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Menino de cinco anos é internado com oligúria e edema generalizado. Apresenta há 24 horas dor importante em flanco esquerdo. Ao exame físico encontra-se com edema de face e membros inferiores, mucosas coradas, PA= 135 x 95 mmHg (PA com percentil >95), murmúrio vesicular abolido em bases pulmonares e ascite. Genitália com edema de bolsa escrotal e varicocele em testículo esquerdo. Realizou exames: ureia = 15mg/dl, Creatinina= 0,7mg/dl. EAS= proteína +++ e cilindros hialinos e hemáticos. Amostra de urina com ácido sulfossalicílico mostra urina apresentando grumos tipo nuvem. USG de rins e vias urinárias mostra córtex renal ecogênico e pirâmides hipoecogênicas. Qual (is) o(s) diagnóstico(s) do paciente?
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Pré-escolar de cinco anos de idade, masculino, é internado por edema bipalpebral, redução do volume urinário e urina escura. Exame físico na internação: PA= 130x 100 mmHg (PA percentil > 95); FC= 80bpm; criança eutrófica, orientada, edema generalizado, leve palidez cutâneomucosa, RCR em 2T e cicatrizes compatíveis com lesões de impetigo nos membros superiores. Evoluiu bem com o tratamento instituído e teve alta. Permaneceu 11 meses com hematúria microscópica. No melhor acompanhamento ambulatorial do paciente, o exame complementar a ser usado como critério de prognóstico será:
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Escolar de oito anos, sexo masculino, está abaixo do percentil 3 na curva de crescimento, embora o alvo estatural de sua família aponte para o percentil 50 das curvas dos gráficos de estatura da OMS. Sua história pregressa foi marcada por muitos episódios de constipação e, por este motivo, a ingestão de aveia e de outros cereais, como germe de trigo, foi sempre estimulada. O pediatra verificou que o hemograma apresentava anemia hipocrômica e microcítica e as dosagens de T3, T4 e TSH eram normais, assim como IGF1. A genitora relata que seu filho tem fome intensa, mas, quando come, faz distensão abdominal. Já fez uso de vários vermífugos sem melhora. Qual exame solicitaria para elucidar o diagnóstico?
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Menina de sete anos é trazida ao pediatra com dores articulares. Há cinco dias apresentou quadro de artralgia inicialmente em punhos, posteriormente, acometendo tornozelos e joelhos. Procurou serviço de pronto-atendimento pediátrico com orientação de uso de ácido acetilsalicílico e lhe solicitaram exames complementares. Genitora relata que as dores sumiram, mas surgiram diversos nódulos no corpo de sua filha. Exame físico: bom estado geral, afebril e corada. Ausculta cardiovascular com bulhas normofonéticas, sem sopros audíveis, FC: 82bpm; presença de nódulos indolores em topografia de proeminências ósseas e tendões. Exames laboratoriais: Hb: 12,5g/dl, leucócitos: 11.300/mm³ sem desvio para a esquerda, VHS: 60 mm/1ª hora e ASLO: 1.150UI/ml. Com base no quadro clínico descrito, o exame complementar que deve ser solicitado com urgência é:
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Pré-escolar de quatro anos, sexo masculino, é trazido por seus pais ao pronto-atendimento pediátrico, pois o acharam muito pálido e hipoativo nas últimas 72h. Relatam que há três dias apresentou febre de 38,5ºC, vômitos, diarreia com um pouco de sangue e que está urinando pouco nas últimas 12 horas, mesmo em uso de hidratação oral. Exame físico: acentuada palidez, irritabilidade, pouco responsivo e com acentuada sensibilidade à palpação abdominal. FC: 112 bpm, FR: 30irpm, PA: 105x55mmHg. Exames laboratoriais: Hb: 7,1g/dl, Ht:23,6%, leucometria:16.200/mm³ (bastões 10%, segmentados 65%); plaquetas: 85.000/mm³, Na+: 132mEq/L, K+: 3,1mEq/L, creatinina: 4,8mg/dl, uréia:111 mg/dl. EAS: 55 hemácias/campo. A hipótese mais provável é:
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Pré-escolar de três anos, sexo feminino, apresenta febre por quatro dias, acompanhada de fraqueza, mal-estar, dor de garganta, lacrimejamento, eritema das conjuntivas e linfadenopatia cervical e pré-auricular. O provável agente etiológico envolvido neste quadro clínico é:
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Escolar de nove anos é atendido no setor de emergência pediátrica com crise de asma. Faz uso de corticoide inalatório em dose moderada há 30 dias. Apresenta-se em regular estado geral, dispneico, consciente e alerta, apresentando fala com palavras entrecortadas e ausculta respiratória com sibilância expiratória bilateral difusa com retrações subcostais associadas. Oximetria de pulso 89%, FR: 48 irpm e FC: 122 bpm. A genitora relata que acorda pelo menos duas vezes à noite com tosse e/ou dispneia. Última internação há 35 dias por exacerbação do quadro asmático. Com relação ao tratamento de controle do quadro apresentado acima, a melhor conduta é:
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Menina de 6 anos com febre alta, tosse produtiva e dor torácica há 5 dias. Exame físico: regular estado geral, temperatura axilar 39,3°C, toxemiada, dispneica. Radiografia simples de tórax com opacificação de todo o hemitórax direito com desvio de mediastino para esquerda. Ultrassonografia de tórax: derrame não septado e sem grumos. Punção pleural: líquido amarelo-citrino, pH 7,02; glicose 30mg/dl; proteína 3,2 mg/dl, bacterioscopia: diplococos gram-positivos. A conduta é:
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Lactente de 3 meses de idade é trazido pela primeira vez ao pronto-atendimento por quadro de febre, tosse e dispneia há 48h com piora progressiva. Ao exame clínico: regular estado geral, FR 80irpm, tiragem intercostal e subdiafragmática. Ausculta pulmonar: MV+ e simétrico bilateralmente, expiração prolongada, sibilos expiratórios difusos e estertores subcrepitantes em ambos os hemitórax. Radiografia de tórax com retificação dos arcos costais e hiperinsuflação pulmonar. A conduta imediata para este lactente é:
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RN de 15 dias, sexo feminino, em aleitamento materno exclusivo, chega em consulta pediátrica com queixa de evacuações líquidas e explosivas, aproximadamente 8-9 vezes ao dia. Sua mãe está muito preocupada, pois teme que sua filha desidrate e necessite ser internada. Ao exame físico: criança em bom estado geral, ganho ponderal diário 22g/dia, eupneica, afebril, corada, com lágrimas nos olhos e saliva em boca, boa sucção, ativa e reativa ao exame. Ausculta cardiorrespiratória sem anormalidades. FC 110 bpm. FR 28irpm. Abdome inocente. Pele com turgor normal. Boa perfusão periférica. Qual a conduta mais adequada nesta situação?
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