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Foram encontradas 40 questões.

2145658 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Em uma turma com 50 alunos, sabe-se que 42 foram aprovados em Matemática e que 48 foram aprovados em Ciências. Considerando-se que todos os alunos foram aprovados em pelo menos uma dessas disciplinas, ao todo, quantos alunos foram aprovados nas duas disciplinas?

 

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2145657 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA.

 

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2145656 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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2145655 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Em relação ao uso do acento indicativo de crase, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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2145654 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Assinalar a alternativa em que a concordância verbal está CORRETA:

 

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2145653 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Em relação à colocação pronominal, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Calar-me-ei diante da grosseria.

(_) Nunca o vi tão desapontado.

 

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2145652 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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A sofisticação das línguas indígenas

Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)

No período “Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos ‘aqui’, ‘ali’ e ‘’ são mét’ah, ‘rio abaixo’, e wá’ah, ‘do outro lado do rio’”, as palavras destacadas são classificadas, morfologicamente, como advérbios de:

 

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2145651 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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A sofisticação das línguas indígenas

Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)

No período “Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para ‘barriga’, e formar tok-tít, ‘cipó-de-barriga’, ou seja, ‘intestino’.”, a expressão sublinhada é utilizada em sentido metafórico. Considerando-se essa afirmação, assinalar a alternativa que também contém metáfora na expressão sublinhada:

 

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2145650 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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A sofisticação das línguas indígenas

Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)

Ao pluralizar a palavra sublinhada em “Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela [...].”, quantas outras palavras obrigatoriamente sofrerão alteração de número para fins de concordância?

 

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Questão presente nas seguintes provas
2145649 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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A sofisticação das línguas indígenas

Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)

Com base no texto, analisar os itens abaixo:

I. Os falantes da língua kotiria passaram a usar o sufixo - ma apenas para traduzir a expressão frustrativa “só que não”, muito usada nas redes sociais por falantes de português.

II. Na língua hup, combinaram-se as palavras tít (cipó) e tok (barriga) para formar o conceito de “intestino”.

III. O lado metafórico da língua hup não costuma ficar evidente nos substantivos.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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