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Foram encontradas 40 questões.

2517341 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Região brasileira de maior desenvolvimento urbano, que detém o grande setor industrial do país e que concentra a capital mais populosa do país:
 

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2516982 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Um dos grandes problemas urbanos atuais é a destinação do lixo. Sua incineração polui ar, e sua deposição a céu aberto, sem o devido tratamento, polui as águas superficiais, subterrâneas e os solos. Assinale a proposição que pode combater este grande problema ambiental:
 

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2515748 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Atentar a imagem abaixo e responder o que se pede:
Enunciado 2757431-1
Disponível em: > https://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1366&bih=667 q=erros+de+portugues+engra%C3%A7ados&oq=erros+de+po&gs<. Data da consulta: 22/02/2016.
Na imagem acima há um desvio ortográfico na escrita do verbo destruir. A forma CORRETA, de acordo com a norma padrão, neste contexto, será:
 

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2515515 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Em uma granja havia galinhas e carneiros num total de 18 animais e 60 pés. Qual a quantidade de galinhas e de carneiros na granja?
 

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2515094 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto I
Como o Brasil eliminou o mosquito da dengue nos anos de 1950 e por que é tão difícil repetir a tarefa. (21/02/2016).
No início deste mês, o governo surpreendeu ao editar uma medida provisória que permite o acesso forçado a imóveis no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite, além da dengue, o zika vírus. Embora pareça invasivo, esse foi um dos métodos usados no início do século passado pelo diretor de Saúde Pública do Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz, que ajudou a erradicar o vetor. O temor naquela época eram a febre amarela e a varíola.
O sanitarista montou uma brigada que seguia um modelo militar no combate ao mosquito e aos ratos. Os agentes entravam nas casas das pessoas em busca dos transmissores das doenças. A população também foi incentivada a caçá-los, e o combate ocorria independentemente da época do ano. Em pouco tempo as medidas surtiram efeito e em 1907 a febre amarela foi erradicada do Rio de Janeiro.
Só mais tarde, em 1955, o Brasil inteiro foi considerado livre do mosquito Aedes aegypti. Ima Aparecida Braga, do Programa Nacional de Controle da Dengue, e Denise Valle, do Departamento de Entomologia da Fiocruz, explicam em um artigo que a eliminação do mosquito no Brasil veio de uma ação articulada da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, iniciada em 1947. As duas organizações decidiram coordenar a erradicação do mosquito no continente, por intermédio do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Hemisfério Oeste. “O Brasil participou da campanha de erradicação continental do mosquito e teve êxito na primeira eliminação desse vetor em 1955. O último foco do mosquito foi extinto no dia 2 de abril daquele ano, na zona rural do Município de Santa Terezinha, Bahia.”
Em 1967, o mosquito foi novamente introduzido no Brasil e eliminado em 1973. Autora do artigo 'Um desafio para a saúde pública brasileira: o controle da dengue', Maria Lucia Penna explica que a erradicação “se deu pela utilização do método perifocal que constituía na aplicação de inseticidas de efeito residual de seis meses em paredes externas e internas de todos os depósitos domiciliares com ou sem água, assim como nas paredes próximas até 1m de distância dos eventuais criadouros. Tal método torna os criadouros preferenciais do mosquito armadilhas mortais para fêmeas, além de eliminar as larvas provenientes dos ovos aderidos às paredes dos recipientes quando estes são novamente preenchidos por água.”
Se o Brasil já conseguiu eliminar o mosquito mais de uma vez, por que parece mais difícil agora? Maria Lucia explica no texto que “a organização atual do espaço dos grandes centros urbanos e a situação da população de mosquitos no País levaram à conclusão de que a erradicação do Aedes aegypti de forma semelhante não é mais viável.”
O pessimismo relacionado à dificuldade de eliminar o mosquito é antigo. Em 2002, o especialista em doenças infecciosas Marcos Boulos disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, que é “inviável erradicar o mosquito”.
Na época, ele já dizia que era preciso conscientizar a população no combate ao mosquito também fora da época em que ele se prolifera e argumentava que a expansão da população impedia o controle, como foi feito há mais de cem anos.
Ao HuffPost Brasil, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, ressaltou que o combate ao mosquito depende da questão sanitária: “Pouca gente olha a cidade como um todo. O Brasil é muito carente nisso. Só agora estão dando mais atenção ao saneamento básico de forma geral. Não é só a casa das pessoas, mas também na infraestrutura que cabe aos prefeitos, governadores.”
Em nota, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) classificou o momento que o Brasil vive como uma “tragédia sanitária”.
Erradicar o inimigo número 1 do Brasil, como o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se refere ao mosquito, é uma tarefa que, segundo os sanitaristas, exige muito investimento em infraestrutura e um amplo trabalho de conscientização da população e dos governantes. A expectativa deles é que o País aproveite o momento para perceber a importância do saneamento básico.
Disponível em> http://www.tratabrasil.org.br/como-o-brasil
-eliminou-o-mosquito-da-dengue-nos-anos-1950-e-por-que-e-tao-dificil-repetir a-tarefa-2<. Data da consulta: 22/02/2016.
Segundo o texto a medida extrema de acesso forçado aos imóveis urbanos, em busca de focos do mosquito:
 

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2514588 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto I
Como o Brasil eliminou o mosquito da dengue nos anos de 1950 e por que é tão difícil repetir a tarefa. (21/02/2016).
No início deste mês, o governo surpreendeu ao editar uma medida provisória que permite o acesso forçado a imóveis no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite, além da dengue, o zika vírus. Embora pareça invasivo, esse foi um dos métodos usados no início do século passado pelo diretor de Saúde Pública do Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz, que ajudou a erradicar o vetor. O temor naquela época eram a febre amarela e a varíola.
O sanitarista montou uma brigada que seguia um modelo militar no combate ao mosquito e aos ratos. Os agentes entravam nas casas das pessoas em busca dos transmissores das doenças. A população também foi incentivada a caçá-los, e o combate ocorria independentemente da época do ano. Em pouco tempo as medidas surtiram efeito e em 1907 a febre amarela foi erradicada do Rio de Janeiro.
Só mais tarde, em 1955, o Brasil inteiro foi considerado livre do mosquito Aedes aegypti. Ima Aparecida Braga, do Programa Nacional de Controle da Dengue, e Denise Valle, do Departamento de Entomologia da Fiocruz, explicam em um artigo que a eliminação do mosquito no Brasil veio de uma ação articulada da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, iniciada em 1947. As duas organizações decidiram coordenar a erradicação do mosquito no continente, por intermédio do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Hemisfério Oeste. “O Brasil participou da campanha de erradicação continental do mosquito e teve êxito na primeira eliminação desse vetor em 1955. O último foco do mosquito foi extinto no dia 2 de abril daquele ano, na zona rural do Município de Santa Terezinha, Bahia.”
Em 1967, o mosquito foi novamente introduzido no Brasil e eliminado em 1973. Autora do artigo 'Um desafio para a saúde pública brasileira: o controle da dengue', Maria Lucia Penna explica que a erradicação “se deu pela utilização do método perifocal que constituía na aplicação de inseticidas de efeito residual de seis meses em paredes externas e internas de todos os depósitos domiciliares com ou sem água, assim como nas paredes próximas até 1m de distância dos eventuais criadouros. Tal método torna os criadouros preferenciais do mosquito armadilhas mortais para fêmeas, além de eliminar as larvas provenientes dos ovos aderidos às paredes dos recipientes quando estes são novamente preenchidos por água.”
Se o Brasil já conseguiu eliminar o mosquito mais de uma vez, por que parece mais difícil agora? Maria Lucia explica no texto que “a organização atual do espaço dos grandes centros urbanos e a situação da população de mosquitos no País levaram à conclusão de que a erradicação do Aedes aegypti de forma semelhante não é mais viável.”
O pessimismo relacionado à dificuldade de eliminar o mosquito é antigo. Em 2002, o especialista em doenças infecciosas Marcos Boulos disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, que é “inviável erradicar o mosquito”.
Na época, ele já dizia que era preciso conscientizar a população no combate ao mosquito também fora da época em que ele se prolifera e argumentava que a expansão da população impedia o controle, como foi feito há mais de cem anos.
Ao HuffPost Brasil, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, ressaltou que o combate ao mosquito depende da questão sanitária: “Pouca gente olha a cidade como um todo. O Brasil é muito carente nisso. Só agora estão dando mais atenção ao saneamento básico de forma geral. Não é só a casa das pessoas, mas também na infraestrutura que cabe aos prefeitos, governadores.”
Em nota, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) classificou o momento que o Brasil vive como uma “tragédia sanitária”.
Erradicar o inimigo número 1 do Brasil, como o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se refere ao mosquito, é uma tarefa que, segundo os sanitaristas, exige muito investimento em infraestrutura e um amplo trabalho de conscientização da população e dos governantes. A expectativa deles é que o País aproveite o momento para perceber a importância do saneamento básico.
Disponível em> http://www.tratabrasil.org.br/como-o-brasil
-eliminou-o-mosquito-da-dengue-nos-anos-1950-e-por-que-e-tao-dificil-repetir a-tarefa-2<. Data da consulta: 22/02/2016.
Na sentença “Erradicar o inimigo número 1 do Brasil”, retirada do texto I, a palavra sublinhada, no contexto, significa:
 

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2512705 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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O triplo de um número, aumentado de 6, é igual ao quíntuplo desse número diminuído de 10, então esse número é:
 

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2512243 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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A fração que representa a parte escura do gráfico é:
Enunciado 2708582-1
 

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2533963 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Assinale a alternativa que mantenha a relação CORRETA entre o adjetivo e seu substantivo correspondente, levando-se em consideração a escrita correta de cada substantivo.
Questão Anulada

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2514252 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Escolha a alternativa que apresenta fonte de energia renovável, menos poluente e que beneficiou a indústria automobilística:
Questão Anulada

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