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Foram encontradas 80 questões.

3956324 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Assinale o período inteiramente correto, segundo a ortografia oficial, a acentuação gráfica e o emprego adequado das classes de palavras.

Escolha a alternativa correta.

 

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3956323 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Considere o período: " Os atos administrativos quando eivados de vício podem ser anulados. "

Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta, de acordo com a norma-padrão, sem alteração de sentido.

 

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3956322 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Observe a frase: " O parecer foi o divisor de águas no processo administrativo. "

Assinale a alternativa que classifica corretamente o sentido e o recurso expressivo empregado.

 

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3956321 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Analise o período: " Mais de um candidato, apesar das advertências, insistiram no erro."

Assinale a alternativa que avalia corretamente a concordância verbal empregada.

Alternativas:

 

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3956320 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Considere o período: "Os pareceres técnicos visam à correta aplicação da norma administrativa."

Assinale a alternativa que justifica corretamente o emprego da crase no trecho destacado.

 

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3956319 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Texto:

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.

Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.

Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.

Com base no texto acima, responda a questão.

O desfecho do texto, com a repreensão do porteiro, reorganiza retroativamente o sentido da narrativa.

A fala final do porteiro produz, no conjunto do texto, o efeito de:

 

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3956318 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Texto:

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.

Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.

Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.

Com base no texto acima, responda a questão.

O narrador afirma: " Se autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la." Tal declaração orienta o desenvolvimento ético do texto.

Essa passagem revela uma concepção de responsabilidade que pode ser interpretada como:

 

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3956317 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Texto:

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.

Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.

Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.

Com base no texto acima, responda a questão.

A frase " O copo destina-se a beber, e flor não relevante na progressão semântica do texto.

Do ponto de vista interpretativo, essa afirmação indica principalmente:

 

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3956316 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Texto:

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.

Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.

Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.

Com base no texto acima, responda a questão.

Ao longo do texto, o narrador atribui estados emocionais e reações humanas à flor, recurso recorrente na construção do sentido global do texto.

Esse procedimento expressivo contribui principalmente para:

 

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3956315 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Texto:

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.

Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.

Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.

Com base no texto acima, responda a questão.

O texto constrói uma narrativa curta em que ações simples adquirem densidade simbólica. A relação entre o “furto” inicial e o desfecho da narrativa revela uma critica implícita que se articula sobretudo por meio da ironia.

Assinale a alternativa que expressa, de forma mais precisa, a critica central construída no texto.

 

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