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Assinale a alternativa que contém um exemplo de ocorrência facultativa de crase:
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Acerca das vozes verbais, é possível afirmar que
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Indique em qual frase o uso da vírgula está incorreto:
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Leia atentamente a tirinha de Calvin a seguir para responder à questão.

Sobre o uso de “porque”, “por que”, “porquê” e “por quê”, é possível afirmar que:
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Leia atentamente a tirinha de Calvin a seguir para responder à questão.

Leia as afirmações a seguir:
I – A tirinha expõe um conflito na relação entre Calvin e a mãe, já que o garotinho não concorda com a imposição de dormir cedo.
II – É possível afirmar que Calvin considera Haroldo um aliado na missão de dormir antes das 9 horas da noite.
III – A fala de Calvin no último quadrinho contém ironia.
É (São) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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Partido Clementina de Jesus
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Energia nuclear
O homem subiu a Lua
É o que se ouve falar
Mas a fome continua
É o progresso, tia Clementina
Trouxe tanta confusão
Um litro de gasolina
Por cem gramas de feijão
Não, não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Cadê o cantar dos passarinhos
Ar puro não encontro mais, não
É o preço do progresso
Paga com a poluição
O homem é civilizado
A sociedade é que faz sua imagem
Mas tem muito diplomado
Que é pior do que selvagem
Não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar (eu vou também)
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
eu também vou
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Há na sétima e oitava estrofes as oposições “ar puro x poluição” e “civilizado x selvagem”, sendo, portanto, exemplos da figura de linguagem:
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Partido Clementina de Jesus
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Energia nuclear
O homem subiu a Lua
É o que se ouve falar
Mas a fome continua
É o progresso, tia Clementina
Trouxe tanta confusão
Um litro de gasolina
Por cem gramas de feijão
Não, não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Cadê o cantar dos passarinhos
Ar puro não encontro mais, não
É o preço do progresso
Paga com a poluição
O homem é civilizado
A sociedade é que faz sua imagem
Mas tem muito diplomado
Que é pior do que selvagem
Não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar (eu vou também)
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
eu também vou
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Segundo a canção, a imagem das pessoas instruídas e civilizadas é construída pela sociedade.
II – Pode-se afirmar que existe um diálogo na canção, em razão do aposto “Clementina”, presente no verso “Não vadeia, Clementina” e da resposta “Fui feita pra vadiar”.
III – Trocando o numeral “cem” pelo numeral “cento e dois”, na estrofe “Por cem gramas de feijão”, a concordância nominal ficaria: “Por cento e duas gramas de feijão”.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
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Partido Clementina de Jesus
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Energia nuclear
O homem subiu a Lua
É o que se ouve falar
Mas a fome continua
É o progresso, tia Clementina
Trouxe tanta confusão
Um litro de gasolina
Por cem gramas de feijão
Não, não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Cadê o cantar dos passarinhos
Ar puro não encontro mais, não
É o preço do progresso
Paga com a poluição
O homem é civilizado
A sociedade é que faz sua imagem
Mas tem muito diplomado
Que é pior do que selvagem
Não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar (eu vou também)
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
eu também vou
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – A canção possui traços de oralidade, que conferem ao texto certa informalidade.
II – São apresentadas na canção consequências negativas provenientes do progresso.
III – A canção pode ser considerada progressista.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
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A frase escrita corretamente, segundo o padrão de norma culta da Língua Portuguesa, é:
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Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das sentenças a seguir, de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa:
I – Ele tinha cabelo e pupila .
II – Foi , por muito tempo, a única possibilidade viável.
III – Ele tinha dentes e garras .
IV – Muitas precauções são .
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