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Foram encontradas 40 questões.

2240298 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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No projeto da instalação de esgoto sanitário de uma edificação, deseja-se utilizar uma caixa de gordura capaz de atender, simultaneamente, três cozinhas. Nesse caso, a caixa de gordura deve ser do tipo:

 

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Conforme dados estatísticos do anuário da Fundação Ceperj, as atividades econômicas que possuem maior participação no valor adicionado bruto do Município de Saquarema, conforme dados oficiais de 2011, são as de:

 

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No âmbito do Estado do Rio de Janeiro, o município de Saquarema localiza-se na seguinte região de governo:

 

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2240177 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Observe a laje de concreto armado apresentada na figura abaixo.

Enunciado 2743546-1

Essa laje é do tipo:

 

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2240155 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Uma mistura composta de cimento, areia e água pode ser denominada como sendo um/uma:

 

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2240153 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A figura abaixo apresenta o diagrama vertical da instalação de água fria de uma edificação.

Enunciado 2736003-1

Sobre essa instalação, responda à questão

Uma das funções da caixa indicada pelo número 2 é de:

 

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2240084 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Observe a figura abaixo, que apresenta a ligação entre duas tubulações hidráulicas.

Enunciado 2716448-1

Esse tipo de ligação é conhecido como ligação:

 

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APRENDER A PENSAR

Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.

O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importantes que sabemos?

As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar- se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.

Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, as conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.

Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...

Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho-neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.

Se me perguntassem: para o Brasil dar certo, que reformas precisariam ser feitas? Eu diria: uma objetiva, e outra subjetiva. A objetiva é a reforma agrária. Brasil e Argentina são os únicos países das três Américas que nunca passaram por uma reforma agrária. O detalhe é que somos o único país das Américas com área cultivável de 600 milhões de hectares, e com enorme potencial de produção extrativa, como é o caso da Amazônia. No Continente, nenhum outro país se iguala ao nosso em possibilidade produtiva.

A reforma subjetiva seria a da educação. Todo o potencial da nossa vida depende da educação recebida. A educação no Brasil nunca foi suficientemente valorizada. E sofreu um trauma durante a ditadura militar, ao adotar o método usamericano de não qualificação dos conteúdos, e sim de quantificação.

Sobretudo suprimiu do currículo disciplinas que nos ajudam a pensar, como filosofia e sociologia, agora reintroduzidas em algumas escolas de ensino médio. Durante décadas foram proibidas, tanto que em Belo Horizonte um professor, aos sábados, resolveu, por conta própria, dar aula de filosofia para alunos que se interessassem. O êxito foi tamanho, que a escola teve que introduzi-la no currículo.

Frei Betto (domtotal.com/colunas/)

“O êxito foi tamanho, que a escola teve que introduzi-la no currículo”. O elemento destacado marca uma relação com a oração anterior de:

 

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É um dos municípios limítrofes ao município de Saquarema:

 

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APRENDER A PENSAR

Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.

O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importantes que sabemos?

As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar- se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.

Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, as conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.

Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...

Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho-neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.

Se me perguntassem: para o Brasil dar certo, que reformas precisariam ser feitas? Eu diria: uma objetiva, e outra subjetiva. A objetiva é a reforma agrária. Brasil e Argentina são os únicos países das três Américas que nunca passaram por uma reforma agrária. O detalhe é que somos o único país das Américas com área cultivável de 600 milhões de hectares, e com enorme potencial de produção extrativa, como é o caso da Amazônia. No Continente, nenhum outro país se iguala ao nosso em possibilidade produtiva.

A reforma subjetiva seria a da educação. Todo o potencial da nossa vida depende da educação recebida. A educação no Brasil nunca foi suficientemente valorizada. E sofreu um trauma durante a ditadura militar, ao adotar o método usamericano de não qualificação dos conteúdos, e sim de quantificação.

Sobretudo suprimiu do currículo disciplinas que nos ajudam a pensar, como filosofia e sociologia, agora reintroduzidas em algumas escolas de ensino médio. Durante décadas foram proibidas, tanto que em Belo Horizonte um professor, aos sábados, resolveu, por conta própria, dar aula de filosofia para alunos que se interessassem. O êxito foi tamanho, que a escola teve que introduzi-la no currículo.

Frei Betto (domtotal.com/colunas/)

No sétimo parágrafo, a necessidade de reforma agrária é defendida pelo autor com:

 

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