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Foram encontradas 40 questões.

3934482 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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Ana comprou 5 cadernos pelo mesmo preço, gastando R$60,00. Quanto custou cada caderno?
 

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3934481 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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Em uma pizzaria, o chef preparou uma pizza e cortou em 8 fatias iguais. João comeu 3/8 da pizza, e Maria comeu 1/4 da pizza. Quanto da pizza ainda resta?
 

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3934480 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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Carlos tem um lote retangular que mede 15 metros de comprimento por 10 metros de largura e precisa cercá-lo, mas para isso tem que saber o seu perímetro:


Enunciado 4782774-1

Qual é o perímetro desse terreno?
 

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3934479 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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Um sorveteiro oferece a seus clientes 3 sabores de sorvete e 2 tipos de cobertura. Sendo assim, de quantas maneiras diferentes uma criança pode montar o seu sorvete, com um item de cada?
 

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3934478 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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A Game Shop anunciou um desconto de 20% no videogame que Lucas quer comprar e ele aproveitou a oferta para adquirir o aparelho. Se o preço inicial era de R$4.000,00, quanto Lucas pagou?
 

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3934477 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:
     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção
     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado
     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas
     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais
     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer
    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:
  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.
   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.
   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.
  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.
   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"
    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações do cotidiano que parecem inofensivas podem exercer um impacto profundo sobre o equilíbrio físico e mental das pessoas. No caso do estresse ambiental, descrito no texto, esse efeito não ocorre de forma imediata, mas de maneira contínua e cumulativa. Considerando a explicação apresentada, qual interpretação é a adequada?
 

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3934476 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:
     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção
     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado
     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas
     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais
     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer
    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:
  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.
   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.
   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.
  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.
   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"
    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações corriqueiras que antes eram administradas sem maiores dificuldades passam a ganhar proporções exageradas quando o organismo já se encontra sobrecarregado. Esse processo, ao se intensificar, desencadeia um efeito cascata que pode comprometer diversas dimensões da saúde. Considerando as informações do texto, qual interpretação é a adequada?
 

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3934475 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:
     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção
     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado
     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas
     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais
     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer
    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:
  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.
   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.
   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.
  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.
   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"
    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
As manifestações do estresse crônico podem se apresentar de maneiras sutis e diversas, afetando tanto o corpo quanto as emoções. O texto mostra que esses sinais, embora variem entre indivíduos, revelam um padrão de desgaste progressivo que altera a percepção de si e do ambiente. Considerando essa descrição, qual conclusão é condizente com a interpretação do trecho?
 

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3934474 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:
     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção
     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado
     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas
     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais
     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer
    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:
  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.
   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.
   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.
  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.
   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"
    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitos processos relacionados à saúde não se manifestam de forma instantânea, mas resultam de desgastes acumulados ao longo do tempo. No caso do estresse ambiental, a descrição apresentada pela especialista evidencia que seus efeitos podem comprometer gradualmente a capacidade do organismo de reagir a novas demandas. Considerando esse contexto, qual conclusão se mostra coerente com o texto?
 

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3934473 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele
Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.
Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.
O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.
Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.
Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.
Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:
     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado
    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção
     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado
     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas
     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais
     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer
    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal
Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:
  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.
   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.
   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.
  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.
   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.
    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.
   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"
    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
O enfrentamento do estresse cotidiano não depende apenas de eliminá-lo, mas de adotar estratégias capazes de reduzir seus efeitos nocivos. O texto apresenta diferentes formas de cuidado que buscam restaurar o equilíbrio físico e emocional do indivíduo, mesmo em meio às pressões diárias. Nesse sentido, qual interpretação está alinhada à proposta apresentada?
 

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