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"De tão feliz, pela primeira vez na vida o compadre dividiu a conta na mesa do bar".
A transformação de "o compadre dividiu a conta na mesa do bar" para a voz passiva analítica resultaria na forma:
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Munheca de Leitoa
Causo de Rolando Boldrin
Lá na minha terra, São Joaquim da Barra, todo mundo conta as histórias do compadre Abílio,sujeito tão miserável que não abre a mão nem para dar tchau nem para abraçar os filhos. Dava jeito de não pagar a conta do bar, fugia de qualquer vaquinha dos amigos. Por isso era chamado de munheca de leitoa.
Certo dia, Abílio foi para São Paulo pelo trem de Mogiana. Quando os passageiros saíam da estação, se depararam com um profeta de barba longa, roupa branca e cajado, bradando suas profecias: "Querem que eu adivinhe de onde vocês estão vindo? Pois bem, chegaram de São Joaquim da Barrai". E a caboclada, impressionada, começou a prestar atenção no que o homem dizia. Ele então abriu bem os olhos e disparou: "De amanhã não passa. O mundo se acabará!" Nisso começou uma gritaria generalizada. O povo passou a rezar e lamentar, numa bagunça danada." Ai, meu Deus! Nunca mais vou ver meus amigos que ficaram em São Joaquim da Barra!", balbuciou um. "Tinha que ser justo agora, que eu ia encontrar o amor da minha vida?", gritou outro.
Lá pelas tantas, alguém disse ter ouvido o unha de fome do Abílio, no embalo das lamentações, choramingar: "E, eu, pessoal? Não sei por que resolvi comprar passagem de ida e volta ... O que é que vou fazer agora com o bilhete pra São Joaquim? O que, meu Deus do céu?".
Fato é que a profecia do homem não aconteceu coisa nenhuma e todo mundo viveu para contar a história. Inclusive o Abílio, que pode desfrutar de sua estimada passagem de volta. De tão feliz, pela primeira vez na vida o compadre dividiu a conta na mesa do bar. Eita munheca de leitoa!
(Fonte: Almanaque de Cultura Popular, Ano 15, n.175).
A leitura do texto permite afirmar:
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Munheca de Leitoa
Causo de Rolando Boldrin
Lá na minha terra, São Joaquim da Barra, todo mundo conta as histórias do compadre Abílio,sujeito tão miserável que não abre a mão nem para dar tchau nem para abraçar os filhos. Dava jeito de não pagar a conta do bar, fugia de qualquer vaquinha dos amigos. Por isso era chamado de munheca de leitoa.
Certo dia, Abílio foi para São Paulo pelo trem de Mogiana. Quando os passageiros saíam da estação, se depararam com um profeta de barba longa, roupa branca e cajado, bradando suas profecias: "Querem que eu adivinhe de onde vocês estão vindo? Pois bem, chegaram de São Joaquim da Barrai". E a caboclada, impressionada, começou a prestar atenção no que o homem dizia. Ele então abriu bem os olhos e disparou: "De amanhã não passa. O mundo se acabará!" Nisso começou uma gritaria generalizada. O povo passou a rezar e lamentar, numa bagunça danada." Ai, meu Deus! Nunca mais vou ver meus amigos que ficaram em São Joaquim da Barra!", balbuciou um. "Tinha que ser justo agora, que eu ia encontrar o amor da minha vida?", gritou outro.
Lá pelas tantas, alguém disse ter ouvido o unha de fome do Abílio, no embalo das lamentações, choramingar: "E, eu, pessoal? Não sei por que resolvi comprar passagem de ida e volta ... O que é que vou fazer agora com o bilhete pra São Joaquim? O que, meu Deus do céu?".
Fato é que a profecia do homem não aconteceu coisa nenhuma e todo mundo viveu para contar a história. Inclusive o Abílio, que pode desfrutar de sua estimada passagem de volta. De tão feliz, pela primeira vez na vida o compadre dividiu a conta na mesa do bar. Eita munheca de leitoa!
(Fonte: Almanaque de Cultura Popular, Ano 15, n.175).
A concordância do verbo ficar, no período, deve-se: "Nunca mais vou ver meus amigos que ficaram em São Joaquim da Barra!" balbuciou um."
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Munheca de Leitoa
Causo de Rolando Boldrin
Lá na minha terra, São Joaquim da Barra, todo mundo conta as histórias do compadre Abílio,sujeito tão miserável que não abre a mão nem para dar tchau nem para abraçar os filhos. Dava jeito de não pagar a conta do bar, fugia de qualquer vaquinha dos amigos. Por isso era chamado de munheca de leitoa.
Certo dia, Abílio foi para São Paulo pelo trem de Mogiana. Quando os passageiros saíam da estação, se depararam com um profeta de barba longa, roupa branca e cajado, bradando suas profecias: "Querem que eu adivinhe de onde vocês estão vindo? Pois bem, chegaram de São Joaquim da Barrai". E a caboclada, impressionada, começou a prestar atenção no que o homem dizia. Ele então abriu bem os olhos e disparou: "De amanhã não passa. O mundo se acabará!" Nisso começou uma gritaria generalizada. O povo passou a rezar e lamentar, numa bagunça danada." Ai, meu Deus! Nunca mais vou ver meus amigos que ficaram em São Joaquim da Barra!", balbuciou um. "Tinha que ser justo agora, que eu ia encontrar o amor da minha vida?", gritou outro.
Lá pelas tantas, alguém disse ter ouvido o unha de fome do Abílio, no embalo das lamentações, choramingar: "E, eu, pessoal? Não sei por que resolvi comprar passagem de ida e volta ... O que é que vou fazer agora com o bilhete pra São Joaquim? O que, meu Deus do céu?".
Fato é que a profecia do homem não aconteceu coisa nenhuma e todo mundo viveu para contar a história. Inclusive o Abílio, que pode desfrutar de sua estimada passagem de volta. De tão feliz, pela primeira vez na vida o compadre dividiu a conta na mesa do bar. Eita munheca de leitoa!
(Fonte: Almanaque de Cultura Popular, Ano 15, n.175).
Classifica-se, sintaticamente, em: "O que, meu Deus do céu?", o termo "meu Deus do céu" como:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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