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Em lesões nervosas traumáticas de grandes troncos (como
o nervo mediano ou ulnar) ao nível do punho, onde a topografia fascicular é bem definida e distinta (componentes motor e
sensitivo segregados), a técnica de reparo microcirúrgico que,
teoricamente, minimiza a dispersão axonal e melhora a reinervação seletiva, consistindo na sutura individual de grupos de
fascículos através do perineuro, é a:
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A estabilidade da articulação tarsometatarsal é mantida
pela configuração óssea em "arco romano" e pelo complexo
ligamentar. O Ligamento de Lisfranc, estrutura chave para a
estabilidade do mediopé e cuja ruptura define a gravidade da
lesão, conecta anatomicamente:
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Nas lesões de tendões flexores da mão, a "Zona II" de Verdan é historicamente conhecida como "Terra de Ninguém" devido ao prognóstico reservado e à complexidade do reparo cirúrgico. Anatomicamente, essa zona crítica, onde os tendões
flexores superficial e profundo correm justapostos dentro da
bainha fibro-óssea, estende-se:
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O Thoracolumbar Injury Classification and Severity Score
(TLICS) é amplamente utilizado para definir a indicação cirúrgica em fraturas toracolombares. Na avaliação da integridade
do Complexo Ligamentar Posterior (CLP) através da ressonância magnética ou palpação intraoperatória, qual pontuação
é atribuída a uma lesão classificada como "Indeterminada" ou
"Suspeita" (edema isolado sem ruptura franca)?
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Na técnica de reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior
(LCA) via artroscópica, a confecção do túnel femoral pode ser
realizada pela técnica transtibial ou pela técnica de transporte
anteromedial (portal acessório). A principal vantagem biomecânica da utilização do portal anteromedial independente para
a perfuração femoral é:
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Na Doença de Legg-Calvé-Perthes, diversos sistemas de
classificação foram propostos para determinar o prognóstico e
a conduta. Atualmente, a classificação considerada de maior
valor prognóstico, baseada na altura do pilar lateral da epífise
femoral durante a fase de fragmentação, é a classificação de:
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Durante o exame físico do ombro doloroso, o ortopedista
realiza o Teste de Jobe (Empty Can Test), posicionando o
membro superior em abdução de 90° no plano da escápula,
com rotação interna máxima (polegar voltado para o solo) e
solicitando que o paciente eleve o braço contra resistência. A
positividade desse teste (dor ou fraqueza) indica especificamente patologia ou ruptura do tendão do músculo:
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Na fratura espiral do terço distal da diáfise do úmero (Fratura de Holstein-Lewis), a anatomia topográfica determina um
risco aumentado de lesão neurológica específica devido ao encarceramento ou estiramento do nervo no septo intermuscular
lateral. O exame físico desse paciente deve priorizar a avaliação da função motora e sensitiva do nervo:
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Segundo a Teoria do Strain (Deformação), de Perren, a
estabilidade mecânica no foco da fratura determina o tipo de
tecido formado durante a consolidação. Para que ocorra a consolidação óssea primária (direta), sem a formação de calo ósseo visível radiograficamente, é necessário que a fixação proporcione estabilidade absoluta, mantendo a deformação interfragmentária (strain) abaixo de:
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Nas lesões traumáticas fechadas de nervos periféricos associadas a fraturas, a classificação de Seddon é fundamental
para o prognóstico. Uma lesão caracterizada pela interrupção
anatômica dos axônios e da bainha de mielina, porém com
preservação do endoneuro (tubos endoneurais íntegros), permitindo a regeneração axonal espontânea e guiada com prognóstico favorável de recuperação funcional, é tecnicamente
classificada como:
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