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Foram encontradas 480 questões.

366999 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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A quarta parte do total de alunos da turma de Ana corresponde a 12 alunos com 13 anos. Dessa turma de Ana, 1/6 possui mais de 13 anos. Logo, pode-se dizer que a quantidade de alunos dessa turma que possui mais de 13 anos é igual a

 

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366997 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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João recebia há dois anos a importância de R$ 1.980,00 de salário, e hoje seu salário subiu para R$ 2.178,00. O salário mínimo, por sua vez, era de R$ 360,00 e subiu para R$ 415,00 no mesmo período. Como o salário mínimo aumentou mais, em porcentagem do que o salário de João, pode-se dizer que houve uma perda, em porcentagem, do salário em quantidade de salários mínimos. Essa perda em porcentagem foi aproximadamente,de
 

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366993 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Numa árvore estava preso um gato. Para conseguir pegá-lo, o bombeiro usou uma escada que, quando posicionada, ficou a 9 m do pé da árvore e a 6,30 m de altura da base da árvore, conforme mostra a figura.

Enunciado 2828138-1

A alternativa que mais se aproxima do comprimento dessa escada é

 

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Autorizada pela prefeitura, uma empresa que conserva uma praça pública vizinha poderá colocar uma placa alusiva ao fato. O nome da empresa deverá ocupar 1/3 da área total da placa. Da área restante, 1/4 deverá conter a inscrição "Essa área é conservada por …", restando 1 800 cm² para o nome da praça e o logotipo da prefeitura. O nome da empresa ocupará, nessa placa, uma área igual a

 

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Pedro e Ricardo venderam um terreno que possuíam em sociedade e combinaram dividir o valor total recebido em partes iguais. Entretanto, da quantia que lhe coube, Pedro emprestou R$ 60.000,00 para Ricardo e, assim, na divisão do total recebido pela venda, Ricardo ficou com o quádruplo da quantia que restou a Pedro. O valor total recebido pela venda do terreno foi

 

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366989 Ano: 2008
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Os 35 alunos de uma determinada escola que frequentam a 1.ª série do Ensino Fundamental foram divididos em cinco grupos, incumbidos de contar o número de vezes que certa vogal aparecia num texto dado pelo professor; cada grupo se preocupou com um tipo de vogal, como mostra o gráfico.
Enunciado 2815168-1
De acordo com o gráfico, a porcentagem do número de letras A encontrada em relação ao número total de vogais foi de
 

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Num recipiente cúbico, cujas arestas medem 40 cm e estava completamente vazio, foi colocada uma certa quantidade de uma mistura, preparada com tinta e água na razão de 5 para 3, que ocupou 3/4 da capacidade total desse recipiente. Para preparar a mesma mistura na quantidade exata que falta para encher totalmente o recipiente, será necessário utilizar litros de tinta.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

 

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Enunciado 3329869-1

Um jardim com 99 m² foi dividido em três canteiros de tamanhos diferentes, como mostra a figura, cujas dimensões estão em metros. A área ocupada com rosas brancas tem

 

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366986 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Leia o texto para responder à questão.

O cientista de Deus

Como um seminarista adolescente que se sente culpado, quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo(II) através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa. Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus, a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso. O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”.

O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo-se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus. Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo?

Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”(III), disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.

Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma sequ ência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreve esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?” Essas questões, sem respostas pelafísica, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: Imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido. Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa(I), à razão de existir daquele livro, ou à razão de ele ter sido escrito. Keller apazigua o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”

(ISTOÉ, 26.03.2008. Adaptado)

Atente para as afirmações:

I. A frase – ... ela não chega à existência completa... – está corretamente substituída por: – ... ela não alcança à existência completa.

II. No trecho – Como um seminarista adolescente que se sente culpado, quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava, quando tentava responder à questão da origem do universo... – todos os verbos estão conjugados no presente do indicativo.

III. Na frase – Keller incentivou esse tipo de discussão. – a expressão em destaque pode ser corretamente substituída por um pronome pessoal: Keller incentivou-o.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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366984 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Leia o texto para responder à questão.
Guaraná – os bons olhos da Amazônia
Tu, meu filho, serás a maior força da natureza! Farás o bem e livrarás o homem das doenças. Foi com essas palavras que, diz a lenda dos índios saterés- maués, a mãe de um indiozinho morto, sábia no cultivo das ervas medicinais, o consagrou com o dom da cura. Seu olho direito foi enterrado, dando origem a uma trepadeira que produz frutos em tons avermelhados e que se abrem em feitio de pequenos olhos. Os amazonenses fazem fé nessa versão que atesta o poder do guaraná e o consomem diariamente para manter a boa disposição.
Há mais de 600 anos os indígenas descobriram o guaraná e até hoje, o fruto dos olhos é hábito dos amazonenses e está presente no café-da-manhã e no aperitivo do almoço de feijão e macaxeira. À noite ele acompanha o mingau de tapioca, mas só para quem está acostumado com o seu teor protéico e energético.Com três ou quatro vezes mais cafeína do que o café puro, o guaraná, se consumido em excesso, pode deixar uma pessoa sem pregar os olhos a noite toda. Um caboclo produtor e sua família sempre oferecem ao visitante o guaraná in natura, ralado na hora na língua seca do peixe pirarucu. É um costume quase ritual que precede a conversa.
O Brasil é o único produtor comercial do guaraná no mundo. São necessárias algumas condições para seu cultivo, uma das quais, a de que ele tem de encontrar regiões com temperaturas médias entre 23 ºC e 28 ºC. Por isso, hoje ele é cultivado no sul da Bahia, no Mato Grosso e na Amazônia, de onde sai a maior produção nacional.
A cidade conhecida como Terra do guaraná é Maués. A fama da cidade não se deve só aos números da produção, mas também à tradição cultural. Antiga morada dos índios munducurus, recebeu os saterés- maués e as duas etnias foram as primeiras a cultivar o guaraná, o que fazem até hoje, disseminando a cultura aos moradores da região, que trabalham em cultivos familiares.
O fruto é pequeno, em tons de laranja e vermelho e, quando maduro, começa a se abrir, deixando à mostra a pequena semente escura, encoberta pela polpa clara. De outubro a fevereiro, os olhos do guaraná garantem o trabalho de colheita para esses produtores.
O trabalho passa por várias etapas: a cuidadosa poda, a fermentação, a extração da semente e a consequente secagem e a torra. Há produtores que vendem o guaraná nesse estágio; outros fazem o xarope e o extrato que agregam mais lucro, pois são vendidos para as indústrias de refrigerantes. Outra forma ainda é a venda do pó que pode ser acrescido em sorvetes, cremes e bebida e que é famoso mundialmente. Todo o processo ainda continua manual, para garantir, segundo os produtores, o potencial do fruto.
Mas nem tudo é tradição indígena. Desde a década de 1970, o governo federal faz pesquisas para melhorar as formas produtivas do guaraná. Quem também anda crescendo os olhos para o aprimoramento da produtividade são as indústrias de refrigerante, como a AmBev, que investe num centro de pesquisas para contribuir com os produtores locais.
No fim do ano, quando o guaraná começa a se abrir, expondo o escuro da semente no centro, são os olhos sagrados e curiosos do menino índio que querem espiar o capricho dos produtores.
(Planeta, dez. de 2007. Adaptado)
A questão refere-se ao trecho que finaliza o 1.º parágrafo do texto – Os amazonenses fazem fé nessa versão que atesta o poder do guaraná e o consomem diariamente para manter a boa disposição.
Em – Os amazonenses fazem fé nessa versão que atesta o poder do guaraná e o consomem diariamente... –, o pronome o, em destaque, substitui a palavra
 

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