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425295 Ano: 2015
Disciplina: Arquitetura
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Assinale F para as afirmativas falsas e V para as verdadeiras.
( ) Nas localidades situadas em latitudes superiores a 23,5º Sul, os raios solares jamais atingem as elevações das edificações voltadas para o sul.
( ) O trabalho do arquiteto se resume em atender às necessidades de segurança e de comodidade dos usuários dos edifícios por ele projetados.
( ) No desenho arquitetônico, a planta pode ser representada em escalas diferentes de 1:50.
( ) A hierarquia de traço no desenho arquitetônico indica a proximidade das linhas até o observador.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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425277 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Tendo em vista as normas do Ministério da Saúde para o dimensionamento dos espaços de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, com relação à circulação interna, todas as afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO
 

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425261 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Que alterações laboratoriais são encontradas na criança com raquitismo por deficiência de vitamina D em estágio avançado?
 

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425259 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
O gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde, em que se inserem os gerados nos laboratórios, constitui um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar o descarte seguro e eficiente para a proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, recursos naturais e meio ambiente. Com relação aos grupos nos quais os resíduos de saúde são classificados, assinale a alternativa CORRETA.
 

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425246 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Os principais problemas causados pelos despejos urbanos e rurais nos corpos d’água são a poluição pela carga orgânica e a contaminação pelas substâncias tóxicas oriundas de processos industriais. Como exemplo dos principais poluentes hídricos temos, EXCETO
 

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425204 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
TEXTO I
Pais sem limites
O avião estava cheio. Eu, no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra. Fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo, sentadas, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez, fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada, não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de “isso pode” e “aquilo não pode”. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. É melhor “deixar rolar”.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque é confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
(Disponível em: <http://walcyrcarrasco.com.br/2015/09/18/pais-sem-limites/>. Acesso em: 10 dez. 2015. Adaptado.)
Em relação à estrutura do texto, verifica-se, EXCETO
 

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425193 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
TEXTO I
Pais sem limites
O avião estava cheio. Eu, no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra. Fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo, sentadas, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez, fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada, não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de “isso pode” e “aquilo não pode”. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. É melhor “deixar rolar”.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque é confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
(Disponível em: <http://walcyrcarrasco.com.br/2015/09/18/pais-sem-limites/>. Acesso em: 10 dez. 2015. Adaptado.)
No trecho “– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada, não aceitam crianças.”, o travessão foi empregado com o objetivo de
 

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425179 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Faça uma reflexão sobre a “Análise Experimental do Comportamento”, segundo Skinner, analise as afirmativas abaixo e marque V (verdadeira) e F (falsa).

( ) Para Skinner, o próprio ponto de vista é, essencialmente, mais do que um sistema científico, uma poderosa tecnologia; na realidade, é um behaviorismo muito radical.

( ) O processo de ensinar ou exercitar consiste em moldar o comportamento reforçando quaisquer mudanças na direção desejada e extinguindo quaisquer mudanças na direção indesejada.

( ) Para Skinner, no início, há um nível operante de acordo com o qual todo organismo se comporta num dado ambiente. Esse é o “comportamento de entrada”, e não é preciso perguntar se é inato ou adquirido.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:

 

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425165 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Antônio, 50 anos, hipertenso, diabético, queixa-se de dor retroesternal de forte intensidade iniciada há 4 horas, irradiada para o membro superior esquerdo e acompanhada de náuseas e vômitos. Exame físico: PA = 140 x 95mmHg, FC = 130 bpm; FR 27mpm. Ausculta com crepitações finas bibasais. Ritmo cardíaco regular em 2T sem sopros, sem outros achados.
O ECG de 12 derivações mostra:
Enunciado 2654618-1
Observou-se, ainda, supra de ST em V3R e V4R. V7 e V8 sem alterações do segmento ST. Assinale a alternativa com o diagnóstico CORRETO e seu tratamento:
 

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425140 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Leia o texto apresentado a seguir.
“Ao observarem a demonstração, os alunos elaboraram um plano motor para a realização da tarefa. Entretanto, a elaboração desse plano motor é um desafio para o aprendiz, principalmente no caso das habilidades motoras abertas ou muito complexas, em que há muitas informações, e algumas podem não ser relevantes para realização da tarefa.”
Em relação ao exposto, é CORRETO afirmar:
 

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