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Foram encontradas 50 questões.

2140667 Ano: 2008
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Uma das características do caráter “mocho” em caprinos é
 

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2140658 Ano: 2008
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Os lisímetros são instrumentos, normalmente, utilizados para medir
 

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2140657 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhadode sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
No texto,
 

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2140647 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Viver e Enfrentar os Conflitos nas Relações
Nem todas as pessoas conseguem, mas até que poderiam tentar exercitar olhar para os problemas da vida de forma diferente do habitual. Muitas vezes, essa postura se torna difícil devido ao ritmo de vida que desconecta os seres de suas emoções, levando-os a uma atividade intensa e um olhar para o mundo e os outros com um distanciamento da verdadeira essência das coisas.
As doenças e as crises, que são desencadeadas periódica e, muitas vezes, surpreendentemente, são verdadeiros sinalizadores de que algo e o próprio ritmo de vida alucinante devem ser alterados. Não estar atento a esse significado pode, de fato, trazer transtornos e prolongar inutilmente os períodos de sofrimento. As crises e as dificuldades podem se tornar grandes oportunidades para um salto em direção a uma transformação na forma de viver.
(Diário do Nordeste. 13.07.03)
No texto, a palavra “periódica”, se liga, pela conjunção e, à palavra “surpreendentemente”. Portanto, sobre as palavras sublinhadas, é correto afirmar que
 

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2140639 Ano: 2008
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Assinale a alternativa na qual a associação “nutriente-função” está INCORRETA.
 

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2140629 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhadode sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
A expressão “sem-par”, significa
 

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2140625 Ano: 2008
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Em relação à análise de risco de pragas (ARP), assinale o INCORRETO.
 

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2140615 Ano: 2008
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Endogamia pode ser conceituada como
 

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2140609 Ano: 2008
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Como responsabilidades da Coordenação de Proteção a Plantas do Departamento de Defesa e Inspeção vegetal da Secretaria Agropecuária do Ministério da Agricultura foram listadas as seguintes:
I. Vigilância fitossanitária
II. Análise de risco de pragas
III. Fiscalização do trânsito de vegetais e quarentena
IV. Fiscalização e registro da produção de agrotóxicos
V. Inspeção vegetal
Na verdade, são responsabilidades da referida Coordenação, apenas, as dos itens
 

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2140594 Ano: 2008
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Baseado na Lei nº 7.802/1989, conhecida como lei de agrotóxicos, assinale a alternativa correta.
 

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