Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet
e dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos.
A própria palavra vem da versão latinizada de
seu nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à
álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C.,
durante a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas
obras originais em árabe se perderam no
tempo. Ele viveu durante o Califado Abássida,
que foi uma época de notável progresso
científico no Império Islâmico. Al-Khwārizmī
fez importantes contribuições para a
matemática, geografia, astronomia e
trigonometria. Ele era um estudioso da Casa da
Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá. Nesse
centro intelectual, os estudiosos traduziam o
conhecimento de todo o mundo para o árabe,
sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por
volta de 830 d.C., o califa al-Ma’mun
incentivou al-Khwārizmī a escrever um tratado
sobre álgebra, Al-Jabr (ou The Compendious
Book on Calculation by Completion and Balancing). Essa se tornou sua obra mais
importante. Sua obra foi concebida para ser
uma ferramenta prática de ensino. Sua
tradução latina foi a base dos livros didáticos
de álgebra nas universidades europeias até o
século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para
os matemáticos ocidentais, os dez símbolos
que todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia
de computação. A arte de Al-Khwārizmī de
calcular problemas matemáticos estabeleceu a
base para o conceito de algoritmos. Ele
forneceu as primeiras explicações detalhadas
sobre o uso da notação decimal para realizar as
quatro operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, alKhwārizmī percorria sistematicamente uma
sequência de etapas para encontrar a resposta.
Esse é o conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval
nomeado em homenagem a al-Khwārizmī,
refere-se às regras para a execução da
aritmética usando o sistema numérico hinduarábico. No início do século XX, a palavra
‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao
seu uso: “um procedimento para resolver um
problema matemático em um número finito de
etapas; um procedimento passo a passo para
resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/notici a/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet
e dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos.
A própria palavra vem da versão latinizada de
seu nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à
álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C.,
durante a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas
obras originais em árabe se perderam no
tempo. Ele viveu durante o Califado Abássida,
que foi uma época de notável progresso
científico no Império Islâmico. Al-Khwārizmī
fez importantes contribuições para a
matemática, geografia, astronomia e
trigonometria. Ele era um estudioso da Casa da
Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá. Nesse
centro intelectual, os estudiosos traduziam o
conhecimento de todo o mundo para o árabe,
sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por
volta de 830 d.C., o califa al-Ma’mun
incentivou al-Khwārizmī a escrever um tratado
sobre álgebra, Al-Jabr (ou The Compendious
Book on Calculation by Completion and Balancing). Essa se tornou sua obra mais
importante. Sua obra foi concebida para ser
uma ferramenta prática de ensino. Sua
tradução latina foi a base dos livros didáticos
de álgebra nas universidades europeias até o
século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para
os matemáticos ocidentais, os dez símbolos
que todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia
de computação. A arte de Al-Khwārizmī de
calcular problemas matemáticos estabeleceu a
base para o conceito de algoritmos. Ele
forneceu as primeiras explicações detalhadas
sobre o uso da notação decimal para realizar as
quatro operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, alKhwārizmī percorria sistematicamente uma
sequência de etapas para encontrar a resposta.
Esse é o conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval
nomeado em homenagem a al-Khwārizmī,
refere-se às regras para a execução da
aritmética usando o sistema numérico hinduarábico. No início do século XX, a palavra
‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao
seu uso: “um procedimento para resolver um
problema matemático em um número finito de
etapas; um procedimento passo a passo para
resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/notici a/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
I. E, como você pode suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.
II. ‘Algorismo’ [...] refere-se às regras para a execução da aritmética usando o sistema numérico hindu-arábico.
III. No início do século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao seu uso [...].
O emprego do acento indicador de crase é facultativo apenas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet
e dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos.
A própria palavra vem da versão latinizada de
seu nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à
álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C.,
durante a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas
obras originais em árabe se perderam no
tempo. Ele viveu durante o Califado Abássida,
que foi uma época de notável progresso
científico no Império Islâmico. Al-Khwārizmī
fez importantes contribuições para a
matemática, geografia, astronomia e
trigonometria. Ele era um estudioso da Casa da
Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá. Nesse
centro intelectual, os estudiosos traduziam o
conhecimento de todo o mundo para o árabe,
sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por
volta de 830 d.C., o califa al-Ma’mun
incentivou al-Khwārizmī a escrever um tratado
sobre álgebra, Al-Jabr (ou The Compendious
Book on Calculation by Completion and Balancing). Essa se tornou sua obra mais
importante. Sua obra foi concebida para ser
uma ferramenta prática de ensino. Sua
tradução latina foi a base dos livros didáticos
de álgebra nas universidades europeias até o
século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para
os matemáticos ocidentais, os dez símbolos
que todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia
de computação. A arte de Al-Khwārizmī de
calcular problemas matemáticos estabeleceu a
base para o conceito de algoritmos. Ele
forneceu as primeiras explicações detalhadas
sobre o uso da notação decimal para realizar as
quatro operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, alKhwārizmī percorria sistematicamente uma
sequência de etapas para encontrar a resposta.
Esse é o conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval
nomeado em homenagem a al-Khwārizmī,
refere-se às regras para a execução da
aritmética usando o sistema numérico hinduarábico. No início do século XX, a palavra
‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao
seu uso: “um procedimento para resolver um
problema matemático em um número finito de
etapas; um procedimento passo a passo para
resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/notici a/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaSubstantivos
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet
e dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos.
A própria palavra vem da versão latinizada de
seu nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à
álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C.,
durante a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas
obras originais em árabe se perderam no
tempo. Ele viveu durante o Califado Abássida,
que foi uma época de notável progresso
científico no Império Islâmico. Al-Khwārizmī
fez importantes contribuições para a
matemática, geografia, astronomia e
trigonometria. Ele era um estudioso da Casa da
Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá. Nesse
centro intelectual, os estudiosos traduziam o
conhecimento de todo o mundo para o árabe,
sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por
volta de 830 d.C., o califa al-Ma’mun
incentivou al-Khwārizmī a escrever um tratado
sobre álgebra, Al-Jabr (ou The Compendious
Book on Calculation by Completion and Balancing). Essa se tornou sua obra mais
importante. Sua obra foi concebida para ser
uma ferramenta prática de ensino. Sua
tradução latina foi a base dos livros didáticos
de álgebra nas universidades europeias até o
século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para
os matemáticos ocidentais, os dez símbolos
que todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia
de computação. A arte de Al-Khwārizmī de
calcular problemas matemáticos estabeleceu a
base para o conceito de algoritmos. Ele
forneceu as primeiras explicações detalhadas
sobre o uso da notação decimal para realizar as
quatro operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, alKhwārizmī percorria sistematicamente uma
sequência de etapas para encontrar a resposta.
Esse é o conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval
nomeado em homenagem a al-Khwārizmī,
refere-se às regras para a execução da
aritmética usando o sistema numérico hinduarábico. No início do século XX, a palavra
‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao
seu uso: “um procedimento para resolver um
problema matemático em um número finito de
etapas; um procedimento passo a passo para
resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/notici a/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet
e dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos.
A própria palavra vem da versão latinizada de
seu nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à
álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C.,
durante a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas
obras originais em árabe se perderam no
tempo. Ele viveu durante o Califado Abássida,
que foi uma época de notável progresso
científico no Império Islâmico. Al-Khwārizmī
fez importantes contribuições para a
matemática, geografia, astronomia e
trigonometria. Ele era um estudioso da Casa da
Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá. Nesse
centro intelectual, os estudiosos traduziam o
conhecimento de todo o mundo para o árabe,
sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por
volta de 830 d.C., o califa al-Ma’mun
incentivou al-Khwārizmī a escrever um tratado
sobre álgebra, Al-Jabr (ou The Compendious
Book on Calculation by Completion and Balancing). Essa se tornou sua obra mais
importante. Sua obra foi concebida para ser
uma ferramenta prática de ensino. Sua
tradução latina foi a base dos livros didáticos
de álgebra nas universidades europeias até o
século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para
os matemáticos ocidentais, os dez símbolos
que todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia
de computação. A arte de Al-Khwārizmī de
calcular problemas matemáticos estabeleceu a
base para o conceito de algoritmos. Ele
forneceu as primeiras explicações detalhadas
sobre o uso da notação decimal para realizar as
quatro operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, alKhwārizmī percorria sistematicamente uma
sequência de etapas para encontrar a resposta.
Esse é o conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval
nomeado em homenagem a al-Khwārizmī,
refere-se às regras para a execução da
aritmética usando o sistema numérico hinduarábico. No início do século XX, a palavra
‘algoritmo’ chegou à sua definição atual e ao
seu uso: “um procedimento para resolver um
problema matemático em um número finito de
etapas; um procedimento passo a passo para
resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/notici a/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dois estudantes saem às ruas para vender
empadas de frango e de camarão para levantar
fundos para as suas formaturas. Por dia, cada
estudante sai com 50 empadas de frango e 50
empadas de camarão. Ao final do dia, o
estudante Pedro vendeu 40 empadas de frango
40 empadas de camarão, e arrecadou R$
480,00. Já o estudante Hugo vendeu 30
empadas de frango e 45 empadas de camarão e
arrecadou R$ 465,00. Sabe-se que ambos os
estudantes praticam a mesma precificação.
Qual a soma do valor de uma empada de frango e uma empada de camarão?
Qual a soma do valor de uma empada de frango e uma empada de camarão?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Três máquinas em uma fábrica operam em
ciclos diferentes. A Máquina A completa um
ciclo a cada 12 minutos, a Máquina B completa
um ciclo a cada 15 minutos, e a Máquina C
completa um ciclo a cada 20 minutos. Se todas
as três máquinas começam um ciclo ao mesmo
tempo às 8:00 da manhã, a que horas elas
completarão um ciclo simultaneamente pela
primeira vez após as 8:00 da manhã?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um cliente vai comprar peças cerâmicas para a
sua casa. Ao todo, ele precisa revestir uma área
de 120 m2, e escolheu uma peça que tem
formato quadrado de 60cmx60cm e é vendida
em caixas onde cada caixa tem 5 peças.
Quantas caixas, no mínimo, o cliente precisa
comprar para conseguir revestir todo a sua
área?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para fazer uma determinada receita utilizando
manga, as frutas precisam ser descascadas,
depois o caroço precisa ser retirado, e então a
polpa restante precisa ser levada ao forno,
transformando-se numa biomassa. Sabe-se que
ao descascar, perde-se 5% da massa da fruta
original, e ao tirar o caroço perde-se mais 20%
da massa que restou do processo anterior. Ao
ser levada ao forno, as polpas perdem 50% da
massa que tinham antes do processo. Se
realizarmos esse processo numa manga que
tem inicialmente o peso de 500 gramas, qual
será o peso da biomassa final?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sabe-se que uma cédula de R$ 100,00 tem uma
espessura de 0,25 mm. Suponha que queiramos
fazer uma pilha num total de um bilhão de reais
utilizando cédulas de R$ 100,00 empilhadas
uma em cima da outra. Com base nas
informações dadas, qual será a altura da pilha?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container