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Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez

O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.

(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-de-harvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)

Leia a sentença a seguir:

“Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n.”

Assinale a alternativa que indica, respectivamente, a classe gramatical das palavras destacadas:

 

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Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez

O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.

(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-de-harvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)

Segundo a matéria, é possível afirmar que:

 

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Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez

O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.

(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-de-harvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I– O autor da matéria discorda da autoavaliação de Michael Simkin, pois considera que Simkin é um excelente jogador de xadrez.

II – Segundo o texto, o matemático Simkin não se interessa por análises combinatórias.

III – Segundo a matéria, a revista alemã propôs um desdobramento a partir do primeiro desafio sobre as “n-rainhas”.

São incorretas as afirmativas:

 

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Qual o atual Presidente Ministro do Tribunal Eleitoral do Brasil?

 

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A COP 27, conferência da ONU sobre mudanças climáticas, se realizará:

 

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A Guerra Civil, conflito que acontece desde 2011, foi iniciada pelos protestos da Primavera Árabe. A reação violenta do governo de Bashar al-Assad levou ao surgimento de uma oposição armada. Estima-se que, até o momento, cerca de 600 mil pessoas morreram vítimas desse conflito.

Assinale a alternativa que identifica o país a que se refere o texto

 

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Julgue as seguintes afirmativas sobre a história de Silveiras:

I. A solicitação da elevação da freguesia para a criação da Vila surgiu dos próprios silveirenses assegurando condições de independência e vida autônoma para a Vila.

II. As marcas da Revolução Liberal de 1842 foram tão dramáticas que a reconstrução de Silveiras levou mais de dois anos e a implantação da Vila dos Silveiras só viria ocorrer no dia 7 de setembro de 1844 quando ocorreu a eleição dos primeiros vereadores.

III. Silveiras no século XIX foi o mais importante núcleo de serviços dedicado ao tropeirismo do Brasil.

São corretas as afirmativas:

 

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De acordo com a história de Silveiras: “A partir de 1978, um movimento comunitário denominado Silveiras agilizou a valorização:

 

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De acordo com a história de Silveiras: “Com o desenvolvimento constante, a freguesia foi elevada à condição de Vila em 1842 – desmembrando-se de e tendo a , como padroeira.” Preenche corretamente as lacunas, respectivamente:

 

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O Município de Silveiras tem como competência privativa legislar sobre assuntos de interesse local, cabendo-lhe, entre outras, as seguintes atribuições”:

I - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

II -manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programas de educação infantil e de ensino fundamental;

III - prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da população;

IV - promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local, observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual;

Assinale a alternativa correta:

 

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