Foram encontradas 30 questões.
Considere a seguinte afirmação: "Para todos os
estudantes, existe um professor que os inspira."
Qual dos seguintes quantificadores representa melhor essa afirmação?
Qual dos seguintes quantificadores representa melhor essa afirmação?
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Imagine que você está desenhando um gráfico em um
plano cartesiano. Você deseja traçar uma reta que conecta
dois pontos: A(2, 5) e B(4, 9).
Qual é a equação da reta que passa por esses pontos?
Qual é a equação da reta que passa por esses pontos?
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Considere as seguintes proposições:
P: "Somente se você estudar intensamente para o exame é que passará com mérito."
Q: "Você não passou com mérito."
Qual das seguintes afirmações é verdadeira?
P: "Somente se você estudar intensamente para o exame é que passará com mérito."
Q: "Você não passou com mérito."
Qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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Em um trimestre, um órgão público registrou o número de
atendimentos realizados em maio, junho e julho. Os dados
são os seguintes:
Maio: 500 atendimentos
Junho: 350 atendimentos
Julho: 600 atendimentos
Calcule a média mensal de atendimentos realizados por esse órgão público e assinale a alternativa correta.
Maio: 500 atendimentos
Junho: 350 atendimentos
Julho: 600 atendimentos
Calcule a média mensal de atendimentos realizados por esse órgão público e assinale a alternativa correta.
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Suponha que está trabalhando em um projeto no qual
você está dobrando um papel finamente cortado ao meio
repetidamente. Cada vez que você dobra o papel, ele fica
com o dobro da espessura. Começando com uma folha de
papel que tem uma espessura de 2 milímetros, qual será a
espessura da folha após dobrá-la 5 vezes?
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Leia a frase a seguir:
"Hoje, na faculdade, teremos um curso gratuíto abordando temas como empoderamento feminino, previlégio masculino e a luta pela reinvidicação de direitos."
Quantas palavras estão escritas incorretamente?
"Hoje, na faculdade, teremos um curso gratuíto abordando temas como empoderamento feminino, previlégio masculino e a luta pela reinvidicação de direitos."
Quantas palavras estão escritas incorretamente?
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Leia atentamente o trecho a seguir:
"Naquela tarde de domingo, Maria dirigiu-se à livraria da esquina e pediu ao vendedor que preparasse um presente para sua amiga. Ela queria um livro que fosse adequado à idade e aos interesses dela. O vendedor, com um sorriso amigável, recomendou alguns títulos que poderiam agradar a amiga de Maria."
Com base no trecho acima, assinale a alternativa correta.
"Naquela tarde de domingo, Maria dirigiu-se à livraria da esquina e pediu ao vendedor que preparasse um presente para sua amiga. Ela queria um livro que fosse adequado à idade e aos interesses dela. O vendedor, com um sorriso amigável, recomendou alguns títulos que poderiam agradar a amiga de Maria."
Com base no trecho acima, assinale a alternativa correta.
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaNumerais
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaSubstantivos
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
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Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
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Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.
Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
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