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FC.B., 26 anos, primigesta, IG (por usg obst. inicial):
25 semanas e 6 dias, veio à medicina fetal para ultrassom
obstétrico com doppler. Assintomática e normotensa.
Nega comorbidades. Ultrassom morfológico de segundo
trimestre: morfologia normal. Refere não ter realizado
ultrassom morfológico de primeiro trimestre. Ao ultrassom
de hoje: feto em apresentação pélvica, com peso fetal
no percentil 3 e circunferência abdominal no percentil 8,
BCF: 150 bpm, MBV (maior bolsão vertical): 35 mm;
doppler de artérias uterinas: IP médio no p 99; artéria umbilical com diástole zero. Ducto venoso: IP: 0,67 cm/seg.
PA: 130 x 80 mmHg.
De acordo com esse caso, assinale a conduta mais adequada.
De acordo com esse caso, assinale a conduta mais adequada.
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Paciente primigesta, 32 anos, idade gestacional cronológica de 11 semanas e 4 dias, veio à medicina fetal para
ultrassom morfológico de 1o
trimestre. Nega comorbidades. Durante o exame, identificados: CCN (comprimento cabeça-nádegas): 43 mm, BCE: 160 bpm, osso
nasal presente, transluscência nucal de 2 mm. IP médio
de artérias uterinas no percentil 95. Ducto venoso com
onda A positiva. Regurgitação da tricúspide ausente.
Placenta anterior, grau 0 de Grannum, ILA subjetivamente normal.
De acordo com esse caso, e com base nos conhecimentos sobre o ultrassom morfológico de primeiro trimestre, assinale a alternativa correta.
De acordo com esse caso, e com base nos conhecimentos sobre o ultrassom morfológico de primeiro trimestre, assinale a alternativa correta.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
T.B.S., GII PI (1C) há 4 anos A0, IG 34 semanas, deu
entrada no PSO referindo cefaleia e epigastralgia. Ao exame
físico: REG, com PA de 140 x 90 mmHg, dinâmica uterina
ausente, tônus uterino normal. Resultados de exames
laboratoriais: proteinúria/creatinúria — 0,6; plaquetas —
99 mil/mm3
; Hb: 9,2 g/dL; DHL: 980 U/L; AST: 110 UI/L;
ALT: 130 UI/L. Paciente foi submetida ao ultrassom obstétrico
com doppler que identificou: peso fetal no p9, circunferência
abdominal no p8; bcf: 140 bpm, doppler de artérias uterinas:
IP no p > 95; doppler de artérias umbilicais com diástole zero.
IP do ducto venoso: 0,6. MBV: 3 cm.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
T.B.S., GII PI (1C) há 4 anos A0, IG 34 semanas, deu
entrada no PSO referindo cefaleia e epigastralgia. Ao exame
físico: REG, com PA de 140 x 90 mmHg, dinâmica uterina
ausente, tônus uterino normal. Resultados de exames
laboratoriais: proteinúria/creatinúria — 0,6; plaquetas —
99 mil/mm3
; Hb: 9,2 g/dL; DHL: 980 U/L; AST: 110 UI/L;
ALT: 130 UI/L. Paciente foi submetida ao ultrassom obstétrico
com doppler que identificou: peso fetal no p9, circunferência
abdominal no p8; bcf: 140 bpm, doppler de artérias uterinas:
IP no p > 95; doppler de artérias umbilicais com diástole zero.
IP do ducto venoso: 0,6. MBV: 3 cm.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
T.B.S., GII PI (1C) há 4 anos A0, IG 34 semanas, deu
entrada no PSO referindo cefaleia e epigastralgia. Ao exame
físico: REG, com PA de 140 x 90 mmHg, dinâmica uterina
ausente, tônus uterino normal. Resultados de exames
laboratoriais: proteinúria/creatinúria — 0,6; plaquetas —
99 mil/mm3
; Hb: 9,2 g/dL; DHL: 980 U/L; AST: 110 UI/L;
ALT: 130 UI/L. Paciente foi submetida ao ultrassom obstétrico
com doppler que identificou: peso fetal no p9, circunferência
abdominal no p8; bcf: 140 bpm, doppler de artérias uterinas:
IP no p > 95; doppler de artérias umbilicais com diástole zero.
IP do ducto venoso: 0,6. MBV: 3 cm.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
F.R.B., 32 anos, GI PI (1N) A0, idade gestacional de
8 semanas, veio ao pronto-socorro com queixa de sangramento vaginal vermelho escuro há cerca de 1 semana e início
súbito de dor em fossa ilíaca direita. Nega exame de imagem
prévio nessa gestação. Ao exame físico: paciente em BEG,
hipocorada +/4+, PA 90 x 60 mmHg, FC 105 bpm. Abdome:
dor à descompressão brusca positiva. Ao toque vaginal bimanual: colo impérvio e amolecido, fundo uterino intra-pélvico.
Especular: vagina suja de sangue, sem sangramento ativo.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
F.R.B., 32 anos, GI PI (1N) A0, idade gestacional de
8 semanas, veio ao pronto-socorro com queixa de sangramento vaginal vermelho escuro há cerca de 1 semana e início
súbito de dor em fossa ilíaca direita. Nega exame de imagem
prévio nessa gestação. Ao exame físico: paciente em BEG,
hipocorada +/4+, PA 90 x 60 mmHg, FC 105 bpm. Abdome:
dor à descompressão brusca positiva. Ao toque vaginal bimanual: colo impérvio e amolecido, fundo uterino intra-pélvico.
Especular: vagina suja de sangue, sem sangramento ativo.
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G.N.S., 35 anos, primigesta, idade gestacional de 10
semanas, IMC 26 kg/m2
, vem à segunda consulta de
pré-natal com resultado de glicemia de jejum de 92 mg/dL.
Com relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Com relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
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F.N.B., 23 anos, solteira, vem ao pronto-socorro ginecológico queixando-se de dor em hipogástrio há 6 dias, além
de corrimento amarelado de odor fétido e dispareunia
de profundidade. Já procurou ginecologista por 2 outras
vezes por leucorreia com odor forte. Ao exame físico:
TAX 38 ºC, abdome doloroso à palpação de hipogástrio,
com dor à descompressão brusca negativa. Especular:
secreção vaginal amarela e bolhosa, em moderada quantidade. Ao toque vaginal bimanual: dor à mobilização do
colo uterino. Anexos não palpáveis.
De acordo com esse caso, assinale a alternativa que representa, respectivamente, o diagnóstico mais provável e o tratamento mais adequado.
De acordo com esse caso, assinale a alternativa que representa, respectivamente, o diagnóstico mais provável e o tratamento mais adequado.
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Em 2021, o câncer de mama tornou-se o câncer mais
frequentemente diagnosticado no mundo. De acordo
com as recomendações para o rastreamento do câncer
de mama no Brasil, do Colégio Brasileiro de Radiologia,
da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Federação
Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia,
assinale a alternativa correta.
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