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Foram encontradas 25 questões.

678220 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Provas:
Com relação à Lei n.º 8.666, de 21 de junho de 1993, associe os seguintes termos às suas respectivas definições.
1 - Alienação
( ) Toda aquisição remunerada de bens, para fornecimento de uma só
vez ou parceladamente.
2 - Tarefa ( ) Toda transferência de domínio de bens a terceiros.
3 - Compra
( ) A que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos
próprios meios.
4 - Execução indireta ( ) A que o órgão ou entidade contrata com terceiros.
5 - Execução direta
( ) Quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço
certo e total.
6 - Empreitada por preço unitário
( ) Quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço
certo de unidades determinadas.
7 - Empreitada por preço global
( ) Quando se ajusta mão de obra para pequenos trabalhos por preço
certo, com ou sem fornecimento de materiais.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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599528 Ano: 2015
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Na elaboração do projeto de edificações, com relação à legislação pertinente, o arquiteto deve observar, entre outros, os aspectos abaixo, EXCETO
 

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595854 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Com relação à Lei n.º 8.666, de 21 de junho de 1993, todas as definições abaixo estão corretas, EXCETO
 

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576211 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Provas:
Tendo em vista as normas e definições do Ministério da Saúde para termos usados nos projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, associe os seguintes termos às suas respectivas definições.
1 - Ambulatório
( ) Unidade destinada ao desenvolvimento de atividades cirúrgicas que
não demandam internação dos pacientes.
2 - Anatomia patológica
( ) Unidade destinada ao desenvolvimento de atividades cirúrgicas,
bem como à recuperação pós-anestésica e pós-operatória imediata.
3 - Atendimento imediato
( ) Unidade destinada a realizar exames citológicos e estudos macro e
ou microscópicos de peças anatômicas retiradas cirurgicamente de
doentes ou de cadáveres, para fins de diagnóstico.
4 - Centro Cirúrgico
( ) Unidade onde se concentram equipamentos que realizam atividades
concernentes ao uso de raios X para fins de diagnóstico.
5 - Centro cirúrgico ambulatorial
( ) Unidade destinada ao emprego de raios X e radiações ionizantes
com fins terapêuticos.
6 - Radiologia
( ) Unidade destinada à prestação de assistência em regime de não
internação.
7 - Radioterapia
( ) Unidade destinada à assistência de pacientes, com ou sem risco de
vida, cujos agravos à saúde necessitam de pronto atendimento.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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575885 Ano: 2015
Disciplina: Arquitetura
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Com relação às variações no clima por altitude, para cada 100 m de altura, as modificações listadas abaixo são verdadeiras, EXCETO
 

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543909 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Com relação à Lei n.º 8.666, de 21 de junho de 1993, todas as afirmações abaixo estão incorretas, EXCETO
 

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Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.
O bloco do sanatório geral
Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
Considere a organização morfossintática do trecho: “Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.”
Sobre essa organização, NÃO se pode afirmar:
 

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Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.
O bloco do sanatório geral
Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
A autora afirma: “Deveriam todos ser impedidos.” Entre “todos” aos quais a autora se refere, NÃO se insere(m):
 

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459326 Ano: 2015
Disciplina: Arquitetura
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Provas:
Associe o termo técnico à descrição correspondente.
1 - ADUELA ( ) Elemento de meia altura que protege os vãos.
2 - ALGEROZ ( ) Parte saliente e aberta do edifício, tendo cobertura própria.
3 - ALPENDRE ( ) Tubo de descida de águas pluviais, em geral embutido na parede.
4 - ASNA ( ) Parte superior dos vãos acima de porta ou janela.
5 - BANDEIRA ( ) Cobertura acima do fogão para tiragem da fumaça.
6 - COIFA ( ) Peça de tesoura de telhado. Perna.
7 - PEITORIL ( ) Peça da grade ou marco de porta e de janela.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.
O bloco do sanatório geral
Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
Entre os aspectos comuns ao Presidente da Câmara e o transmissor da dengue, de acordo com a autora, estão, EXCETO
 

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