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Foram encontradas 40 questões.

3430988 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto IV - NOTÍCIA DE JORNAL

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. 17 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997)

No texto IV, a ação das autoridades revela:

 

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3430987 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto IV - NOTÍCIA DE JORNAL

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. 17 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997)

Aforismo é qualquer forma de expressão sucinta de um pensamento moral. Do grego aphorismus, que significa "definição breve", "sentença". Alguns sinônimos de aforismos são: ditado, máxima, adágio, axioma, provérbio e sentença.

Dentre os ditados abaixo, aquele mais pertinente ao tema do texto IV é:

 

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3430986 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto IV - NOTÍCIA DE JORNAL

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. 17 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997)

O título demonstra como o texto se constrói: a partir de uma notícia de jornal. Um elemento que destoa da responsabilidade comum à objetividade da linguagem jornalística está apresentado na seguinte alternativa:

 

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3430985 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto III - TRAGÉDIA BRASILEIRA

Misael, funcionário da Fazenda, com 63 anos de idade.

Conheceu Maria Elvira na Lapa - prostituída, com sífilis, dermite nos dedos, uma aliança empenhada e os dentes em petição de miséria.

Misael tirou Maria Elvira da vida, instalou-a num sobrado no Estácio, pagou médico, dentista, manicura... Dava tudo quanto ela queria.

Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.

Misael não queria escândalo. Podia dar uma surra, um tiro, uma facada. Não fez nada disso: mudou de casa.

Viveram três anos assim.

Toda vez que Maria Elvira arranjava namorado, Misael mudava de casa. Os amantes moraram no Estácio, Rocha, Catete, Rua General Pedra, Olaria, Ramos, Bonsucesso, Vila Isabel, Rua Marquês de Sapucaí, Niterói, Encantado, Rua Clapp, outra vez no Estácio, Todos os Santos, Catumbi, Lavradio, Boca do Mato, Inválidos...

Por fim na Rua da Constituição, onde Misael, privado de sentidos e de inteligência, matou-a com seis tiros, e a polícia foi encontrá-la caída em decúbito dorsal, vestida de organdi azul.

(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 2009, pp. 135-136)

No terceiro parágrafo, as reticências marcam um recurso gráfico expressivo relevante no texto. Esse recurso, no texto, serve para:

 

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3430984 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto III - TRAGÉDIA BRASILEIRA

Misael, funcionário da Fazenda, com 63 anos de idade.

Conheceu Maria Elvira na Lapa - prostituída, com sífilis, dermite nos dedos, uma aliança empenhada e os dentes em petição de miséria.

Misael tirou Maria Elvira da vida, instalou-a num sobrado no Estácio, pagou médico, dentista, manicura... Dava tudo quanto ela queria.

Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.

Misael não queria escândalo. Podia dar uma surra, um tiro, uma facada. Não fez nada disso: mudou de casa.

Viveram três anos assim.

Toda vez que Maria Elvira arranjava namorado, Misael mudava de casa. Os amantes moraram no Estácio, Rocha, Catete, Rua General Pedra, Olaria, Ramos, Bonsucesso, Vila Isabel, Rua Marquês de Sapucaí, Niterói, Encantado, Rua Clapp, outra vez no Estácio, Todos os Santos, Catumbi, Lavradio, Boca do Mato, Inválidos...

Por fim na Rua da Constituição, onde Misael, privado de sentidos e de inteligência, matou-a com seis tiros, e a polícia foi encontrá-la caída em decúbito dorsal, vestida de organdi azul.

(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 2009, pp. 135-136)

No excerto Misael tirou Maria Elvira da vida, para evitar nomes ou expressões desagradáveis por ferirem princípios de moral, Manuel Bandeira se vale de um recurso da linguagem que suaviza a expressão. Esse recurso denomina-se:

 

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3430983 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto III - TRAGÉDIA BRASILEIRA

Misael, funcionário da Fazenda, com 63 anos de idade.

Conheceu Maria Elvira na Lapa - prostituída, com sífilis, dermite nos dedos, uma aliança empenhada e os dentes em petição de miséria.

Misael tirou Maria Elvira da vida, instalou-a num sobrado no Estácio, pagou médico, dentista, manicura... Dava tudo quanto ela queria.

Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.

Misael não queria escândalo. Podia dar uma surra, um tiro, uma facada. Não fez nada disso: mudou de casa.

Viveram três anos assim.

Toda vez que Maria Elvira arranjava namorado, Misael mudava de casa. Os amantes moraram no Estácio, Rocha, Catete, Rua General Pedra, Olaria, Ramos, Bonsucesso, Vila Isabel, Rua Marquês de Sapucaí, Niterói, Encantado, Rua Clapp, outra vez no Estácio, Todos os Santos, Catumbi, Lavradio, Boca do Mato, Inválidos...

Por fim na Rua da Constituição, onde Misael, privado de sentidos e de inteligência, matou-a com seis tiros, e a polícia foi encontrá-la caída em decúbito dorsal, vestida de organdi azul.

(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 2009, pp. 135-136)

O texto III narra a história de dois personagens: Misael e Maria Elvira. Apesar de ser um texto narrativo, há nele expressão jornalística comum a reportagens policiais. A alternativa que contempla essa expressão é:

 

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3430982 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto I - MORREU ENFORCADO O HOMEM QUE TENTOU MATAR FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA A TIROS EM SAQUAREMA

Caso aconteceu no bairro de Jaconé

Um homem, de 52 anos, se suicidou num xadrez na delegacia de Pinheiral. Ele foi preso por tentar matar um funcionário da Prefeitura na madrugada do dia 16 de setembro de 2022, em Saquarema (RJ).

Segundo o Boletim, o suspeito se enforcou com uma camisa preta nas grades da cela, no momento que os outros detentos dormiam. A delegacia de Saquarema passa a investigar o caso. Em nota, a Prefeitura disse que "condena com veemência esse episódio gravíssimo".

(Adaptado O Globo, g1 região dos lagos 16/09/2022)

Texto II - POEMA TIRADO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL

João Gostoso era carregador de feira livre e

morava no morro da Babilônia num barracão sem

número

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

Bebeu

Cantou

Dançou

Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e

morreu afogado.

(BANDEIRA, Manuel, Libertinagem, 1930)

Releia a frase abaixo retirada do texto I.

Segundo o Boletim, o suspeito se enforcou com uma camisa preta nas grades da cela

O termo destacado gramaticalmente se registra na seguinte classe:

 

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3430981 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto I - MORREU ENFORCADO O HOMEM QUE TENTOU MATAR FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA A TIROS EM SAQUAREMA

Caso aconteceu no bairro de Jaconé

Um homem, de 52 anos, se suicidou num xadrez na delegacia de Pinheiral. Ele foi preso por tentar matar um funcionário da Prefeitura na madrugada do dia 16 de setembro de 2022, em Saquarema (RJ).

Segundo o Boletim, o suspeito se enforcou com uma camisa preta nas grades da cela, no momento que os outros detentos dormiam. A delegacia de Saquarema passa a investigar o caso. Em nota, a Prefeitura disse que "condena com veemência esse episódio gravíssimo".

(Adaptado O Globo, g1 região dos lagos 16/09/2022)

Texto II - POEMA TIRADO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL

João Gostoso era carregador de feira livre e

morava no morro da Babilônia num barracão sem

número

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

Bebeu

Cantou

Dançou

Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e

morreu afogado.

(BANDEIRA, Manuel, Libertinagem, 1930)

Morreu enforcado (texto I)

Morreu afogado (texto II)

Morfologicamente, as expressões acima destacadas classificam-se como:

 

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3430980 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto I - MORREU ENFORCADO O HOMEM QUE TENTOU MATAR FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA A TIROS EM SAQUAREMA

Caso aconteceu no bairro de Jaconé

Um homem, de 52 anos, se suicidou num xadrez na delegacia de Pinheiral. Ele foi preso por tentar matar um funcionário da Prefeitura na madrugada do dia 16 de setembro de 2022, em Saquarema (RJ).

Segundo o Boletim, o suspeito se enforcou com uma camisa preta nas grades da cela, no momento que os outros detentos dormiam. A delegacia de Saquarema passa a investigar o caso. Em nota, a Prefeitura disse que "condena com veemência esse episódio gravíssimo".

(Adaptado O Globo, g1 região dos lagos 16/09/2022)

Texto II - POEMA TIRADO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL

João Gostoso era carregador de feira livre e

morava no morro da Babilônia num barracão sem

número

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

Bebeu

Cantou

Dançou

Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e

morreu afogado.

(BANDEIRA, Manuel, Libertinagem, 1930)

No texto II, o personagem João viveu o sonho e a fantasia em diminutos momentos. A alternativa que exemplifica essa afirmação é:

 

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3430979 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Texto I - MORREU ENFORCADO O HOMEM QUE TENTOU MATAR FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA A TIROS EM SAQUAREMA

Caso aconteceu no bairro de Jaconé

Um homem, de 52 anos, se suicidou num xadrez na delegacia de Pinheiral. Ele foi preso por tentar matar um funcionário da Prefeitura na madrugada do dia 16 de setembro de 2022, em Saquarema (RJ).

Segundo o Boletim, o suspeito se enforcou com uma camisa preta nas grades da cela, no momento que os outros detentos dormiam. A delegacia de Saquarema passa a investigar o caso. Em nota, a Prefeitura disse que "condena com veemência esse episódio gravíssimo".

(Adaptado O Globo, g1 região dos lagos 16/09/2022)

Texto II - POEMA TIRADO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL

João Gostoso era carregador de feira livre e

morava no morro da Babilônia num barracão sem

número

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

Bebeu

Cantou

Dançou

Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e

morreu afogado.

(BANDEIRA, Manuel, Libertinagem, 1930)

Os textos I e II, propostos acima, enunciam a morte por suicídio. Contudo, o tratamento dado a eles é diferente porque:

 

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