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Foram encontradas 134 questões.

585016 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Utilizando o Microsoft Windows 10 Pro criei uma pasta que desejo compartilhar. Acessei as opções de compartilhamento avançado dentro das opções qual o número máximo de acessos simultâneos eu posso definir?

 

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585015 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Qual das ferramentas abaixo não faz parte dos itens de facilidade de acesso do Windows 10 em sua configuração padrão localizados no menu iniciar?
 

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585014 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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No Microsoft Word 2016 em sua configuração padrão na Página Inicial qual dos recursos abaixo NÃO está presente no grupo Editando?

 

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585013 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Considerando a planilha criada no Microsoft Excel 2016 abaixo:

Enunciado 585013-1

Qual o valor esperado após a fórmula =MÉDIASES(B2:B7;A2:A7;A10;C2:C7;B10) ser inserida na célula E

 

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585012 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Função do Microsoft Excel que retorna um número que representa uma data que é o número indicado de dias úteis antes ou após uma data (a data inicial). Os dias úteis excluem fins de semana e quaisquer datas identificadas como feriados. Qual a alternativa CORRETA:

 

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585011 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Qual dos nomes abaixo é um nome de arquivo válido no Windows 10?

 

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585010 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Utilizando o Microsoft Word 2016 para formatar o texto em um documento como colunas. Qual das alternativas contém o caminho certo para realizar essa ação?

 

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585009 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Utilizando o Microsoft Excel 2016 qual dos caminhos abaixo é CORRETO para inserir um gráfico do tipo coluna ou barra?

 

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585008 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia o texto e responda as questões de a 1 a 15.

Nem a Rosa, Nem o Cravo

As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades?

Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde? Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

(...)

Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas. Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor. Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!

(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)

Se fosse flexionado no plural o sintagma nominal destacado na passagem “Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.” (3º parágrafo), o verbo haver:

 

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585007 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia o texto e responda as questões de a 1 a 15.

Nem a Rosa, Nem o Cravo

As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades?

Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde? Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

(...)

Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas. Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor. Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!

(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)

Sobre o uso da vírgula empregada na passagem “É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome.” (2º parágrafo), assinale a opção INCORRETA:

 

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