Foram encontradas 40 questões.
Ana comprou 5 cadernos pelo mesmo preço, gastando
R$60,00. Quanto custou cada caderno?
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Em uma pizzaria, o chef preparou uma pizza e cortou em
8 fatias iguais. João comeu 3/8 da pizza, e Maria comeu
1/4 da pizza. Quanto da pizza ainda resta?
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Carlos tem um lote retangular que mede 15 metros de
comprimento por 10 metros de largura e precisa cercá-lo,
mas para isso tem que saber o seu perímetro:
Qual é o perímetro desse terreno?
Qual é o perímetro desse terreno?
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Um sorveteiro oferece a seus clientes 3 sabores de
sorvete e 2 tipos de cobertura. Sendo assim, de quantas
maneiras diferentes uma criança pode montar o seu
sorvete, com um item de cada?
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A Game Shop anunciou um desconto de 20% no
videogame que Lucas quer comprar e ele aproveitou a
oferta para adquirir o aparelho. Se o preço inicial era de
R$4.000,00, quanto Lucas pagou?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu
celular acaba rápido demais porque vários aplicativos
estão rodando em segundo plano, sugando energia sem
que você perceba? O estresse ambiental funciona da
mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa
e passageira (como prazos apertados, provas ou
emergências), o estresse ambiental é mais sutil e
contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado
por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de
estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de
se adaptar a diferentes ambientes sociais e
comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma
silenciosamente, mudando seu estado natural de calma
para um de tensão constante, em que o corpo não
consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de
formas que você não percebe de imediato. "Quando seu
corpo está constantemente reagindo a estressores
ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo.
O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com
menos recursos para lidar com o que aparece", explica
Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada
em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os
pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam
fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o
sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode
levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais,
problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até
dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns
sintomas comuns incluem:
• Sensação constante de estar "no
limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
• Tensão no corpo (principalmente no
pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só
se percebe ao parar e prestar atenção
• Dificuldade para dormir ou acordar cansado
• Sentir-se sobrecarregado por decisões
simples ou incapaz de concluir tarefas
• Hipersensibilidade a sons ou interações
sociais
• Sentir-se emocionalmente anestesiado ou
distante das coisas que antes traziam prazer
• Uma sensação persistente de que nunca é
suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor
pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de
estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O
segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne
crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias
simples:
• Faça micro pausas: Afaste-se dos
dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um
escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no
quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar
o ciclo do estresse", diz Bean.
• Estabeleça limites sensoriais: Reduza
distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e
bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a
sobrecarga sensorial.
• Mantenha conexões sociais: Ligue para
alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos
ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te
entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma
Schwartzberg.
• Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos,
yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te
reconectar com o corpo.
• Reserve tempo para o prazer: "Separe ao
menos um momento no dia que não seja sobre ser
produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá,
escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast
favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo
para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
• Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido
com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula
o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
• Não engula seus sentimentos: O estresse
aumenta quando suprimimos o que sentimos.
Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades,
mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de
silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos
mais descansados?"
• E lembre-se: você está dando conta. Um
passo de cada vez já faz diferença.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu
celular acaba rápido demais porque vários aplicativos
estão rodando em segundo plano, sugando energia sem
que você perceba? O estresse ambiental funciona da
mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa
e passageira (como prazos apertados, provas ou
emergências), o estresse ambiental é mais sutil e
contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado
por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de
estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de
se adaptar a diferentes ambientes sociais e
comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma
silenciosamente, mudando seu estado natural de calma
para um de tensão constante, em que o corpo não
consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de
formas que você não percebe de imediato. "Quando seu
corpo está constantemente reagindo a estressores
ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo.
O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com
menos recursos para lidar com o que aparece", explica
Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada
em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os
pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam
fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o
sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode
levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais,
problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até
dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns
sintomas comuns incluem:
• Sensação constante de estar "no
limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
• Tensão no corpo (principalmente no
pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só
se percebe ao parar e prestar atenção
• Dificuldade para dormir ou acordar cansado
• Sentir-se sobrecarregado por decisões
simples ou incapaz de concluir tarefas
• Hipersensibilidade a sons ou interações
sociais
• Sentir-se emocionalmente anestesiado ou
distante das coisas que antes traziam prazer
• Uma sensação persistente de que nunca é
suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor
pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de
estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O
segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne
crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias
simples:
• Faça micro pausas: Afaste-se dos
dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um
escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no
quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar
o ciclo do estresse", diz Bean.
• Estabeleça limites sensoriais: Reduza
distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e
bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a
sobrecarga sensorial.
• Mantenha conexões sociais: Ligue para
alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos
ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te
entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma
Schwartzberg.
• Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos,
yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te
reconectar com o corpo.
• Reserve tempo para o prazer: "Separe ao
menos um momento no dia que não seja sobre ser
produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá,
escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast
favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo
para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
• Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido
com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula
o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
• Não engula seus sentimentos: O estresse
aumenta quando suprimimos o que sentimos.
Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades,
mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de
silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos
mais descansados?"
• E lembre-se: você está dando conta. Um
passo de cada vez já faz diferença.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu
celular acaba rápido demais porque vários aplicativos
estão rodando em segundo plano, sugando energia sem
que você perceba? O estresse ambiental funciona da
mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa
e passageira (como prazos apertados, provas ou
emergências), o estresse ambiental é mais sutil e
contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado
por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de
estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de
se adaptar a diferentes ambientes sociais e
comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma
silenciosamente, mudando seu estado natural de calma
para um de tensão constante, em que o corpo não
consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de
formas que você não percebe de imediato. "Quando seu
corpo está constantemente reagindo a estressores
ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo.
O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com
menos recursos para lidar com o que aparece", explica
Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada
em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os
pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam
fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o
sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode
levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais,
problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até
dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns
sintomas comuns incluem:
• Sensação constante de estar "no
limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
• Tensão no corpo (principalmente no
pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só
se percebe ao parar e prestar atenção
• Dificuldade para dormir ou acordar cansado
• Sentir-se sobrecarregado por decisões
simples ou incapaz de concluir tarefas
• Hipersensibilidade a sons ou interações
sociais
• Sentir-se emocionalmente anestesiado ou
distante das coisas que antes traziam prazer
• Uma sensação persistente de que nunca é
suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor
pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de
estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O
segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne
crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias
simples:
• Faça micro pausas: Afaste-se dos
dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um
escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no
quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar
o ciclo do estresse", diz Bean.
• Estabeleça limites sensoriais: Reduza
distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e
bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a
sobrecarga sensorial.
• Mantenha conexões sociais: Ligue para
alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos
ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te
entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma
Schwartzberg.
• Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos,
yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te
reconectar com o corpo.
• Reserve tempo para o prazer: "Separe ao
menos um momento no dia que não seja sobre ser
produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá,
escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast
favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo
para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
• Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido
com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula
o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
• Não engula seus sentimentos: O estresse
aumenta quando suprimimos o que sentimos.
Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades,
mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de
silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos
mais descansados?"
• E lembre-se: você está dando conta. Um
passo de cada vez já faz diferença.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu
celular acaba rápido demais porque vários aplicativos
estão rodando em segundo plano, sugando energia sem
que você perceba? O estresse ambiental funciona da
mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa
e passageira (como prazos apertados, provas ou
emergências), o estresse ambiental é mais sutil e
contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado
por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de
estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de
se adaptar a diferentes ambientes sociais e
comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma
silenciosamente, mudando seu estado natural de calma
para um de tensão constante, em que o corpo não
consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de
formas que você não percebe de imediato. "Quando seu
corpo está constantemente reagindo a estressores
ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo.
O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com
menos recursos para lidar com o que aparece", explica
Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada
em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os
pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam
fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o
sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode
levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais,
problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até
dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns
sintomas comuns incluem:
• Sensação constante de estar "no
limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
• Tensão no corpo (principalmente no
pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só
se percebe ao parar e prestar atenção
• Dificuldade para dormir ou acordar cansado
• Sentir-se sobrecarregado por decisões
simples ou incapaz de concluir tarefas
• Hipersensibilidade a sons ou interações
sociais
• Sentir-se emocionalmente anestesiado ou
distante das coisas que antes traziam prazer
• Uma sensação persistente de que nunca é
suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor
pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de
estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O
segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne
crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias
simples:
• Faça micro pausas: Afaste-se dos
dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um
escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no
quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar
o ciclo do estresse", diz Bean.
• Estabeleça limites sensoriais: Reduza
distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e
bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a
sobrecarga sensorial.
• Mantenha conexões sociais: Ligue para
alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos
ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te
entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma
Schwartzberg.
• Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos,
yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te
reconectar com o corpo.
• Reserve tempo para o prazer: "Separe ao
menos um momento no dia que não seja sobre ser
produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá,
escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast
favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo
para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
• Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido
com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula
o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
• Não engula seus sentimentos: O estresse
aumenta quando suprimimos o que sentimos.
Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades,
mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de
silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos
mais descansados?"
• E lembre-se: você está dando conta. Um
passo de cada vez já faz diferença.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu
celular acaba rápido demais porque vários aplicativos
estão rodando em segundo plano, sugando energia sem
que você perceba? O estresse ambiental funciona da
mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa
e passageira (como prazos apertados, provas ou
emergências), o estresse ambiental é mais sutil e
contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado
por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de
estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de
se adaptar a diferentes ambientes sociais e
comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma
silenciosamente, mudando seu estado natural de calma
para um de tensão constante, em que o corpo não
consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de
formas que você não percebe de imediato. "Quando seu
corpo está constantemente reagindo a estressores
ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo.
O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com
menos recursos para lidar com o que aparece", explica
Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada
em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os
pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam
fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o
sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode
levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais,
problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até
dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns
sintomas comuns incluem:
• Sensação constante de estar "no
limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
• Tensão no corpo (principalmente no
pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só
se percebe ao parar e prestar atenção
• Dificuldade para dormir ou acordar cansado
• Sentir-se sobrecarregado por decisões
simples ou incapaz de concluir tarefas
• Hipersensibilidade a sons ou interações
sociais
• Sentir-se emocionalmente anestesiado ou
distante das coisas que antes traziam prazer
• Uma sensação persistente de que nunca é
suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor
pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de
estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O
segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne
crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias
simples:
• Faça micro pausas: Afaste-se dos
dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um
escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no
quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar
o ciclo do estresse", diz Bean.
• Estabeleça limites sensoriais: Reduza
distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e
bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a
sobrecarga sensorial.
• Mantenha conexões sociais: Ligue para
alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos
ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te
entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma
Schwartzberg.
• Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos,
yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te
reconectar com o corpo.
• Reserve tempo para o prazer: "Separe ao
menos um momento no dia que não seja sobre ser
produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá,
escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast
favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo
para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
• Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido
com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula
o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
• Não engula seus sentimentos: O estresse
aumenta quando suprimimos o que sentimos.
Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades,
mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de
silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos
mais descansados?"
• E lembre-se: você está dando conta. Um
passo de cada vez já faz diferença.
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