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696125 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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A falsa pega do cimento é a denominação dada ao enrijecimento prematuro anormal, em poucos minutos, após a adição de água. Em relação à falsa pega, todas as afirmativas abaixo são verdadeiras, EXCETO
 

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696119 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Marilda Villela Iamamoto, em seu livro Serviço Social em tempo de Capital Fetiche, apresenta as principais teses existentes na literatura especializada brasileira, que versam sobre os fundamentos históricos e teórico-metodológicos dessa profissão, a partir das elaborações de diferentes autores. Com base nisso, estabeleça correlação entre as seguintes teses e os conteúdos apresentados abaixo.
1 - Tese do sincretismo e da prática indiferenciada
2 - Tese da identidade alienada
3 - Tese da correlação de forças
4 - Tese da proteção social
( ) Analisa as relações de poder para melhor compreender a prática do Serviço Social e sua relação com a Política.
( ) A partir dessa tese, analisa-se uma dupla determinação: as demandas sociais e a reserva de forças teóricas e prático-sociais acumuladas pelos Assistentes Sociais, capazes ou não de responder às aquisições externas.
( ) Privilegia as mediações envolvidas no exercício profissional: seus determinantes institucionais, as estratégias e táticas na ação profissional, a relação entre profissional e usuários dos serviços, efeitos dessa intervenção especializada, entre outros aspectos.
( ) Envolve múltiplas dimensões dos processos históricos, pois a vida humana não se move apenas por tensões interclassistas. É a tese que se contrapõe a outras teses como a Política Pública de Assistência Social, como distintiva da particularidade da profissão.
( ) A tônica que singulariza essa análise é a da crítica ideocultural, da mistura de pensamentos, doutrinas e teorias como dimensão constitutiva da luta política pela ruptura da ordem burguesa.
( ) A tese permite descobrir os nexos entre o capitalismo e a profissão, entendendo o que foi atribuído à profissão e aos seus profissionais para melhor compreender a participação desta no processo de reprodução das relações sociais.
A partir da correlação realizada, marque a alternativa abaixo que apresenta a sequência CORRETA.
 

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696093 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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As intoxicações alimentares são causadas pela ingestão de alimentos contento toxinas microbianas pré-formadas. Essas toxinas são produzidas durante a intensa proliferação do(s) microrganismo(s) patogênico(s) no alimento. Os principais microrganismos responsáveis por intoxicação alimentar são, EXCETO
 

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696077 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
TEXTO I
Pais sem limites
O avião estava cheio. Eu, no fundão.!$ ^{(C)} !$ Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro.!$ ^{(A)} !$ Ninguém disse uma palavra. Fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais.!$ ^{(D)} !$ Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo, sentadas, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez, fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime.!$ ^{(B)} !$ Tivemos uma filha. Na pousada, não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de “isso pode” e “aquilo não pode”. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. É melhor “deixar rolar”.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque é confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
(Disponível em: <http://walcyrcarrasco.com.br/2015/09/18/pais-sem-limites/>. Acesso em: 10 dez. 2015. Adaptado.)
Nas passagens do texto a seguir, há sentido conotativo, EXCETO
 

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696042 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Leia o texto abaixo.
“Criado em 2003, além de proporcionar a prática de atividades físicas, culturais e de lazer que envolve todas as faixas etárias e as pessoas portadoras de deficiência, estimula a convivência social, a formação de gestores e lideranças comunitárias, favorece a pesquisa e a socialização do conhecimento, contribuindo para que o esporte e lazer sejam tratados como políticas e direitos de todos.”
O texto apresentado faz referência ao/à:
 

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696026 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
TEXTO I
Pais sem limites
O avião estava cheio. Eu, no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra. Fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo, sentadas, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez, fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada, não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de “isso pode” e “aquilo não pode”. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. É melhor “deixar rolar”.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque é confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
(Disponível em: <http://walcyrcarrasco.com.br/2015/09/18/pais-sem-limites/>. Acesso em: 10 dez. 2015. Adaptado.)
No trecho “Antes era assim: podia, não podia.” , os dois pontos foram usados com o objetivo de
 

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695919 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Provas:
Ao choque violento que se produz sobre as paredes de um conduto forçado, quando o movimento do líquido é modificado bruscamente, denomina-se:
 

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695916 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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A insuficiência cardíaca (IC) é um grande desafio para qualquer clínico. Em relação ao tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida em populações especiais e nos pacientes que permanecem com sintomas, considere as afirmativas a seguir:
I - A associação de hidralazina com nitrato é aceitável junto com betabloqueadores em pacientes afro-americanos com classe NYHA II a IV.
II - A associação de hidralazina com nitrato pode ser utilizada em associação à terapia com betabloqueadores e inibidores da enzima de conversão da angiotensina nos pacientes que permanecem sintomáticos.
III - Nos pacientes com sintomas persistentes, pode ser utilizada a terapia tripla com inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos receptores da angiotensina e antagonistas da aldosterona.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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695896 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
O Ministério da Previdência Social, por meio do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional, desenvolve políticas públicas para a promoção de um ambiente de trabalho mais seguro para os brasileiros. Essas políticas têm como objetivo incentivar o investimento em saúde e segurança no trabalho, prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Assinale a alternativa CORRETA sobre uma das principais iniciativas criadas nos últimos anos.
 

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Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.
O bloco do sanatório geral
Esta é uma carta pessoal. Não entendo como o desabafo veio parar aqui no site de ÉPOCA, na última página da revista e nas redes sociais. Tudo vaza, as barragens se rompem, os responsáveis não são punidos nem presos e nós ficamos ao desabrigo, sem dinheiro para entrar em recesso. Quem vazou? Dididilma quis ver a lama chegar ao mar antes do Réveillon? Mimimichel decidiu rasgar a fantasia antes do Carnaval? A nossa pátria mãe, subtraída em tenebrosas transações, viu passar, neste fim de ano de 2015, o bloco do sanatório geral.
Quem resolveu expor ao país a fratura de um governo desmoralizado num momento em que o Brasil é rebaixado em todos os sentidos? Deveriam todos ser impedidos. Impedidos de trabalhar só de terça a quinta no Congresso, impedidos de ganhar tantas mordomias, impedidos de roubar das estatais, dos hospitais, das escolas, das estradas, dos eleitores e dos contribuintes. Impedidos de tirar férias, impedidos de mentir deslavadamente, impedidos de ter direito a vale-apartamento, vale-combustível, vale-assessor, vale-aposentadoria e vale-tudo. Quem não vale nada e não se importa com o Brasil, só com seu bolso e seu prestígio, deveria ser cassado.
O zika vírus acometeu os Poderes da República e acentuou os problemas neurológicos dos parlamentares, aqueles que um dia chamamos de “representantes do povo”. Descobriu-se a verdadeira identidade do mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças: ele se chama Eduardo Cunha. Está disfarçado de presidente da Câmara nas águas paradas do país. Ele é frio e inabalável em suas piruetas e seus delírios. As picadas do mosquito provocam, entre outros sintomas, náusea, fadiga e dores. Não há repelente capaz de combater o Aedes Cunha Chikungunya.
O Conselho de Ética está contaminado. A julgar pelas cabeçadas, ofensas, agressões e tapas entre marmanjos de gravata em sessões preliminares, destinadas apenas a decidir se prossegue ou não a análise da cassação de Cunha, o diagnóstico é claro. Enlouqueceram todos aqueles muito próximos do presidente da Câmara, que pertence a um novo partido, o PMDB do C. Esse partido briga com o PMDB do T e o PMDB da D. Como diz o deputado Lúcio Vieira Lima, do PMDB baiano, “querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro”.
Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa. Foi só um deputado do Conselho de Ética chamar o outro de bagunceiro que se instalou a briga física.
– Aceito tudo, mas me tocar, não – gritou o deputado Zé Geraldo, do PT da Bahia, que queria validar o processo contra o presidente da Câmara, já adiado por sete vezes.
– Macho nenhum vai tocar em mim, não. O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.
Os machos não podem se tocar, só podem se agredir. Enquanto isso, Cunha dá entrevista sorrindo, parece se divertir. Seu colega Renan Calheiros, presidente do Senado, também envolvido em denúncias de corrupção, está impaciente e acha que Cunha poderá até ser preso ou afastado, para ser julgado. Renan lembra direitinho que renunciou para não ser cassado.
Não é só “bagunceiro” que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. “Namoradeira” virou ofensa visceral a cabra-fêmea. Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra. Reagiu como barraqueira ao ser chamada de namoradeira pelo tucano mais desajeitado e bobo do tucanato.
Kátia podia ter se limitado a dizer sua verdade – que Serra tinha sido deselegante e que, por esse tipo de comportamento, jamais seria eleito presidente da República. Mas não. A porta-voz dos ruralistas e amiga de Dilma se transformou, com um tufão nos quadris. E continuou irada nas redes sociais, despejando adjetivos contra Serra, “desrespeitoso, arrogante e machista”. Dizer que Serra é machista é chover no inundado.
O vice-presidente é decorativo, a presidente sempre pareceu decorativa e o eleitor se sente decorativo, mero figurante nesse samba atravessado. A letra do antológico “Vai passar”, de Chico Buarque, foi composta ao fim de “uma página infeliz de nossa história”, a ditadura militar. Hoje, com o país afundando na depressão e o espetáculo constrangedor oferecido pelo Legislativo e pelo Executivo, eu me pergunto
quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social. Vai demorar para passar. O Carnaval será uma alegria fugaz. Confio nas novas gerações para reinventar a vida boa, ô lerê, ô lará.
(AQUINO, Ruth. O bloco do sanatório geral. Revista Época, p. 106, 14 dez. 2015.)
Ao longo do texto, verifica-se o uso de tipos de intertextualidade como recursos de argumentação. Assinale o tipo em que NÃO se observa no texto.
 

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