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Foram encontradas 340 questões.

1162819 Ano: 2019
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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O Linux tem muitas pastas e arquivos dentro do sistema, cada uma delas tem sua importância, porém uma delas tem um peso maior, pois é onde se encontram os aplicativos do sistema. Qual pasta estamos falando?

 

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1162818 Ano: 2019
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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No Linux, podemos verificar a capacidade de armazenamento de várias maneiras, usando apenas um comando. Marque a alternativa CORRETA que corresponde a este comando.

 

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1162817 Ano: 2019
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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No Linux, utilizamos muitos comandos para efetuar vários procedimentos, assim com essa finalidade qual comando que podemos usar para nos orientar como utilizar um comando desconhecido. Marque a alternativa que corresponde a este comando.

 

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1162816 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia a tirinha abaixo para responder as questões de 11 a 15.

Enunciado 1162816-1

Quanto à classificação morfológica das palavras, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1162815 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia a tirinha abaixo para responder as questões de 11 a 15.

Enunciado 1162815-1

No que se refere à acentuação gráfica das palavras, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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1162814 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia a tirinha abaixo para responder as questões de 11 a 15.

Enunciado 1162814-1

No segundo quadrinho, as expressões em destaque “obrigado pela artificialidade das soluções rápidas e pela manipulação traiçoeira dos desejos humanos para fins comerciais” classificam-se sintaticamente como:

 

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1162813 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia a tirinha abaixo para responder as questões de 11 a 15.

Enunciado 1162813-1

Com relação à estrutura sintática do primeiro quadrinho, considere as seguintes afirmações:

I. No trecho “elevar a emoção, reduzir o pensamento e aniquilar a imaginação”, os termos destacados exercem a mesma função sintática.

II. “Poderoso da mídia de massa” exerce a função sintática de aposto especificativo, por isso está isolado entre vírgulas.

III. As orações “elevar a emoção”, “reduzir o pensamento” e “aniquilar a imaginação” classificam-se como subordinadas substantivas completivas nominais reduzidas de infinitivo.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:

 

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1162812 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia a tirinha abaixo para responder as questões de 11 a 15.

Enunciado 1162812-1

Com relação à tirinha, é CORRETO afirmar que:

 

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1162811 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia a Crônica abaixo para responder às questões de 1 a 10.

O melhor amigo

Fernando Sabino

A mãe estava na sala, costurando. O menino abriu a porta da rua, meio ressabiado, arriscou um passo para dentro e mediu cautelosamente a distância. Como a mãe não se voltasse para vê-lo, deu uma corridinha em direção de seu quarto.

– Meu filho? – gritou ela.

– O que é – respondeu, com o ar mais natural que lhe foi possível.

– Que é que você está carregando aí?

Como podia ter visto alguma coisa, se nem levantara a cabeça? Sentindo-se perdido, tentou ainda ganhar tempo.

– Eu? Nada…

– Está sim. Você entrou carregando uma coisa.

Pronto: estava descoberto. Não adiantava negar – o jeito era procurar comovê-la. Veio caminhando desconsolado até a sala, mostrou à mãe o que estava carregando:

– Olha aí, mamãe: é um filhote… Seus olhos súplices aguardavam a decisão.

– Um filhote? Onde é que você arranjou isso?

– Achei na rua. Tão bonitinho, não é, mamãe?

Sabia que não adiantava: ela já chamava o filhote de isso. Insistiu ainda:

– Deve estar com fome, olha só a carinha que ele faz.

– Trate de levar embora esse cachorro agora mesmo!

– Ah, mamãe… – já compondo uma cara de choro.

– Tem dez minutos para botar esse bicho na rua. Já disse que não quero animais aqui em casa. Tanta coisa para cuidar, Deus me livre de ainda inventar uma amolação dessas.

O menino tentou enxugar uma lágrima, não havia lágrima. Voltou para o quarto, emburrado:

A gente também não tem nenhum direito nesta casa – pensava. Um dia ainda faço um estrago louco. Meu único amigo, enxotado desta maneira!

– Que diabo também, nesta casa tudo é proibido! – gritou, lá do quarto, e ficou esperando a reação da mãe.

– Dez minutos – repetiu ela, com firmeza.

– Todo mundo tem cachorro, só eu que não tenho.

– Você não é todo mundo.

– Também, de hoje em diante eu não estudo mais, não vou mais ao colégio, não faço mais nada.

– Veremos – limitou-se a mãe, de novo distraída com a sua costura.

– A senhora é ruim mesmo, não tem coração!

– Sua alma, sua palma.

Conhecia bem a mãe, sabia que não haveria apelo: tinha dez minutos para brincar com seu novo amigo, e depois… ao fim de dez minutos, a voz da mãe, inexorável:

– Vamos, chega! Leva esse cachorro embora.

– Ah, mamãe, deixa! – choramingou ainda: – Meu melhor amigo, não tenho mais ninguém nesta vida.

– E eu? Que bobagem é essa, você não tem sua mãe?

– Mãe e cachorro não é a mesma coisa.

– Deixa de conversa: obedece sua mãe.

Ele saiu, e seus olhos prometiam vingança. A mãe chegou a se preocupar: meninos nessa idade, uma injustiça praticada e eles perdem a cabeça, um recalque, complexos, essa coisa

– Pronto, mamãe! E exibia-lhe uma nota de vinte e uma de dez: havia vendido seu melhor amigo por trinta dinheiros.

– Eu devia ter pedido cinquenta, tenho certeza que ele dava murmurou, pensativo.

Fonte: http://phaleixo.blogspot.com/

Quanto ao processo de formação de palavras, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1162810 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Leia a Crônica abaixo para responder às questões de 1 a 10.

O melhor amigo

Fernando Sabino

A mãe estava na sala, costurando. O menino abriu a porta da rua, meio ressabiado, arriscou um passo para dentro e mediu cautelosamente a distância. Como a mãe não se voltasse para vê-lo, deu uma corridinha em direção de seu quarto.

– Meu filho? – gritou ela.

– O que é – respondeu, com o ar mais natural que lhe foi possível.

– Que é que você está carregando aí?

Como podia ter visto alguma coisa, se nem levantara a cabeça? Sentindo-se perdido, tentou ainda ganhar tempo.

– Eu? Nada…

– Está sim. Você entrou carregando uma coisa.

Pronto: estava descoberto. Não adiantava negar – o jeito era procurar comovê-la. Veio caminhando desconsolado até a sala, mostrou à mãe o que estava carregando:

– Olha aí, mamãe: é um filhote… Seus olhos súplices aguardavam a decisão.

– Um filhote? Onde é que você arranjou isso?

– Achei na rua. Tão bonitinho, não é, mamãe?

Sabia que não adiantava: ela já chamava o filhote de isso. Insistiu ainda:

– Deve estar com fome, olha só a carinha que ele faz.

– Trate de levar embora esse cachorro agora mesmo!

– Ah, mamãe… – já compondo uma cara de choro.

– Tem dez minutos para botar esse bicho na rua. Já disse que não quero animais aqui em casa. Tanta coisa para cuidar, Deus me livre de ainda inventar uma amolação dessas.

O menino tentou enxugar uma lágrima, não havia lágrima. Voltou para o quarto, emburrado:

A gente também não tem nenhum direito nesta casa – pensava. Um dia ainda faço um estrago louco. Meu único amigo, enxotado desta maneira!

– Que diabo também, nesta casa tudo é proibido! – gritou, lá do quarto, e ficou esperando a reação da mãe.

– Dez minutos – repetiu ela, com firmeza.

– Todo mundo tem cachorro, só eu que não tenho.

– Você não é todo mundo.

– Também, de hoje em diante eu não estudo mais, não vou mais ao colégio, não faço mais nada.

– Veremos – limitou-se a mãe, de novo distraída com a sua costura.

– A senhora é ruim mesmo, não tem coração!

– Sua alma, sua palma.

Conhecia bem a mãe, sabia que não haveria apelo: tinha dez minutos para brincar com seu novo amigo, e depois… ao fim de dez minutos, a voz da mãe, inexorável:

– Vamos, chega! Leva esse cachorro embora.

– Ah, mamãe, deixa! – choramingou ainda: – Meu melhor amigo, não tenho mais ninguém nesta vida.

– E eu? Que bobagem é essa, você não tem sua mãe?

– Mãe e cachorro não é a mesma coisa.

– Deixa de conversa: obedece sua mãe.

Ele saiu, e seus olhos prometiam vingança. A mãe chegou a se preocupar: meninos nessa idade, uma injustiça praticada e eles perdem a cabeça, um recalque, complexos, essa coisa

– Pronto, mamãe! E exibia-lhe uma nota de vinte e uma de dez: havia vendido seu melhor amigo por trinta dinheiros.

– Eu devia ter pedido cinquenta, tenho certeza que ele dava murmurou, pensativo.

Fonte: http://phaleixo.blogspot.com/

No trecho “o jeito era procurar comovê-la”, a oração destacada classifica-se como:

 

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