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Foram encontradas 40 questões.

2523977 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Atente para a imagem abaixo e responda o que se pede:
Enunciado 2888593-1
Adaptada. Disponível em: > https://www.google.com.br/search?hl=pt- BR&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1366&bih=667 q=erros+de+portugues+engra%C3%A7ados&oq=erros+de+po&gs_l=img.<. Data da consulta: 21/02/2016.
Na manchete acima temos:
 

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2523778 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Doença causada por uma mutação do vírus da gripe. Também conhecida como gripe Influenza tipo A ou gripe suína. Os sintomas desta doença são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma. O problema é que ela pode levar a complicações de saúde muito graves, inclusive a óbito. Estamos falando da:
 

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2523192 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Na sentença “O Brasileiro elegeu-a presidente em 2014”, temos um clássico exemplo de:
 

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2522797 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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O crescimento rápido e desordenado das periferias também expande os bolsões de miséria e pobreza nos grandes centros urbanos, apesar das políticas sociais implementadas no Brasil.
Marque a proposição CORRETA:
 

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2522494 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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A participação da população brasileira nas eleições municipais que ocorrerão no Brasil em 2016 vai eleger representantes para o Poder Executivo de cada município do país, que são os:
 

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2522447 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Ler com atenção a placa abaixo e responder o que se pede:
Enunciado 2851643-1
Disponível em: > https://www.google.com.br/search?hl=pt-
BR&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1366&bih=667 q=erros+de+portugues+engra%C3%A7ados&oq=erros+de+po&gs_<. Data da consulta: 21/02/2016.
Há, na placa anterior, de acordo com a norma culta, quantas palavras que apresentam erros de ortografia?
 

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2520081 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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O mínimo múltiplo comum dos números 15, 24 e 60 é:
 

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2519622 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Os múltiplos de 3 menores do que 15 são:
 

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2519497 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Atentar ao poema abaixo e responder o que se pede:
Lua Adversa
Tenho fases, como a lua.
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Cecília Meireles
Disponível em: http://pensador.uol.com.br/cecilia_meireles_poemas/<. Data da consulta: 21/02/2016.
De acordo com o que sugere o texto, pode-se deduzir que:
 

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2519201 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto I
Como o Brasil eliminou o mosquito da dengue nos anos de 1950 e por que é tão difícil repetir a tarefa. (21/02/2016).
No início deste mês, o governo surpreendeu ao editar uma medida provisória que permite o acesso forçado a imóveis no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite, além da dengue, o zika vírus. Embora pareça invasivo, esse foi um dos métodos usados no início do século passado pelo diretor de Saúde Pública do Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz, que ajudou a erradicar o vetor. O temor naquela época eram a febre amarela e a varíola.
O sanitarista montou uma brigada que seguia um modelo militar no combate ao mosquito e aos ratos. Os agentes entravam nas casas das pessoas em busca dos transmissores das doenças. A população também foi incentivada a caçá-los, e o combate ocorria independentemente da época do ano. Em pouco tempo as medidas surtiram efeito e em 1907 a febre amarela foi erradicada do Rio de Janeiro.
Só mais tarde, em 1955, o Brasil inteiro foi considerado livre do mosquito Aedes aegypti. Ima Aparecida Braga, do Programa Nacional de Controle da Dengue, e Denise Valle, do Departamento de Entomologia da Fiocruz, explicam em um artigo que a eliminação do mosquito no Brasil veio de uma ação articulada da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, iniciada em 1947. As duas organizações decidiram coordenar a erradicação do mosquito no continente, por intermédio do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Hemisfério Oeste. “O Brasil participou da campanha de erradicação continental do mosquito e teve êxito na primeira eliminação desse vetor em 1955. O último foco do mosquito foi extinto no dia 2 de abril daquele ano, na zona rural do Município de Santa Terezinha, Bahia.”
Em 1967, o mosquito foi novamente introduzido no Brasil e eliminado em 1973. Autora do artigo 'Um desafio para a saúde pública brasileira: o controle da dengue', Maria Lucia Penna explica que a erradicação “se deu pela utilização do método perifocal que constituía na aplicação de inseticidas de efeito residual de seis meses em paredes externas e internas de todos os depósitos domiciliares com ou sem água, assim como nas paredes próximas até 1m de distância dos eventuais criadouros. Tal método torna os criadouros preferenciais do mosquito armadilhas mortais para fêmeas, além de eliminar as larvas provenientes dos ovos aderidos às paredes dos recipientes quando estes são novamente preenchidos por água.”
Se o Brasil já conseguiu eliminar o mosquito mais de uma vez, por que parece mais difícil agora? Maria Lucia explica no texto que “a organização atual do espaço dos grandes centros urbanos e a situação da população de mosquitos no País levaram à conclusão de que a erradicação do Aedes aegypti de forma semelhante não é mais viável.”
O pessimismo relacionado à dificuldade de eliminar o mosquito é antigo. Em 2002, o especialista em doenças infecciosas Marcos Boulos disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, que é “inviável erradicar o mosquito”.
Na época, ele já dizia que era preciso conscientizar a população no combate ao mosquito também fora da época em que ele se prolifera e argumentava que a expansão da população impedia o controle, como foi feito há mais de cem anos.
Ao HuffPost Brasil, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, ressaltou que o combate ao mosquito depende da questão sanitária: “Pouca gente olha a cidade como um todo. O Brasil é muito carente nisso. Só agora estão dando mais atenção ao saneamento básico de forma geral. Não é só a casa das pessoas, mas também na infraestrutura que cabe aos prefeitos, governadores.”
Em nota, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) classificou o momento que o Brasil vive como uma “tragédia sanitária”.
Erradicar o inimigo número 1 do Brasil, como o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se refere ao mosquito, é uma tarefa que, segundo os sanitaristas, exige muito investimento em infraestrutura e um amplo trabalho de conscientização da população e dos governantes. A expectativa deles é que o País aproveite o momento para perceber a importância do saneamento básico.
Disponível em> http://www.tratabrasil.org.br/como-o-brasil
-eliminou-o-mosquito-da-dengue-nos-anos-1950-e-por-que-e-tao-dificil-repetir a-tarefa-2<. Data da consulta: 22/02/2016.
Ainda, segundo o texto, as doenças, nele citadas, que podem ser transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti são:
 

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