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Foram encontradas 40 questões.

2240597 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Fortes (2008) descreve como não sendo um sinal/sintoma relacionado ao trauma torácico:

 

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APRENDER A PENSAR

Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.

O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importantes que sabemos?

As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar- se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.

Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, as conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.

Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...

Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específi co de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho-neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.

Se me perguntassem: para o Brasil dar certo, que reformas precisariam ser feitas? Eu diria: uma objetiva, e outra subjetiva. A objetiva é a reforma agrária. Brasil e Argentina são os únicos países das três Américas que nunca passaram por uma reforma agrária. O detalhe é que somos o único país das Américas com área cultivável de 600 milhões de hectares, e com enorme potencial de produção extrativa, como é o caso da Amazônia. No Continente, nenhum outro país se iguala ao nosso em possibilidade produtiva.

A reforma subjetiva seria a da educação. Todo o potencial da nossa vida depende da educação recebida. A educação no Brasil nunca foi suficientemente valorizada. E sofreu um trauma durante a ditadura militar, ao adotar o método usamericano de não qualificação dos conteúdos, e sim de quantificação.

Sobretudo suprimiu do currículo disciplinas que nos ajudam a pensar, como filosofia e sociologia, agora reintroduzidas em algumas escolas de ensino médio. Durante décadas foram proibidas, tanto que em Belo Horizonte um professor, aos sábados, resolveu, por conta própria, dar aula de filosofia para alunos que se interessassem. O êxito foi tamanho, que a escola teve que introduzi-la no currículo.

Frei Betto (domtotal.com/colunas/)

No quarto parágrafo, o emprego do pronome “nosso” indica a seguinte estratégia:

 

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2240512 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

O Humaniza SUS: Política Nacional de Humanização (2004) determina diretrizes específicas por nível de atenção. Entre as diretrizes de urgência e emergência, pronto- socorros, pronto- atendimentos, assistência pré- hospitalar e outros, está a de:

 

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2240504 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Quando a população de uma determinada área não puder ter a cobertura assistencial por insuficiência das disponibilidades do SUS, este poderá:

 

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2240443 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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De acordo com Lima (2010), a média de comprimento quando do nascimento de uma criança normal é de:

 

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2240440 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O Ministério da Saúde, em seu manual “Atenção ao pré-natal de baixo risco” (2012), preconiza que a gestante deve ser incentivada a consumir seis porções diárias de alimentos do grupo dos cereais, dos tubérculos e das raízes. Constitui-se como exemplo de uma porção do referido grupo:

 

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2240403 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O art. 5º do Anexo da Resolução nº 311/2007 do Conselho Federal de Enfermagem, de 08/02/2007, que aprova a reformulação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, resguarda como responsabilidade e dever fundamental desses profissionais:

 

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2240293 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Se um frasco de 5 mL de heparina contém 25.000 UI dessa droga, a apresentação da heparina contida nesse frasco é de:

 

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2240146 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Segundo o Ministério da Saúde (2008), nos casos de dengue os salicilatos (ácido acetilsalicílico) não devem ser administrados, pois podem causar:

 

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APRENDER A PENSAR

Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.

O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importantes que sabemos?

As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar- se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.

Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, as conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.

Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...

Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho-neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.

Se me perguntassem: para o Brasil dar certo, que reformas precisariam ser feitas? Eu diria: uma objetiva, e outra subjetiva. A objetiva é a reforma agrária. Brasil e Argentina são os únicos países das três Américas que nunca passaram por uma reforma agrária. O detalhe é que somos o único país das Américas com área cultivável de 600 milhões de hectares, e com enorme potencial de produção extrativa, como é o caso da Amazônia. No Continente, nenhum outro país se iguala ao nosso em possibilidade produtiva.

A reforma subjetiva seria a da educação. Todo o potencial da nossa vida depende da educação recebida. A educação no Brasil nunca foi suficientemente valorizada. E sofreu um trauma durante a ditadura militar, ao adotar o método usamericano de não qualificação dos conteúdos, e sim de quantificação.

Sobretudo suprimiu do currículo disciplinas que nos ajudam a pensar, como filosofia e sociologia, agora reintroduzidas em algumas escolas de ensino médio. Durante décadas foram proibidas, tanto que em Belo Horizonte um professor, aos sábados, resolveu, por conta própria, dar aula de filosofia para alunos que se interessassem. O êxito foi tamanho, que a escola teve que introduzi-la no currículo.

Frei Betto (domtotal.com/colunas/)

“O êxito foi tamanho, que a escola teve que introduzi-la no currículo”. O elemento destacado marca uma relação com a oração anterior de:

 

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