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Foram encontradas 39 questões.

A figura a seguir é composta por retângulos e suas medidas estão especificadas utilizando as variáveis x e y, observe:
enunciado 769187-1
De acordo com o exposto, nos itens a seguir, a expressão algébrica que não representa a área dessa figura será:

 

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769186 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Considere o sistema:

enunciado 769186-1

Quanto ao sistema dado, anteriormente, dos itens a seguir, a única afirmação verdadeira é:

 

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769185 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Os raios de duas circunferências C1 e C2 são 8 cm e 3 cm, respectivamente, e a distância entre seus centros é 13 cm. Seja r a reta que passa pelos pontos A e B, onde A é o ponto de tangência entre r e C1, e B o ponto de tangência entre r e C2, como ilustrado na figura.
enunciado 769185-1
Nessas condições o comprimento do segmento enunciado 769185-2é igual à:
 

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769184 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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No triângulo retângulo ABC da figura, a seguir, cada um dos seis quadrados menores têm área igual a 4 cm².
enunciado 769184-1
Nessas condições podemos afirmar que a hipotenusa enunciado 769184-2 mede:
 

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769183 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Considere um quadrilátero convexo ABCD cujas diagonais enunciado 769183-1 e enunciado 769183-2 medem, respectivamente, 5 cm e 6 cm. Se R, S, T e U são pontos médios dos lados do quadrilátero, dado, então o perímetro do quadrilátero RSTU será igual à.
 

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769178 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Dadas as afirmações a seguir:
I. ( ) Por um ponto fora de um plano existe uma só reta paralela a este plano. II. ( ) Por um ponto fora de um plano existe uma só reta perpendicular a este plano. III.( ) Se uma reta é paralela a dois planos, então estes planos são paralelos. IV. ( ) Três pontos distintos determinam um único plano.
À cada uma das afirmações anteriores associe V, se for verdadeira, ou F caso seja falsa. Na ordem apresentada temos:
 

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Ovalle


Manuel Bandeira

Estavas bem mudado

Como se tivesses posto aquelas barbas brancas

Para entrar com maior decoro a Eternidade

Nada de nós te interessava agora

Calavas sereno e grave

Como no fundo foste sempre

Sob as fantasias verbais enormes

Que faziam rir os teus amigos e

Punham bondade no coração dos maus

O padre orava:

- "O coro de todos os anjos te receba...

" Pensei comigo:

Cantando Estrela brilhante

Lá do alto-mar!...

Levamos-te cansado ao teu último endereço

Vi com prazer

Que um dia afinal seremos vizinhos Conversaremos longamente

De sepultura a sepultura

No silêncio das madrugadas

Quando o orvalho pingar sem ruído

E o luar for uma coisa só.

Qual é a figura de linguagem que predomina no verso “Levamos-te cansado ao teu último endereço”?
 

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Ovalle


Manuel Bandeira

Estavas bem mudado

Como se tivesses posto aquelas barbas brancas

Para entrar com maior decoro a Eternidade

Nada de nós te interessava agora

Calavas sereno e grave

Como no fundo foste sempre

Sob as fantasias verbais enormes

Que faziam rir os teus amigos e

Punham bondade no coração dos maus

O padre orava:

- "O coro de todos os anjos te receba...

" Pensei comigo:

Cantando Estrela brilhante

Lá do alto-mar!...

Levamos-te cansado ao teu último endereço

Vi com prazer

Que um dia afinal seremos vizinhos Conversaremos longamente

De sepultura a sepultura

No silêncio das madrugadas

Quando o orvalho pingar sem ruído

E o luar for uma coisa só.

Esse texto é literário por apresentar uma linguagem plurissignificativa, ter uma função estética e provocar diferentes emoções no leitor. Considerando esses aspectos, qual é a função predominante da linguagem no poema?
 

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O maniqueísmo que nos alimenta e o amor que nos falta

Sérgio Pardellas

Acordamos e logo somos tragados pelo maniqueísmo. A política nacional está empanturrada dele — um mal que não escolhe governos, muito menos ideologias. Maniqueu, filósofo do século III, cuja doutrina afirma existir o dualismo entre dois princípios opostos — o bem e o mal, o certo e o errado —, transbordaria de orgulho dos súditos que amealhou. A lógica binária é capaz de corromper até o “fundo insubornável do ser” de que dizia Ortega y Gasset. Não raro, a queda-debraço retórica gira em torno de “quem está do lado correto da história”. Não demora e alguém avoca para si o monopólio da virtude. Logo, o oponente é a encarnação do que há de mais desgraçado no mundo. Muitas vezes, a polarização faz lembrar um museu de grandes novidades. O tempo não para e o argumento, outrora música para os ouvidos de um, passa a embalar a valsa do outro.

Nem o dinamarquês Soren Kierkegaard ousaria produzir uma catástrofe tão perfeita. Como o exemplo vem de cima e a sociedade segue no mesmo compasso da política, aquilo a que assistimos são relações pessoais descompassadas. Não é preciso recorrer a exemplos do cotidiano. Eles pululam, semana a semana, e encontram-se debaixo do nosso nariz. O aroma é desagradável. Falta empatia, colocar-se no lugar do outro, entender e tocar a alma alheia. Em suma, a política está colérica e os relacionamentos nas redes sociais ou mesmo fora delas são o seu retrato mais bemacabado. Um triste retrato de chorar lágrimas de esguicho. No ambiente amistoso ou não das mesas de bar não falávamos o que regurgitamos nesses ambientes. Conforme questionava Monteiro Lobato em A luz do baile, “como (o que mudou), se era a mesma gente?”.

Se é certo que opinar sobre tudo virou um fetiche dos tempos modernos, também é lícito afirmar que falta escrúpulo de delicadeza no lançamento de pareceres definitivos, quando não rasos e injuriosos, sobre o outro. Aliás, todos parecem ter prontos na cartola juízos sobre os mais diversos temas na hora de pressupor prevalência sobre terceiros. É a tal superioridade moral erigida tanto pelo Fla quanto pelo Flu. Nessa disputa infértil sobre quem paira acima de quem, a língua se transformou no açoite do que não somos, porque não é possível que nascemos para chicotearmos uns aos outros sem pensarmos em que posturas tão cáusticas irão degenerar.

É necessário descer ao inferno do autoconhecimento e desvelar a própria alma, de que falava Eric Voegelin. É preciso oferecer ao outro o que gostaríamos de receber. Mas nem as crianças, nem os idosos, nem os desvalidos, nem sequer o luto dos que sofrem, expressão máxima da dignidade humana, são respeitados mais. A urgência deve ser o amor ao próximo, não o ódio sem proximidade. A reação é do instinto humano, mas no ambiente álgido de hoje muitos contraatacam sem serem importunados pelo simples prazer de atingir alguém. Ou mesmo por puro comportamento de manada — uma maneira estranha de ser aceito ou mesmo aplaudido em suas bolhas, em geral, formadas por pessoas que abominam o contraditório. Lançada em 1981, a célebre canção “Under Pressure”, da banda britânica “Queen”, nunca foi tão atual: “Insanity laughs, under pressure we’re breaking (A insanidade ri, sob pressão estamos cedendo). Can’t we give ourselves one more chance (Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance) Why can’t we give love that one more chance. (Por que não podemos dar ao amor mais uma chance?) Why can’t we give love?” (Por que não podemos dar amor?).

O filósofo e humanista francês Michel de Montaigne dedicou talvez o mais belo de seus ensaios ao amigo Étienne de La Boétie, falecido em 1563, aos 32 anos. Quando indagado sobre a ligação afetiva de ambos, Montaigne sacou uma das justificativas mais doces e profundas que a humanidade já produziu: “porque era ele, porque era eu”. O texto levava o título “De l’amitié: Sobre a Amizade”. Mas bem que poderia se chamar “Sobre o amor”, aquele que tanto nos falta.

Qual é a principal informação na construção do primeiro parágrafo?
 

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Em: “Choveu porque a rua está alagada.” / “Joana sumiu na festa, porque ninguém mais a viu.”
Têm-se orações:
 

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