivida
nas esferas da religiosidade, do trabalho, dos costumes, hábitos,
da saúde, da guerra, entre outros. Sobre o ensino da dança, na
Educação Física escolar, os autores sugerem, em relação ao
desenvolvimento técnico, a abordagem dos fundamentos:
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Historicamente, no contexto da Educação Física escolar, a
avaliação tem assumido como base o paradigma docimológico
clássico, em que as preocupações principais têm recaído nos
métodos e técnicas usadas, criando-se testes, materiais e
sistemas, estabelecendo-se critérios com fins classificatórios e
seletivos. No entanto, o Coletivo de Autores (1992) defende que
a avaliação nesses moldes consolida, através dos instrumentos e
medidas, a legitimação do fracasso, a discriminação, a evasão e
expulsão dos alunos, principalmente daqueles oriundos da classe
trabalhadora. Na concepção do Coletivo de Autores, a avaliação
deve considerar:
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Ao aprofundar-se nas reflexões sobre o conceito de cultura
corporal, em sua obra denominada “Cultura corporal na escola:
tarefas da educação física”, Micheli Ortega Escobar (1995, p. 94)
destaca que o acervo de atividades expressivo-comunicativas
envolve uma série de sentidos e significados complexos,
porque “essas atividades foram construídas em determinadas
épocas históricas como respostas a determinadas necessidades
humanas”. Nesse sentido, para a autora:
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Recentemente, alguns coletivos de professores/as e
pesquisadores/as têm experimentado as aproximações entre
a Educação Física escolar e o pensamento de Paulo Freire.
Em um estudo nomeado “A construção coletiva de princípios
epistemológicos, políticos e pedagógicos da Educação Física
Escolar libertadora”, Valdilene Nogueira, Daniel Maldonado,
Elisabete Freire (2023) apresentam princípios político-pedagógicos e epistemológicos da Educação Física em interface
com a Pedagogia Libertadora de Paulo Freire. As autoras e autor
defendem:
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Pensando nas aproximações entre a Educação Física
escolar e a Lei 10.639/03, que altera a Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da Rede
de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", Josiane Cristina Climaco, Márcia Lúcia dos Santos
e Celi Nelza Zulke Taffarel (2018) discorrem sobre a Cultura
Corporal Afro Brasileira. Segundo as autoras, esta consiste em:
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As brincadeiras têm sido compreendidas sob diversas óticas
no contexto das pesquisas em Educação e Educação Física. Por
exemplo, em sua obra de título “Jogo, brinquedo, brincadeira e
a educação”, Kishimoto (1996) destaca que as brincadeiras,
diferente dos jogos, apresentam a ausência de um conjunto de
regras e permitem a representação de imagens que resgatam aspectos da realidade. Ao elencar algumas das possibilidades que as brincadeiras assumem, a autora conceitua a brincadeiras
tradicionais como produções de certos povos em determinados
períodos históricos. Nesse sentido, conforme Kishimoto (1996),
as brincadeiras:
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Ao discorrer sobre a Educação Física escolar, partindo de
uma abordagem sociocultural, José Sergio Pérez Gallardo (2010)
busca contribuir com o conceito de cultura corporal, versando
sobre o conjunto de manifestações entendidas como patrimônio
cultural para a comunidade em que a escola está situada. A esse
conjunto de manifestações o referido autor nomeia:
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O Jongo é uma manifestação cultural de matriz africana
enraizada pelo sudeste do país e com algumas comunidades
de destaque no estado do Rio de Janeiro. No ano de 2005, o
Jongo, também intitulado tambu, tambor, batuque e caxambu, foi
registrado como Patrimônio Imaterial pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Já no ano de 2013, o
Jongo foi também incluído no chamado “Inventário dos Lugares
de Memória do Tráfico Atlântico de Escravos e da História dos
Africanos Escravizados no Brasil”, elaborado pelo Laboratório de
História Oral e Imagem (LABHOI-UFF). Nesse sentido, conforme
reflete Martins (2021), incluir o Jongo enquanto objeto de estudo
da Educação Física escolar é uma forma de:
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Desde a década de 1980, a cultura corporal vem destacando-se enquanto objeto de estudo da Educação Física escolar.
Lançado pelo Coletivo de Autores em 1992, o livro “Metodologia
do ensino de Educação Física” representou um marco ao pontuar
o compromisso da Educação Física escolar com a reflexão sobre
o acervo das formas de representações simbólicas produzidas no
decorrer da história humana. Nesse sentido, conforme os autores
discorrem na referida obra, integram o acervo da cultura corporal
e, portanto, são o conteúdo da Educação Física escolar:
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Com inspiração nas teorias pós-críticas do currículo, o
chamado currículo cultural, culturalmente orientado ou tão
somente Educação Física cultural, de acordo com Nunes (2023),
tematiza a ocorrência social das práticas corporais, entendidas
como textos produzidos pela linguagem corporal. Nada mais que
artefatos culturais cujos signos revelam marcas sociais de classe,
etnia, gênero, orientação sexual e religião. O currículo cultural da
Educação Física estabelece procedimentos didáticos específicos,
que tem por objetivo organizar as atividades de ensino:
mapeamento, tematização, etnografia das práticas corporais,
problematização, vivência e ressignificação, aprofundamento,
ampliação, registro e avaliação. Para Nunes (2023), mapear
significa:
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